<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>ondeinvestir</title><description>ondeinvestir</description><link>http://www.ondeinvestir.com.br/blog</link><item><title>PERSPECTIVAS – 19 A 23 DE NOVEMBRO</title><description><![CDATA[A semana que está começando não deve diferir muito da anterior, até no que diz respeito ao quesito feriado, em 20/11. Portanto alguns cuidados devem ser tomados com relação a mercados abertos no exterior. No feriado de 15/11 acabou dando certo, pois mercados tiveram dia positivo no exterior e a indicação de Roberto Campos Neto para o Banco Central foi bem recebida, com altas dos ADRs de empresas brasileiras no mercado americano.No exterior será preciso absorver os desdobramentos dos problemas<img src="http://static.wixstatic.com/media/156e14f205c14a3893a38c04bdebf642.jpg/v1/fill/w_363%2Ch_242/156e14f205c14a3893a38c04bdebf642.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/19/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-19-A-23-DE-NOVEMBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/19/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-19-A-23-DE-NOVEMBRO</guid><pubDate>Mon, 19 Nov 2018 11:28:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/156e14f205c14a3893a38c04bdebf642.jpg"/><div>A semana que está começando não deve diferir muito da anterior, até no que diz respeito ao quesito feriado, em 20/11. Portanto alguns cuidados devem ser tomados com relação a mercados abertos no exterior. No feriado de 15/11 acabou dando certo, pois mercados tiveram dia positivo no exterior e a indicação de Roberto Campos Neto para o Banco Central foi bem recebida, com altas dos ADRs de empresas brasileiras no mercado americano.</div><div>No exterior será preciso absorver os desdobramentos dos problemas relacionados com o Brexit e a fraqueza explícita de Theresa May. Será preciso identificar se o voto de desconfiança com relação à primeira ministra terá desdobramentos e se no final da semana os 27 membros da União Europeia discutirão os termos de saída. Também teremos que apurar desdobramentos dos problemas na Itália.</div><div>O que parece bem positivo é a postura dos EUA e da China de reabrirem negociações da área comercial e tecnologia e qual será o encaminhamento dessas questões para o encontro de Trump com Xi Jinping também no final do mês na Argentina. Em se tratando de Trump há sempre a possibilidade do inusitado e imprevisto. Mas passadas as eleições e avaliando pelas declarações recentes, tudo indica que o desfecho pode ser favorável.</div><div>No que tange ao cenário local, certamente teremos mais informações a serem avaliadas pelos investidores, decorrentes da postura do presidente eleito e seus principais articuladores, especialmente os da área econômica. Coisas como votação da cessão onerosa do petróleo, evolução da privatização de empresas ligadas à Eletrobrás e outras informações sobre reformas da Previdência e tributária podem mudar a cara dos mercados por aqui na vertente positiva.</div><div>Mas avaliando especificamente do ponto de vista dos mercados, o importante é constatar o comportamento do fluxo de recursos, principalmente o derivado dos investidores estrangeiros, que sacaram muito nos últimos tempos. Será preciso observar se teremos realocação dos recursos. Do ponto de vista da análise técnica, após romper com firmeza o patamar de 86300 pontos, o Ibovespa deve buscar algo próximo do recorde histórico, acima de 89500 pontos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 12 A 16 DE NOVEMBRO</title><description><![CDATA[Os últimos dias e a viagem do presidente eleito para Brasília evidenciaram quão tênue é a mudança de humor dos investidores, tanto no segmento local como no internacional. Basta ver o que está acontecendo no mercado externo com o preço do barril de petróleo, que beirou os US$ 80,00 e agora ameaça perder o patamar de US$ 60,00.O mesmo podemos intuir para o comportamento da Bovespa nos últimos dias, quando depois de quase chegar aos 90.000 pontos, perdeu 5.000 pontos em três pregões. Igualmente<img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg/v1/fill/w_275%2Ch_183/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/11/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-12-A-16-DE-NOVEMBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/11/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-12-A-16-DE-NOVEMBRO</guid><pubDate>Mon, 12 Nov 2018 01:26:26 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/><div>Os últimos dias e a viagem do presidente eleito para Brasília evidenciaram quão tênue é a mudança de humor dos investidores, tanto no segmento local como no internacional. Basta ver o que está acontecendo no mercado externo com o preço do barril de petróleo, que beirou os US$ 80,00 e agora ameaça perder o patamar de US$ 60,00.</div><div>O mesmo podemos intuir para o comportamento da Bovespa nos últimos dias, quando depois de quase chegar aos 90.000 pontos, perdeu 5.000 pontos em três pregões. Igualmente inferimos pelo comportamento dos investidores estrangeiros, que em três sessões da Bovespa sacaram R$ 1,2 bilhão e, no ano, soma saída líquida de R$ 7,12 bilhões. Como bem lembramos anteriormente, a alta foi feita pelos investidores locais e seria preciso observar o retorno dos estrangeiros.</div><div>No segmento local os últimos dias foram de preocupação dos investidores com as declarações de representantes do novo governo, as prioridades mal desenvolvidas, a agenda positiva confusa e declarações desencontradas, assim como anúncios de fusão de ministérios e demora em anunciar nomes para compor ministérios e segundo escalão, bem como completar a equipe de transição que abordará os 10 segmentos designados.</div><div>No cenário externo, outras tantas preocupações. Brexit com prazo correndo e sem acordo, Itália em situação precária e pressionada pela Comissão Europeia, países emergentes desequilibrados e países desenvolvidos tentando normalizar suas políticas monetárias. Não podemos esquecer Donald Trump e problemas com seus assessores e a interferência russa, sanções espalhadas para todos os lados com destaque para o Irã.</div><div>Pois bem, passada as eleições de meio de mandato e já conhecedor dos resultados é possível prever que Donald Trump dome sua agressividade e seja um negociador mais suave na área comercial e especialmente com a China. Também podemos esperar que o Fed possa agir de forma mais comedida e reduza a velocidade de elevação da taxa de juros e encolhimento da liquidez. Os mercados vão acabar ajustando para isso.</div><div>Pela análise técnica seria oportuno não perder o patamar dos 85.600 pontos, nível defendido pelo índice nos minutos finais do último pregão, uma vez que perdido tal suporte o mercado poderia buscar maior desaceleração até a proximidade de 83.500 pontos. Bom mesmo seria retornar e superar a marca de 90.000 pontos para buscar objetivos ainda maiores para encerramento do ano. Mas para que isso aconteça seria importante a volta do fluxo de recursos estrangeiros e maior assertiva da equipe econômica e novo presidente.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>MINICONTRATOS - IBOVESPA</title><description><![CDATA[Anteriormente tratamos neste espaço sobre a utilização de minicontratos de dólar futuro. Neste Editorial falaremos dos minicontratos de Ibovespa Futuro, que aumenta as possibilidades de estratégias de investimentos para a pessoa física, como o hedge ou mesmo a especulação sobre o comportamento futuro do índice.A utilização do mercado de derivativos possibilita uma vasta gama de estratégias, sendo que um dos principais produtos deste segmento é o de contratos futuros. Por definição, o contrato<img src="http://static.wixstatic.com/media/34aef00a568e4c7db32033c39660ed8d.jpg/v1/fill/w_501%2Ch_329/34aef00a568e4c7db32033c39660ed8d.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/06/MINICONTRATOS---IBOVESPA</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/06/MINICONTRATOS---IBOVESPA</guid><pubDate>Tue, 06 Nov 2018 17:24:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/34aef00a568e4c7db32033c39660ed8d.jpg"/><div>Anteriormente tratamos neste espaço sobre a utilização de minicontratos de dólar futuro. Neste Editorial falaremos dos minicontratos de Ibovespa Futuro, que aumenta as possibilidades de estratégias de investimentos para a pessoa física, como o hedge ou mesmo a especulação sobre o comportamento futuro do índice.</div><div>A utilização do mercado de derivativos possibilita uma vasta gama de estratégias, sendo que um dos principais produtos deste segmento é o de contratos futuros. Por definição, o contrato futuro de índice de ações permite a redução ou eliminação do risco sistemático (ou não diversificável), que é aquele atribuído a fatores que afetam o mercado acionário como um todo. Nesta semana nos concentraremos em nosso principal contrato: o Ibovespa futuro. Por anos, o grande problema para a pessoa física interessada neste mercado foi o alto valor exigido, pois cada ponto do Ibovespa é igual a R$ 1, sendo exigido que no mínimo se negocie 5 contratos. Assim, a criação dos minicontratos de Ibovespa futuro permitiu um maior acesso a este mercado para a pessoa física.</div><div>O minicontrato futuro de Ibovespa tem o tamanho (valor do contrato) equivalente a 20% do contrato-padrão de Ibovespa negociado na BM&amp;F Bovespa, ou seja, R$ 0,20 por ponto de índice.</div><div>Há contratos com vencimentos nos meses pares do ano, ocorrendo na quarta-feira mais próxima do dia 15. Se nesse dia for feriado ou não houver pregão na B3, a data de vencimento será o dia útil subseqüente. O código de negociação é o WIN, que é acrescido da letra referente ao mês de vencimento e de dois dígitos referentes ao ano. Por exemplo, o código WINZ18, refere-se ao vencimento de dezembro de 2018. A tabela abaixo mostra o calendário de vencimentos:</div><div>Código</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_e0a7859c041d45a580f546ca54431ce6~mv2.jpg"/></div><div>No Editorial desta semana iremos explorar uma “tática” muito utilizada no mercado: o hedge com contratos futuros de Ibovespa. O hedge é feito quando o investidor deseja proteger-se de flutuações nos preços das ações de sua carteira, esperando diminuir seu risco. A operação então consiste em se tomar uma posição no mercado futuro oposta à tomada no mercado à vista.</div><div>Portanto, caso possua uma carteira de ações e queira se proteger de uma eventual baixa do mercado, o investidor deve vender contratos de Ibovespa futuro. Para isso, é necessário se calcular o número de contratos futuros a serem vendidos e a sua relação com a carteira possuída, o que envolve a estimativa do beta da carteira, que mede seu risco sistemático (ou não diversificável).</div><div>Após o cálculo do beta da carteira, pode-se obter o número de contratos futuros a serem vendidos para se efetuar o hedge pela seguinte fórmula:</div><div>N = [VC / (VI x M)] x B</div><div>N – número de contratos futuros</div><div>VC – valor da carteira</div><div>VI – valor do índice à vista</div><div>M – valor em reais de cada ponto do índice</div><div>B – beta da carteira</div><div>Outra opção “tática” para a utilização do Ibovespa futuro, para os mais arrojados, é a compra (ou venda) especulativa de contrato futuro. Caso tenha expectativa de que o mercado subirá, você pode comprar Ibovespa futuro. Por outro lado, se expectativa for de queda das ações, pode-se vender Ibovespa futuro.</div><div>Uma dica para auxiliá-lo nestas operações é a utilização do módulo Análise Gráfica do Onde Investir, onde são feitos boletins gráficos a cada hora de pregão sobre o contrato futuro de Ibovespa de vencimento mais próximo. Nestes boletins a equipe de análise gráfica informa os próximos suportes e resistências, dando também a expectativa de objetivos a serem atingidos.</div><div>Saiba mais:</div><div>Beta - é uma medida de risco de um ativo, que mede a sensibilidade do ativo em relação a determinado índice. Ex.: se uma ação se comporta exatamente como o Ibovespa, dizemos que ela tem beta=1. Se a ação variar mais que o Ibovespa, mas no mesmo sentido, ela terá beta&gt;1 (beta maior do que um). Se variar menos, mantendo o mesmo sentido, o beta será menor do que um (beta &lt; 1). O beta de uma carteira é então uma média ponderada dos betas dos ativos que a compõem.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 05 A 09 DE NOVEMBRO</title><description><![CDATA[Nossa visão é de que os mercados por aqui podem seguir no ciclo de alta, muito embora com volatilidade. Fechamos outubro com valorização do Ibovespa de 10% e em 2018 mostrando alta de 14,43%, até virada para novembro (índice em 87423 pontos). Iniciamos novembro estabelecendo novo recorde histórico, ultrapassando no correr do pregão a barreira dos 89 mil pontos. Apesar disso ainda podemos ter alguns sustos e desencontros em declarações do presidente eleito e sua equipe, o que deixa os<img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg/v1/fill/w_426%2Ch_284/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/05/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-05-A-09-DE-NOVEMBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/11/05/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-05-A-09-DE-NOVEMBRO</guid><pubDate>Mon, 05 Nov 2018 11:06:51 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/><div>Nossa visão é de que os mercados por aqui podem seguir no ciclo de alta, muito embora com volatilidade. Fechamos outubro com valorização do Ibovespa de 10% e em 2018 mostrando alta de 14,43%, até virada para novembro (índice em 87423 pontos). Iniciamos novembro estabelecendo novo recorde histórico, ultrapassando no correr do pregão a barreira dos 89 mil pontos. </div><div>Apesar disso ainda podemos ter alguns sustos e desencontros em declarações do presidente eleito e sua equipe, o que deixa os investidores nervosos. Além disso, gostaríamos de ver a volta de recursos dos investidores estrangeiros, que em outubro saíram fortemente, sendo substituídos por bom ingresso de recursos em fundos.</div><div>No segmento externo a situação tende a acalmar, mas será preciso avaliar o resultado das eleições americanas (06 de novembro) para renovação total da Câmara e 1/3 do Senado. Trump se esforça em discursos para manter a maioria nas duas casas do Congresso, o que parece difícil. Ele diz que a economia está aquecida e se conseguir manter maioria a bolsa americana vai andar bem. Seria bom para todo o mundo.</div><div>Além disso, a data final para o Brexit se aproxima e a União Europeia acha difícil um acordo em três semanas. Os investimentos privados no Reino Unido estão sendo postergados. O BoE (BC inglês) acredita em algum acordo, mas se prepara também para um Brexit sem acordo, já tendo separado 2,0 bilhões de libras para tal.</div><div>Portanto, podemos ter quadro mais ameno no segmento internacional, o que ajudaria a compor quadro positivo local. Pela ótica da análise técnica seria oportuno que, após superar novamente o recorde histórico, isso abrisse a possibilidade de atingir novos objetivos, ao redor de 93000 pontos (não sem susto). </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 29 DE OUTUBRO A 01 DE NOVEMBRO</title><description><![CDATA[Parece muito complicado projetar o que pode acontecer desde o início da semana com os investidores já conhecedores do resultado das eleições de presidente e segundo turno para alguns governadores. A vitória do candidato Bolsonaro se confirmou, mas ainda haveria algum espaço para precificação dos ativos além do que já ocorreu. A volatilidade deve permanecer, na medida em que os investidores vão ficar na expectativa da montagem do governo e equipe de transição, e ainda dos cargos muito importantes<img src="http://static.wixstatic.com/media/515ceb8618604802ac664c35d5b6e8b4.jpg/v1/fill/w_394%2Ch_263/515ceb8618604802ac664c35d5b6e8b4.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/29/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-29-DE-OUTUBRO-A-01-DE-NOVEMBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/29/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-29-DE-OUTUBRO-A-01-DE-NOVEMBRO</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2018 12:30:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/515ceb8618604802ac664c35d5b6e8b4.jpg"/><div>Parece muito complicado projetar o que pode acontecer desde o início da semana com os investidores já conhecedores do resultado das eleições de presidente e segundo turno para alguns governadores. A vitória do candidato Bolsonaro se confirmou, mas ainda haveria algum espaço para precificação dos ativos além do que já ocorreu. A volatilidade deve permanecer, na medida em que os investidores vão ficar na expectativa da montagem do governo e equipe de transição, e ainda dos cargos muito importantes do segundo escalão e desaparelhamento do governo anterior petista. Depois disso virá a fase de especificação das primeiras medidas a serem adotadas (as prioridades), a profundidade, celeridade e base de apoio do novo governo para emplacar reformas (algumas constitucionais). Convém lembrar que o próximo governo tem curto prazo para começar a produzir alguns resultados, antes que questionamentos mais fortes se façam presentes. Se não bastasse isso, no cenário externo a situação também é tensa e não promete melhorar muito no curto prazo. Lembramos o Brexit que pode ocorrer desorganizado, da novela do orçamento deficitário italiano e relutância em acatar determinações da União Européia, os problemas comerciais com a China e o assassinato do jornalista em representação saudita em Istambul. A percepção é que tudo isso agrega riscos ao crescimento global. De qualquer forma, nossa percepção é que os investidores estão aproveitando para remontar posições de carteira com maior nível de risco e que esse movimento pode entrar pelas próximas semanas, dependendo dos discursos do presidente eleito. Pela visão da análise técnica diríamos que não deveríamos perder a zona de suporte próxima de 82000 pontos do Ibovespa e seria oportuno ultrapassar o patamar de 86500 pontos, quando o mercado teria maior tração.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 22 A 26 DE OUTUBRO</title><description><![CDATA[Não podemos iniciar esse comentário sem lembrar que a semana promete começar tensa, não tanto pelo comportamento do segmento interno, mas principalmente por nervosismo externo. A Itália sofre com o orçamento deficitário e disputas internas com líder do M5S (Movimento 5 Estrelas), indicando mudanças não autorizadas no plano orçamentário e dizendo que o governo não cairá por causa disso. Em contraposição, a Comissão Europeia pode condenar o orçamento já nessa semana.Certamente isso gera<img src="http://static.wixstatic.com/media/7852e112b197410fb7b2ff1f5fb426a3.jpg/v1/fill/w_338%2Ch_225/7852e112b197410fb7b2ff1f5fb426a3.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/22/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-22-A-26-DE-OUTUBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/22/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-22-A-26-DE-OUTUBRO</guid><pubDate>Mon, 22 Oct 2018 11:33:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/7852e112b197410fb7b2ff1f5fb426a3.jpg"/><div>Não podemos iniciar esse comentário sem lembrar que a semana promete começar tensa, não tanto pelo comportamento do segmento interno, mas principalmente por nervosismo externo. A Itália sofre com o orçamento deficitário e disputas internas com líder do M5S (Movimento 5 Estrelas), indicando mudanças não autorizadas no plano orçamentário e dizendo que o governo não cairá por causa disso. Em contraposição, a Comissão Europeia pode condenar o orçamento já nessa semana.</div><div>Certamente isso gera instabilidade que transcende a própria Itália e afeta todos os parceiros da União Europeia, mexendo com juros dos títulos e a precificação dos ativos, levando-se em conta ainda declarações de Jean-Claude Juncker de que sem a Itália a União Europeia não sobreviveria. Se juntarmos isso com o Brexit, está bem dimensionado o grau de nervosismo dos investidores, mesmo considerando que nesse aspecto poderemos ter notícias melhores e extensão do prazo de transição do Brexit.</div><div>Já que estamos falando de problemas com o exterior, não podemos deixar de elencar os conflitos comerciais dos EUA, principalmente com a China, e a própria instabilidade de curto prazo nesta, diante da suposição de desaceleração da economia. Nesse aspecto especifico somos menos preocupados e a China sinaliza que pode manter a flexibilização monetária e até reduzir juros para manter a economia acessa. Mas certamente são riscos a serem considerados, incluindo ainda os riscos diplomáticos como os da Síria, Irã e, mais recentemente, com o grande parceiro comercial dos EUA, a Arábia Saudita.</div><div>No âmbito interno, a situação política parece melhor definida e, faltando uma semana para o segundo turno, na eleição majoritária tudo indica que Bolsonaro dificilmente perde para Haddad. Assim, ficamos pendentes de avaliar que equipe o candidato estaria montando e quais os projetos a serem tocados. Além disso, com que profundidade e celeridade, também incluindo a base de apoio parlamentar. Alguns estados que estão com disputas para govenadores também vieram mostrando definições, mas com São Paulo ainda bem equilibrado entre Dória e França.</div><div>Do ponto de vista da análise técnica seria importante a superação novamente do patamar de 86200 pontos do índice e, principalmente, a manutenção e volta do fluxo de recursos para compra de ativos de risco. Nesse aspecto é possível intuir que investidores que retiraram recursos no curto prazo da B3 possam voltar fazendo posições de mais longo prazo. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>MINICONTRATOS - DÓLAR</title><description><![CDATA[O Editorial desta semana trata da utilização dos minicontratos de Dólar Futuro, que aumenta as possibilidades de estratégias de investimentos para a pessoa física, como ohedge ou mesmo a especulação sobre o comportamento futuro da moeda norte-americana.O minicontrato futuro de taxa de câmbio de reais por dólar comercial tem o tamanho (valor do contrato) equivalente a 20% do contrato-padrão de dólar negociado na B3, ou seja, Us$ 10.000,00. O tamanho do contrato é a única diferença para o contrato<img src="http://static.wixstatic.com/media/40e00778f2b94649b7bf2a64906c4e2c.jpg/v1/fill/w_451%2Ch_338/40e00778f2b94649b7bf2a64906c4e2c.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/18/MINICONTRATOS---D%C3%93LAR</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/18/MINICONTRATOS---D%C3%93LAR</guid><pubDate>Thu, 18 Oct 2018 13:16:04 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/40e00778f2b94649b7bf2a64906c4e2c.jpg"/><div>O Editorial desta semana trata da utilização dos minicontratos de Dólar Futuro, que aumenta as possibilidades de estratégias de investimentos para a pessoa física, como ohedge ou mesmo a especulação sobre o comportamento futuro da moeda norte-americana.</div><div>O minicontrato futuro de taxa de câmbio de reais por dólar comercial tem o tamanho (valor do contrato) equivalente a 20% do contrato-padrão de dólar negociado na B3, ou seja, Us$ 10.000,00. O tamanho do contrato é a única diferença para o contrato padrão, tornando-o mais apto para a negociação de investidores menores. Diferentemente do que ocorre em outros países, nos contratos futuros de câmbio negociados no Brasil, a liquidação não ocorre com a entrega da moeda, mas somente pela diferença financeira. Ou seja, na prática, negocia-se um preço futuro para o dólar e não a moeda. Assim, após o pregão do último dia de negociações para o vencimento do contrato, todas as posições em aberto são encerradas, com uma operação contrária (compra ou venda).</div><div>Há contratos com vencimentos em todos os meses do ano, no primeiro dia útil do mês. O código de negociação é o WDO, que é acrescido da letra referente ao mês de vencimento e de dois dígitos referentes ao ano. Por exemplo, o código WDOX18, refere-se ao vencimento de dezembro de 2018. A tabela abaixo mostra o calendário de vencimentos:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_90d7db6dc7584a68a8fad112d3616d26~mv2.jpg"/><div>A negociação tem horários diferenciados para quem está acostumado ao mercado acionário, com início às 9h e encerramento às 18h.</div><div>As posições em aberto ao final de cada sessão de negociação são ajustadas com base no preço de ajuste do dia, com movimentação financeira no dia útil subsequente. O ajuste diário, para cada mês de vencimento, será calculado até a data de vencimento, inclusive, de acordo com as seguintes fórmulas:</div><div>a) Ajuste da operação realizada no dia</div><div>ADt = (PAt − PO) × 10 × n</div><div>b) Ajuste das posições em aberto no dia anterior</div><div>ADt = (PAt − PAt−1) × 10 × n</div><div>onde:</div><div>ADt = valor do ajuste diário, em reais, referente à data “t”;</div><div>PAt = preço de ajuste do contrato na data “t”, para o respectivo vencimento;</div><div>PO = preço da operação;</div><div>n = número de contratos;</div><div>PAt−1 = preço de ajuste do contrato na data “t-1” para o respectivo vencimento.</div><div>O valor do ajuste diário (ADt), se positivo, será creditado ao comprador e debitado ao vendedor. Caso o cálculo apresente valor negativo, será debitado ao comprador e creditado ao vendedor.</div><div>A utilização do mercado de derivativos possibilita uma vasta gama de estratégias, sendo que um dos principais produtos deste segmento é o de contratos futuros.</div><div>A negociação de contratos futuros de dólar pode ter como objetivo o hedge. Assim, é como se fosse um seguro de preço. Objetiva proteger o participante do mercado contra variações adversas da moeda. Por exemplo, um exportador que queira fixar o preço do dólar para a venda do seu produto numa data futura. Este poderá vender contratos futuros de dólar, garantindo a receita em reais da empresa. O caso do importador é o contrário, caso este vá comprar um maquinário no futuro, ele poderá comprar contrato futuro de dólar, fixando sua despesa em moeda nacional.</div><div>Outra opção “tática” para a utilização do futuro de dólar, para os mais arrojados, é a compra (ou venda) especulativa de contrato futuro. Caso tenha expectativa de que a moeda norte-americana subirá, pode comprar dólar futuro. Por outro lado, se a expectativa for de desvalorização, pode-se vender dólar futuro.</div><div>Uma dica para auxiliá-lo nestas operações é a utilização do módulo Análise Gráfica do Onde Investir, onde você encontra a análise do gráfico diário do dólar futuro, além dos boletins intraday a cada hora. Nos vídeos de análise gráfica, divulgados às 9h30 e às 13h, também são comentados a expectativa e objetivos a serem atingidos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 15 A 19 DE OUTUBRO</title><description><![CDATA[Começamos a semana com os investidores em absoluta lua de mel com o candidato Bolsonaro, recém adotado com preferido. Estamos terminando a curta semana em Lua de Fel, como o filme de Polanski onde ódio e amor são faces da mesma moeda. Quase na véspera do feriado local Bolsonaro detonou o discurso liberal de seu “posto Ipiranga”, ao declarar que a reforma da Previdência demoraria e à de Temer não é a sua. Falou ainda que seria difícil privatizar geradoras da Eletrobrás e entregar para os<img src="http://static.wixstatic.com/media/8febd485097a429cabe629f0771f1fb6.jpg/v1/fill/w_369%2Ch_247/8febd485097a429cabe629f0771f1fb6.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/15/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-15-A-19-DE-OUTUBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/15/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-15-A-19-DE-OUTUBRO</guid><pubDate>Mon, 15 Oct 2018 12:22:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/8febd485097a429cabe629f0771f1fb6.jpg"/><div>Começamos a semana com os investidores em absoluta lua de mel com o candidato Bolsonaro, recém adotado com preferido. Estamos terminando a curta semana em Lua de Fel, como o filme de Polanski onde ódio e amor são faces da mesma moeda. Quase na véspera do feriado local Bolsonaro detonou o discurso liberal de seu “posto Ipiranga”, ao declarar que a reforma da Previdência demoraria e à de Temer não é a sua. Falou ainda que seria difícil privatizar geradoras da Eletrobrás e entregar para os chineses, e até sobre Petrobras que não deveria praticar política predatória de preços.</div><div>Não fosse isso, os mercados no exterior ainda contribuíram negativamente com forte aversão ao risco e o índice VIX (do pânico) subindo quase 30% na sessão de 10/10. As ações de tecnologias americanas puxaram a fila de quedas e investidores realizaram lucros recentes.</div><div>Tudo isso só para mostrar como os mercados andam instáveis e assim devem permanecer, incluindo e destacando o segmento local. Aparentemente, estamos certos em afirmar que o quadro global vai melhorando de sua fase mais negra e os acordos vão lentamente saindo. Na semana entrante a expectativa se concentra na reunião e possibilidade de acordos entre Reino Unido e União Europeia. Mas existem outros estresses com Itália e adjacências e discurso mais duro americano, que pode mudar um pouco.</div><div>Aqui sem muitas previsões. Vamos ter pesquisas de opinião e possibilidade de debates, e os mercados vão reagir a tudo isso. Seria bom não perder mais o patamar de 81600 pontos do Ibovespa e, ao contrário, firmar posição acima de 87000 pontos para buscar o recorde acima de 88400 pontos. Isso pode ocorrer, mas certamente não será sem sustos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 01 A 05 DE OUTUBRO</title><description><![CDATA[Seguimos com aquela visão de que o “bull market” americano veio para ficar por longo tempo, não sem alguns sustos pelo meio do caminho. Nossa visão é que as encrencas maiores que o mundo atravessa serão razoavelmente sanadas, notadamente no que tange às disputas comerciais entre os EUA e a China, além da adesão do Canadá aos termos do novo Nafta. A eleição americana para o Congresso pode ser determinante de clima mais ameno, pelo menos no que tange a Donald Trump.Claro que a Itália seguirá sendo<img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg/v1/fill/w_413%2Ch_275/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/01/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-01-A-05-DE-OUTUBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/10/01/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-01-A-05-DE-OUTUBRO</guid><pubDate>Mon, 01 Oct 2018 12:16:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/><div>Seguimos com aquela visão de que o “bull market” americano veio para ficar por longo tempo, não sem alguns sustos pelo meio do caminho. Nossa visão é que as encrencas maiores que o mundo atravessa serão razoavelmente sanadas, notadamente no que tange às disputas comerciais entre os EUA e a China, além da adesão do Canadá aos termos do novo Nafta. A eleição americana para o Congresso pode ser determinante de clima mais ameno, pelo menos no que tange a Donald Trump.</div><div>Claro que a Itália seguirá sendo problema com o governo dominado pela Liga Norte e 5 Estrelas, trazendo constrangimento para a União Europeia. Claro que os problemas no Oriente Médio não se resolveram, mas temos que considerar que o mundo já convive com isso por longo tempo.</div><div>Por aqui destacamos que os investidores estrangeiros voltaram a se posicionar nos mercados, o mesmo acontecendo com boa parte dos gestores de recursos. Basta ver o fluxo canalizado recentemente para a Bolsa e redução de posições compradas em câmbio. A explicação pode estar na aceitação de Bolsonaro no segundo turno e migração de votos do centro-direita para evitar outro governo do PT.</div><div>Mas é claro que essa é uma suposição e um risco que tem que ser considerado na assunção de posições mais agressivas. O que de fato nos preocupa é a normalização da política monetária em países desenvolvidos, quando cotejada com o elevado nível de endividamento pessoal e corporativo, diante de taxas de juros em elevação.</div><div>Pela análise técnica seria oportuno que o Ibovespa conseguisse ultrapassar inicialmente a faixa de 80600 pontos, para almejar, em seguida, o objetivo em 84.000 pontos, quando o mercado teria maior tração para movimentos ainda mais agressivos. Mas para que isso aconteça será preciso à continuidade do fluxo de recursos canalizado. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 24 A 28 DE SETEMBRO</title><description><![CDATA[A entrante semana começará do mesmo jeito que a última, com investidores por aqui se fixando em pesquisas proprietárias (feitas por algumas instituições) de intenção de voto e as pesquisas de maior abrangência feitas por Ibope e Datafolha. Logo no início do período teremos anúncios e isso pode mudar o comportamento dos mercados de risco.Nesse momento, o foco passa a ser quase que exclusivamente no processo eleitoral. Sinalizações de melhora de Bolsonaro, agora adotado pelos investidores na<img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg/v1/fill/w_407%2Ch_271/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/24/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-24-A-28-DE-SETEMBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/24/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-24-A-28-DE-SETEMBRO</guid><pubDate>Mon, 24 Sep 2018 12:20:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/><div>A entrante semana começará do mesmo jeito que a última, com investidores por aqui se fixando em pesquisas proprietárias (feitas por algumas instituições) de intenção de voto e as pesquisas de maior abrangência feitas por Ibope e Datafolha. Logo no início do período teremos anúncios e isso pode mudar o comportamento dos mercados de risco.</div><div>Nesse momento, o foco passa a ser quase que exclusivamente no processo eleitoral. Sinalizações de melhora de Bolsonaro, agora adotado pelos investidores na polarização entre extrema direita e esquerda, devem significar mercados de risco mais fortes e melhora de Haddad mercados mais fracos. A avaliação passa pelo comportamento da taxa de rejeição dos candidatos, pois ela é importante para definição do segundo turno, quando os eleitores votam em quem não querem ver como presidente.</div><div>Apesar das indefinições local, o cenário externo pode ser novamente ameno, da mesma forma que alertamos na semana passada. Nossa expectativa é que algum acordo acabará sendo desenhado para a saída do Reino Unido da União Europeia. O discurso duro de Theresa May induz essa possibilidade. Igualmente, passada as eleições para o Congresso americano em novembro, ou antes disso se a perspectiva para os republicanos melhorar, Donald Trump pode ser mais suave com chineses e canadenses sobre acordos comerciais e propriedade intelectual.</div><div>Citamos, inclusive, avaliações feitas no exterior de que o “bull market” dos mercados americanos deve continuar por algum tempo, e isso claramente influencia outros mercados, e por aqui não seria diferente, até por conta de nossas ações terem barateado em dólares. Lembramos que os mercados acionários dos EUA voltaram a bater recordes na semana passada. É nesse contexto que seguimos acreditando que o viés é de alta para o segmento local.</div><div>Pensando dessa forma, seria necessária a manutenção do fluxo de recursos para a Bovespa que tem que passar com consistência a faixa de 78800/79000 pontos do índice para ganhar tração e almejar novo objetivo no patamar de 81200 pontos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DEBATE ENTRE INVESTIMENTOS – SEGUNDO BLOCO</title><description><![CDATA[Conforme prometido, voltamos para o segundo bloco do debate entre os candidatos a investimentos que o eleitor-investidor brasileiro tem à sua disposição.Antes de prosseguirmos, gostaríamos de ressaltar a importância de estudar cada candidato a receber seus recursos duramente poupados, uma vez que, mesmo nas melhores “coligações”, encontramos alguns maus candidatos, que podem estar em busca somente do bem próprio. Na Bolsa de Valores você pode encontrar uma ação de empresa que pode estar vindo ao<img src="http://static.wixstatic.com/media/00509eae7bc741a09b6bb69164d66bbf.jpg/v1/fill/w_457%2Ch_304/00509eae7bc741a09b6bb69164d66bbf.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/20/DEBATE-ENTRE-INVESTIMENTOS-%E2%80%93-SEGUNDO-BLOCO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/20/DEBATE-ENTRE-INVESTIMENTOS-%E2%80%93-SEGUNDO-BLOCO</guid><pubDate>Thu, 20 Sep 2018 15:36:29 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/00509eae7bc741a09b6bb69164d66bbf.jpg"/><div>Conforme prometido, voltamos para o segundo bloco do debate entre os candidatos a investimentos que o eleitor-investidor brasileiro tem à sua disposição.</div><div>Antes de prosseguirmos, gostaríamos de ressaltar a importância de estudar cada candidato a receber seus recursos duramente poupados, uma vez que, mesmo nas melhores “coligações”, encontramos alguns maus candidatos, que podem estar em busca somente do bem próprio. Na Bolsa de Valores você pode encontrar uma ação de empresa que pode estar vindo ao mercado somente para dar saída aos seus controladores ou que não deem o tratamento igualitário entre todos os acionistas. Pode também encontrar na renda fixa alguns bancos que ofertam títulos como CDB e LCA/LCI com taxas aparentemente atrativas, mas que no fim podem trazer uma grande dor de cabeça se não puderem pagar o prometido. Em Fundos, uma taxa de administração elevada pode corroer boa parte dos seus ganhos e beneficiar somente o gestor do fundo.</div><div>Neste segundo bloco os candidatos responderão às perguntas selecionadas entre nossos leitores.</div><div>O eleitor-investidor Luis Antonio Dornelles fez uma pergunta para o candidato Bolsa de Valores, referente às debêntures, ao acesso à sua plataforma e o seu diferencial em relação ao retorno da taxa de juros anual frente aos outros candidatos.</div><div>Passamos a palavra para o candidato Bolsa de Valores:</div><div>“As debêntures, apesar de poderem ser negociadas na Bolsa de Valores, a forma mais comum é no mercado de balcão organizado - negociação feita com a intermediação de bancos de investimentos, bancos múltiplos com carteira de investimento, sociedades corretoras, sociedades distribuidoras e agentes autônomos credenciados por essas instituições. Desta forma, as debêntures não fazem parte da nossa coligação, apesar da proximidade. Mas ressalto a importância das debêntures, as quais contamos com sua colaboração na formação de qualquer carteira de investimentos dos nossos eleitores”.</div><div>Diferentemente dos debates entre os presidenciáveis, nos quais tem havido apelos (em vão) pela participação de candidatos de partidos sem representação no Congresso Nacional, decidimos por atender aos interesses dos nossos leitores e abrir espaço para a participação do candidato Debêntures:</div><div>“O investidor que nos escolhe está financiando a empresa emissora, que passa a ter uma dívida com o debenturista, como é chamado quem investe em uma debênture. Historicamente somos associados à renda fixa e somos uma boa opção, pois, apesar dos rendimentos das ações poderem ser superiores aos dos títulos de renda fixa, no nosso caso normalmente oferecemos ganhos superiores em comparação às outras aplicações de renda fixa, pré ou pós-fixadas. Quando somos emitidas para financiamentos de projetos de infraestrutura, temos uma vantagem adicional: isenção de imposto de renda sobre nossos rendimentos. Como não queremos esconder nossas características, devemos lembrar que não oferecemos a proteção do FGC, ou seja, há o risco do não cumprimento das obrigações por parte da emissora. Mas também se deve deixar claro que podemos oferecer outras garantias, tais como assegurar os bens integrantes do ativo da companhia emissora, ou de terceiros, na forma de hipoteca, penhor ou anticrese, ou mesmo uma garantia do privilégio geral sobre o ativo da emissora, em caso de falência”.</div><div>Trazemos agora uma segunda pergunta, da eleitora Marcia de Paula, que tem um filho de seis meses e gostaria de saber o que o candidato Tesouro Direto tem de proposta para ajudá-la a formar uma poupança para seu primogênito.</div><div>Tesouro Direto: “meus caros eleitores, em minha plataforma estão disponíveis títulos de diferentes prazos, com rentabilidades atreladas à Selic e/ou com proteção contra a inflação. Para você que pensa na educação do seu filho, por exemplo, estão disponíveis títulos que pagam uma taxa prefixada no momento da sua compra mais a variação do IPCA, com vencimento em 2035. Ou seja, quando seu filho estará prestes a ingressar na faculdade. Estes títulos em questão pagam juros semestrais, que você poderá reinvestir automaticamente no sistema do Tesouro. Além disso, poderá fazer aportes periódicos, de acordo com sua disponibilidade, adquirindo frações dos títulos, o que ajuda para a formação desta reserva. Quer um objetivo mais curto, quem sabe uma viagem para a Disney daqui a cinco anos? Você pode comprar títulos pós-fixados, atrelados à Selic, com vencimento em 2023. Você também pode pensar na sua aposentadoria e comprar um Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2050. Como visto, posso atender vários objetivos e para pessoas em fases diferentes da vida”.</div><div>Encerramos o segundo bloco do debate entre investimentos, mas o espaço para a participação dos nossos leitores ainda está aberto. Voltaremos a selecionar algumas perguntas dos eleitores-investidores, que poderão ser respondidas nos próximos “blocos”, quando teremos um embate maior entre os candidatos, que poderão fazer perguntas para seus concorrentes. Envie sua pergunta pelas seguintes plataformas:</div><div>Facebook – https://www.facebook.com/ondeinvestir/</div><div>Twitter – https://twitter.com/ondeinvestir?lang=pt</div><div>E-mail – ondeinvestir@lopesfilho.com.br</div><div>Blog Onde Investir – www.ondeinvestir.com.br/blog</div><div>Até o próximo encontro, aguardamos sua participação!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 17 A 21 DE SETEMBRO</title><description><![CDATA[No início da semana os investidores irão reverberar a pesquisa Datafolha com a evolução dos principais candidatos. Já está no radar que Haddad subirá por conta de sua indicação para cabeça de chapa do PT. Tanto isso é verdade que Alckmin já se antecipou “pregando” desde logo o voto útil, com a colocação de que votar em outros candidatos seria trazer de volta o PT para governar o País por um presidiário oculto. Seria preciso uma união de centro-direita para alavancar Alckmin e guindar o candidato<img src="http://static.wixstatic.com/media/4fa8944a9c0a41639d11d3fad2643e4e.jpg/v1/fill/w_401%2Ch_267/4fa8944a9c0a41639d11d3fad2643e4e.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/17/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-17-A-21-DE-SETEMBRO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/17/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-17-A-21-DE-SETEMBRO</guid><pubDate>Mon, 17 Sep 2018 12:01:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/4fa8944a9c0a41639d11d3fad2643e4e.jpg"/><div>No início da semana os investidores irão reverberar a pesquisa Datafolha com a evolução dos principais candidatos. Já está no radar que Haddad subirá por conta de sua indicação para cabeça de chapa do PT. Tanto isso é verdade que Alckmin já se antecipou “pregando” desde logo o voto útil, com a colocação de que votar em outros candidatos seria trazer de volta o PT para governar o País por um presidiário oculto. Seria preciso uma união de centro-direita para alavancar Alckmin e guindar o candidato ao segundo turno.</div><div>O medo dos investidores fica por conta do discurso e situação de Haddad e também de Ciro. Nesse ambiente, a Petrobras seria certamente uma das empresas mais prejudicadas, pois segundo Haddad teria que atender o interesse nacional e com políticas da época de Lula, quando a empresa foi literalmente assaltada e com estrutura pouco profissional.</div><div>A política segue dominando a performance dos mercados e os dados econômicos já não fazem mais tanto efeito, ao mesmo tempo que ninguém mais presta atenção em Temer e seus ministros. Mas é importante ter atenção também com isso, pois a economia está desacelerando e a inflação começa a mostrar sua face, até por conta da performance de alta do dólar influindo no custo de produção das empresas. É nesse ambiente que vamos transitar durante a segunda quinzena de setembro e o mês de outubro. A volatilidade e mudanças constantes de rumos ao sabor do noticiário político devem permear a atitude dos investidores.</div><div>Apesar disso, o ambiente externo parece ter ficado um pouco mais ameno. Os EUA devem voltar a discutir com a China os termos comerciais, o mesmo com o Canadá que deve aderir ao novo NAFTA. Na Europa, a Itália também não mais representa o grande problema que se esperava, já que deve seguir as regras da União Europeia. Porém, os países emergentes vão seguir pressionados, agora também com o auxílio luxuoso da Rússia. De nossa parte temos alertado que o Brasil deveria ter um plano B pronto para fazer face às pressões que podem surgir. Tanto isso é verdade que nesse ano de 2018 o CDS Brasil (credit default swap) praticamente dobrou e voltou a ultrapassar o patamar de 300 pontos.</div><div>Do ponto de vista da análise técnica não deveríamos perder a faixa de 74300 pontos do Ibovespa, sob pena de acelerar perdas. Ao contrário, adquire maior consistência se conseguir voltar para o patamar de 76600 pontos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   10 a 14 de setembro</title><description><![CDATA[A semana potencialmente promete começar quente. O feriado de sexta-feira no Brasil e mercados funcionando no exterior por si só já ensejam a possibilidade de ajustes nos ativos, muito mais por conta da divulgação do payroll americano com a criação de vagas no setor público e privado, além da taxa de desemprego.A leitura será o que isso pode significar em termos de elevação da taxa de juros, principalmente depois de declarações de dois dirigentes do Fed de que os juros podem já estar ajustados e<img src="http://static.wixstatic.com/media/2fd079bb88774bbe8f9ae073791c9e01.jpg/v1/fill/w_307%2Ch_204/2fd079bb88774bbe8f9ae073791c9e01.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/10/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-10-a-14-de-setembro</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/10/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-10-a-14-de-setembro</guid><pubDate>Mon, 10 Sep 2018 11:49:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/2fd079bb88774bbe8f9ae073791c9e01.jpg"/><div>A semana potencialmente promete começar quente. O feriado de sexta-feira no Brasil e mercados funcionando no exterior por si só já ensejam a possibilidade de ajustes nos ativos, muito mais por conta da divulgação do payroll americano com a criação de vagas no setor público e privado, além da taxa de desemprego.</div><div>A leitura será o que isso pode significar em termos de elevação da taxa de juros, principalmente depois de declarações de dois dirigentes do Fed de que os juros podem já estar ajustados e que precipitações poderiam levar para o caminho da recessão. Bem verdade que Bullard e Kashkari são considerados dovish, mas têm que ser considerados.</div><div>Ainda no exterior, vamos ter que avaliar as pressões sobre os países emergentes, especialmente a Argentina, que nos afeta diretamente e serve de exemplo para um Brasil desajustado. Além disso, os ânimos parecem se acirrar com a China ainda sem solução, mas que elabora retaliações aos EUA.</div><div>No segmento interno vamos começar a semana já com nova pesquisa de intensões de votos do Datafolha, depois de o Ibope ter divulgado a sua bem indefinida, já que todos os candidatos subiram nas intenções, exceto Marina e Alvaro Dias, cujas campanhas parecem desidratar. Também teremos que considerar o alto nível de rejeição de Bolsonaro (44% no Ibope), ele que lidera as preferências no primeiro turno. Outro fator que vamos precisar constatar na nova pesquisa DataFolha é se caíram mesmo os votos nulos e brancos, assim como ocorreu com o Ibope.</div><div>São esses os fatores que vão determinar o comportamento dos mercados desde o início da semana. Do ponto de vista da análise técnica não deveríamos perder o patamar e zona de acumulação na faixa de 75000 pontos do Ibovespa, pois nessa hipótese poderíamos buscar a faixa de 73000 pontos. Do lado positivo, que esperamos com mais chances, teríamos que buscar a aproximação da zona de 78800 pontos, quanto o mercado poderia ganhar maior tração. Apesar disso, estamos diante de período de enorme volatilidade e bruscas mudanças de sinais, ao sabor do noticiário. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>ETF DE RENDA FIXA</title><description><![CDATA[Após anos de espera, finalmente estamos próximos da chegada à bolsa de uma opção de investimento que consideramos possuir grande potencial de interesse para os poupadores brasileiros. Trata-se dos ETFs de renda fixa, que tiveram sua constituição permitida pela CVM desde 2013, mas até hoje não chegaram ao nosso mercado. Desde então se iniciou a discussão sobre a chegada deste instrumento, que pode ser um primeiro contato do investidor com um ativo negociado em bolsa, mas que possui<img src="http://static.wixstatic.com/media/5da6025daca645e7baee50a929fe5b82.jpg/v1/fill/w_526%2Ch_350/5da6025daca645e7baee50a929fe5b82.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/05/ETF-DE-RENDA-FIXA</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/05/ETF-DE-RENDA-FIXA</guid><pubDate>Wed, 05 Sep 2018 15:06:19 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/5da6025daca645e7baee50a929fe5b82.jpg"/><div>Após anos de espera, finalmente estamos próximos da chegada à bolsa de uma opção de investimento que consideramos possuir grande potencial de interesse para os poupadores brasileiros. Trata-se dos ETFs de renda fixa, que tiveram sua constituição permitida pela CVM desde 2013, mas até hoje não chegaram ao nosso mercado. Desde então se iniciou a discussão sobre a chegada deste instrumento, que pode ser um primeiro contato do investidor com um ativo negociado em bolsa, mas que possui características de renda fixa, opção preferida do brasileiro.</div><div>Antes de seguirmos com o assunto, devemos definir o que é um ETF, sua importância e utilização pelos investidores. Trata-se da sigla, em inglês, para Exchange Traded Funds, que são fundos que aplicam seus recursos de forma a refletir o desempenho do seu índice de referência, tendo suas cotas negociadas em bolsa. Essa transação se dá de forma semelhante às ações, onde cada fundo possui um código de negociação, sendo o prazo de liquidação de D+1 e o lote padrão de uma cota.</div><div>Os atrativos deste instrumento são muitos. Ele demanda baixo montante inicial para aplicação e possibilita aos investidores a aquisição de uma carteira diversificada através de uma só ordem de compra, transmitindo a ela menor risco. Além disso, as taxas de administração desses fundos são baixas, em geral inferiores aos fundos tradicionais, permitindo o acesso democrático ao investimento. Especificamente com relação ao ETF de renda fixa, ele possibilita que o investidor siga as mudanças na composição ou proporção da carteira teórica de títulos de renda fixa do seu índice de referência sem a necessidade de comprar ou vender estes títulos.</div><div>A disseminação dos ETFs, não somente o de renda fixa, entre os investidores individuais é importante para ajudar a massificar ainda mais o investimento em bolsa. Assim como ocorreu nos Estados Unidos, onde hoje os fundos de índices estão entre os ativos de maior liquidez, com o tempo estes poderão ganhar força e representatividade também em nosso país. Como o investidor brasileiro ainda é marcadamente conservador e prefere o menor risco da renda fixa, os ETFs referenciados a este segmento podem ajudar a atrair a pessoa física, que teria a oportunidade de conhecer um instrumento negociado em bolsa sem o risco embutido nas ações. Com o passar do tempo, após esta experiência e com ações de educação financeira, o investidor poderá explorar outros ativos negociados na bolsa, tornando o ETF de renda fixa uma porta de entrada para este “novo mundo”.</div><div>Alguns dados podem demonstrar o pouco conhecimento da pessoa física sobre os ETFs. Atualmente, na B3 são negociadas as cotas de 15 destes fundos, todos de renda variável, a maioria ainda com liquidez bastante reduzida. Exceção para o BOVA11, que é referenciado ao Ibovespa. Mas há ETFs que poderiam ser mais utilizados pela pessoa física, tais como os referenciados em carteiras com os ativos que se destacam em termos de remuneração dos investidores sob a forma de dividendos e juros sobre o capital próprio. Ou então fundos que refletem carteiras de small caps ou de empresas com elevados padrões de governança.</div><div>Para se ter ideia da pouca utilização deste instrumento, o ETF mais negociado na B3, BOVA11, teve uma média diária de 15.142 negócios em jul/18, seguido pelo IVVB11, com média de 250 transações, e o SMAL11, com 117 negócios diários. A ação de maior peso do Ibovespa, a VALE3, teve média diária de 25.615 negócios em jul/18. Mesmo a ação com menor participação no Ibovespa, a CPFE3, teve 1.100 negócios por pregão no mês passado. Ou seja, o segundo ETF mais negociado teve ¼ da média de negócios da ação de menor peso no Ibovespa. Em número de investidores, havia 30.211 que aplicavam em ETF em julho passado. É claro que há evolução, uma vez que em igual mês de 2017 este número era de 22.165, mas é pouco se considerarmos que em fundos imobiliários este número é de 166.500, enquanto na bolsa há 736.781 investidores. Indo mais além, o Tesouro Direto possuía 2.397.549 investidores neste mesmo mês. Estes números talvez possam demonstrar o público potencial que os ETFs podem atingir, podendo os referenciados em renda fixa se tornarem o primeiro contato.</div><div>Depois de tanto tempo, aparentemente chegarão à B3 dois ETFs de renda fixa. Um deles será patrocinado pelo Tesouro Nacional e encerrou a fase de seleção do gestor do fundo neste mês de agosto. Este ETF será referenciado ao IMA-B, que é um índice com lastro em uma carteira teórica de títulos públicos que possuem uma rentabilidade prefixada mais o IPCA (NTN-B). Segundo notícias, a emissão deste ETF deve ser de R$ 300 milhões, podendo chegar a R$ 2 bilhões.</div><div>O outro ETF de renda fixa, gerido pela Mirae Asset, deve ser o primeiro a chegar à prateleira do investidor, já em setembro. Este ETF será referenciado no S&amp;P/B3 ÍNDICE DE FUTUROS DE TAXA DE JUROS - DI 3 ANOS, que procura medir o desempenho de uma carteira hipotética composta por contratos futuros de DI de três anos. A taxa de administração do fundo será de 0,40% a.a..</div><div>Que sejam bem-vindos estes novos fundos, trazendo mais opções aos investidores, o que faz parte da</div><div>constante evolução do próprio mercado brasileiro, que hoje oferece muitas opções para os poupadores. Estes, gradativamente, devem começar a conhecer as várias opções ofertadas nas plataformas das corretoras e bancos, contribuindo para que tenham mais confiança para aplicarem seus recursos e formarem carteiras de investimentos que atendam aos diversos objetivos, seja de curto ou longo prazo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   03 a 06 de setembro</title><description><![CDATA[Dois fatores serão destaques na entrante semana e devem seguir mexendo com os mercados de risco. De um lado a busca de um novo ponto de equilíbrio no mercado de câmbio com o dólar mais valorizado em relação à maioria das moedas e, de outro, as injunções políticas mexendo com os mercados locais.Nada indica que as distorções cambiais possam suavizar, exceto pela possibilidade de realizações de lucros de curto prazo. Os países afetados devem mostrar mudanças em suas políticas econômicas para que os<img src="http://static.wixstatic.com/media/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg/v1/fill/w_432%2Ch_286/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/03/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-03-a-06-de-setembro</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/09/03/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-03-a-06-de-setembro</guid><pubDate>Mon, 03 Sep 2018 12:42:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg"/><div>Dois fatores serão destaques na entrante semana e devem seguir mexendo com os mercados de risco. De um lado a busca de um novo ponto de equilíbrio no mercado de câmbio com o dólar mais valorizado em relação à maioria das moedas e, de outro, as injunções políticas mexendo com os mercados locais.</div><div>Nada indica que as distorções cambiais possam suavizar, exceto pela possibilidade de realizações de lucros de curto prazo. Os países afetados devem mostrar mudanças em suas políticas econômicas para que os investidores passem a confiar um pouco mais. Na Argentina, por exemplo, há necessidade de o governo explicitar o que fará para conter o déficit fiscal e como agirá para conter o endividamento, a inflação e reduzir os impactos de desaceleração da economia. Outros países como Turquia, África do Sul e Itália também terão que produzir mudanças de política econômica.</div><div>Como coadjuvante a isso, já teremos informações se o Canadá aderiu ao Novo Nafta e, também, se efetivamente os EUA começaram a aplicar tarifação sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses e qual a retaliação que estes eventualmente aplicarão. Os EUA foram benevolentes com a Argentina, Brasil e Coreia do Sul, e podem iniciar algum acordo com a China.</div><div>Aqui estaremos começando o horário de TV dos candidatos e o campeão de tempo de exposição (Alckmin) terá que começar a mostrar que pode figurar no segundo turno, já que parece ser o mais reformista. Isso poderia acalmar os investidores. A postura contrária agregaria maior volatilidade. Candidatos populistas no segundo turno poderiam provocar maior aversão ao risco e inversão do fluxo externo, adicionalmente pressionando o câmbio.</div><div>No que tange à análise técnica diríamos que não deveríamos perder novamente o patamar de 75500 pontos do índice sob pena de acelerar precipitações e na vertente positiva teríamos que ultrapassar de forma forte a faixa de 78800 pontos para que o mercado adquira maior tração.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 27 a 31 de agosto</title><description><![CDATA[A semana começa com muitas situações para serem analisadas, tanto no segmento internacional como no doméstico. Os investidores terão que avaliar os pronunciamentos de dirigentes de bancos centrais presentes à reunião de Jackson Hole no Kansas, inclusive os efeitos do pronunciamento de Jerome Powell, presidente do Fed, depois das pressões de Donald Trump ao dizer que “Powell não gosta de dinheiro barato”.Alguns dirigentes do Fed já se posicionaram na semana passada, sobre não darem margem às<img src="http://static.wixstatic.com/media/582ed97cb9b9442b86b99e1acd742ff1.jpg/v1/fill/w_426%2Ch_284/582ed97cb9b9442b86b99e1acd742ff1.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/26/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-27-a-31-de-agosto</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/26/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-27-a-31-de-agosto</guid><pubDate>Mon, 27 Aug 2018 02:50:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/582ed97cb9b9442b86b99e1acd742ff1.jpg"/><div>A semana começa com muitas situações para serem analisadas, tanto no segmento internacional como no doméstico. Os investidores terão que avaliar os pronunciamentos de dirigentes de bancos centrais presentes à reunião de Jackson Hole no Kansas, inclusive os efeitos do pronunciamento de Jerome Powell, presidente do Fed, depois das pressões de Donald Trump ao dizer que “Powell não gosta de dinheiro barato”.</div><div>Alguns dirigentes do Fed já se posicionaram na semana passada, sobre não darem margem às interferências de Trump e indicaram que os juros devem subir na próxima reunião de setembro e, provavelmente, também em dezembro, mantendo a postura gradualista e indo na direção da taxa de juros neutra, estimada entre 2,5% e 3,0%.</div><div>De outra feita investidores terão que analisar a possível guerra comercial entre os EUA e a China, deflagrada com a tarifação de 25% sobre produtos chineses, até US$ 16 bilhões. A resposta chinesa foi no mesmo tom e com reclamação junto à OMC. Além disso, seguem no radar internacional situações como diversas sanções americanas contra Irã, Rússia, Turquia e Coreia do Norte, essa última com visita remarcada do secretário Mike Pompeo. Coadjuvante a isso, os investidores terão que avaliar os efeitos do quadro de tensão imposto aos países emergentes pelo acirramento do protecionismo comercial e efeitos do dólar mais forte.</div><div>No cenário local vamos ter o início das campanhas para presidente, onde as posturas devem endurecer, e, também, já os primeiros efeitos de programas de Rádio e TV que começam na virada do mês. Aí sim, estaremos entrando na reta final que marcará quem efetivamente irá para disputa em segundo turno. Portanto, a tensão interna vai seguir alta, o que significa volatilidade e eventualmente mais aversão ao risco, dependendo da postura dos candidatos e seus programas.</div><div>Uma coisa parece certa, para investidores que gostam de correr risco, o momento parece o ideal. Para os que não gostam o melhor é buscar proteção na renda fixa, até que se tenha visão mais clara de processo. Do ponto de vista da análise técnica não deveríamos perder o patamar de 75000 pontos, por conta de acelerar quedas. Caso as avaliações sejam positivas teríamos que ultrapassar o patamar de 78800 pontos, para o mercado ganhar maior tração, ainda que em movimento de curto prazo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DEBATE ENTRE INVESTIMENTOS</title><description><![CDATA[Com o início dos debates entre os presidenciáveis na corrida para assumir o Palácio do Planalto, o Onde Investir resolveu aderir à contenda. Vamos trazer para o palco os candidatos a investimentos que o eleitor-investidor tem para escolher. As opções são variadas e, tal como nas eleições presidenciais, com o maior número de candidatos desde 1989, estamos diante de uma disputa das mais concorridas. Aqui não teremos ofensas pessoais e esperamos que os candidatos tragam as melhores propostas para o<img src="http://static.wixstatic.com/media/006ee635d2874711b8b837cb23cd5b92.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/22/DEBATE-ENTRE-INVESTIMENTOS</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/22/DEBATE-ENTRE-INVESTIMENTOS</guid><pubDate>Wed, 22 Aug 2018 15:41:50 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/006ee635d2874711b8b837cb23cd5b92.jpg"/><div>Com o início dos debates entre os presidenciáveis na corrida para assumir o Palácio do Planalto, o Onde Investir resolveu aderir à contenda. Vamos trazer para o palco os candidatos a investimentos que o eleitor-investidor tem para escolher. As opções são variadas e, tal como nas eleições presidenciais, com o maior número de candidatos desde 1989, estamos diante de uma disputa das mais concorridas. Aqui não teremos ofensas pessoais e esperamos que os candidatos tragam as melhores propostas para o curto/médio/longo prazos para você, eleitor-investidor, escolher a melhor opção para seu futuro.</div><div>Fazem parte deste debate os seguintes candidatos: Bolsa de Valores, Tesouro Direto, Poupança, Fundos, LCI/LCA e CDB. Pedimos que cada um se apresente rapidamente e traga suas propostas.</div><div>Bolsa de Valores: “faço parte de uma ampla coligação, com as ações, derivativos e fundos de investimentos imobiliários (FII). Possibilito a ampla diversificação, trazendo também alguns benefícios fiscais, como a isenção de IR dos dividendos. Ao comprar uma ação, você se torna sócio de uma empresa, muitas das vezes uma grande corporação, líder de seu segmento e até multinacionais. Com os FII, possibilitamos o investimento em imóveis, de forma simples e com baixo montante aplicado. Com os derivativos, você pode se alavancar ou mesmo se proteger, basta escolher o que melhor</div><div>atende seus objetivos”.</div><div>Tesouro Direto: “eu trago o novo, não sou como a Poupança, que representa a ‘velha política’. Ofereço opções de investimentos com títulos de curto, médio e longo prazo, com rentabilidade atrelada à Selic e/ou proteção contra inflação. Além disso, acompanhei a necessidade dos investidores pela rapidez e agilidade, possibilitando a compra e venda de títulos públicos pela internet diariamente, com opções de reinvestimentos automáticos. E o mais importante, você nunca perderá dinheiro comigo”.</div><div>Poupança: “o candidato Tesouro Direto falou da ‘velha política’, mas utilizou das mesmas artimanhas, não trazendo toda a verdade. Você, eleitor-investidor, pode perder dinheiro ao comprar e vender títulos no Tesouro Direto, caso não fique com estes títulos até o vencimento. Isto o candidato não falou. Eu, entretanto, prometo um ‘mundo’ mais igualitário, onde todos recebem o mesmo percentual. Pode ser pouco, mas todos que me escolhem, ganham”.</div><div>Fundos: “reúno os recursos de todos que em mim depositam sua confiança e, com equipes de gestores especializados, investimos nos melhores mercados de acordo com o cenário econômico. Hoje não nos restringimos somente aos grandes bancos e estamos nas várias plataformas em corretoras, além de abrir novos mercados para nossos cotistas, que podem acessar os mercados estrangeiros através de nossos investimentos”.</div><div>LCI/LCA: “nós trazemos um grande benefício, pois em um país com a alta carga tributária, nossa proposta é simples: isenção de imposto de renda. Além disso, nosso risco é baixo, pois temos o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que protege o investidor em caso de quebra do nosso emissor”.</div><div>CDB: “em um país conhecido pela grande burocracia, represento a agilidade e facilidade, sendo amplamente conhecido e recomendado por qualquer gerente de banco, além de contar também com a proteção do FGC e garantir uma rentabilidade na maioria das vezes superior à da poupança”</div><div>Feitas as devidas apresentações, este foi somente o primeiro “bloco” do debate. Assim, a Equipe do Onde Investir gostaria de contar com a sua participação e deixará em aberto para que os nossos leitores enviem perguntas para os “candidatos”, com suas dúvidas sobre as possibilidades que cada um pode oferecer ao eleitor-investidor.</div><div>Selecionaremos algumas perguntas dos nossos leitores e voltaremos com os próximos “blocos” trazendo as respostas de cada candidato a investimento. Assim, envie sua pergunta pelas seguintes plataformas:</div><div>Facebook – https://www.facebook.com/ondeinvestir/</div><div>Twitter – https://twitter.com/ondeinvestir?lang=pt</div><div>E-mail – ondeinvestir@lopesfilho.com.br</div><div>Blog Onde Investir – www.ondeinvestir.com.br/blog</div><div>Até o próximo encontro, aguardamos sua participação!</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   20 a 24 de agosto</title><description><![CDATA[Esta semana reserva como principal item do cardápio as pesquisas de opinião sobre os candidatos que disputam o palácio do Planalto. Durante o final de semana, além das pesquisas, os investidores terão tempo para avaliar o segundo debate televisivo dos principais candidatos. Assim, na abertura dos negócios na segunda-feira e dias subsequentes, já teremos uma ideia de como os investidores interpretam as possibilidades das chapas para o segundo tuno.Para complicar ainda mais teremos que avaliar o<img src="http://static.wixstatic.com/media/0ba5583727e04a07a2b0920b3359f2c0.jpg/v1/fill/w_407%2Ch_134/0ba5583727e04a07a2b0920b3359f2c0.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/19/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-20-a-24-de-agosto</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/19/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-20-a-24-de-agosto</guid><pubDate>Sun, 19 Aug 2018 21:13:46 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0ba5583727e04a07a2b0920b3359f2c0.jpg"/><div>Esta semana reserva como principal item do cardápio as pesquisas de opinião sobre os candidatos que disputam o palácio do Planalto. Durante o final de semana, além das pesquisas, os investidores terão tempo para avaliar o segundo debate televisivo dos principais candidatos. Assim, na abertura dos negócios na segunda-feira e dias subsequentes, já teremos uma ideia de como os investidores interpretam as possibilidades das chapas para o segundo tuno.</div><div>Para complicar ainda mais teremos que avaliar o que farão o STJ, STF e TSE com relação à chapa formatada pelo PT, com o preso Lula encabeçando. A expectativa é que as decisões não demorem muito e que até o final de agosto já se tenha uma solução. Porém, na teoria, essa celeuma poderia durar até 17/09, a partir de quando não se pode mais mudar os concorrentes ou retirar candidaturas.</div><div>Falando da área econômica, certamente essa ficou para segundo plano, mas o Brasil deveria estar se programando para alguma atuação rápida, caso o contágio da Turquia comece a prejudicar outros países. Não dá para nos fiarmos na segurança de reservas internacionais de US$ 380 bilhões, num contexto de dívida pública superior a R$ 3,6 trilhões.</div><div>No ambiente externo certamente o foco também estará na Turquia e possibilidade de contágio para outros países. Segundo o noticiário, a África do Sul é que estaria mais próxima disso, mas outras moedas estão sendo pressionadas além da lira turca e peso argentino. A rúpia indiana e o rand africano têm sofrido bastante nos últimos dias com o fortalecimento do dólar sobre praticamente todas as moedas do mundo. Vamos ficar ligados nesse fato principal, mas também avaliando como evoluirão os contatos dos EUA e China sobre o comércio bilateral.</div><div>Do ponto de vista da análise técnica seria oportuno não perder o patamar de 75800 pontos, (que chegou a ser perdido por alguns momentos no último pregão) sob pena do mercado ceder ainda mais. Melhora mesmo se e somente quando conseguir ultrapassar o patamar de 78800 pontos, mas bom mesmo só acima dos 80500 pontos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DEBÊNTURES</title><description><![CDATA[No Editorial dessa semana falaremos de um dos instrumentos de captação de recursos mais utilizados pelas empresas no Brasil. Não estamos falando das emissões primárias de ações, mas sim das debêntures. Como é um instrumento muito utilizado pelas empresas, recorrentemente o tema é tratado em nossos informes. Por exemplo, isto foi tema do Informe Matinal em algumas de suas edições:20/07/2018O Conselho de Administração da Cyrela aprovou uma emissão de debêntures não conversíveis em ações, em série<img src="http://static.wixstatic.com/media/30d1205ab4cf0420fb27a57fdf24fad3.jpg/v1/fill/w_507%2Ch_506/30d1205ab4cf0420fb27a57fdf24fad3.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/16/DEB%C3%8ANTURES</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/16/DEB%C3%8ANTURES</guid><pubDate>Thu, 16 Aug 2018 16:55:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/30d1205ab4cf0420fb27a57fdf24fad3.jpg"/><div>No Editorial dessa semana falaremos de um dos instrumentos de captação de recursos mais utilizados pelas empresas no Brasil. Não estamos falando das emissões primárias de ações, mas sim das debêntures. Como é um instrumento muito utilizado pelas empresas, recorrentemente o tema é tratado em nossos informes. Por exemplo, isto foi tema do Informe Matinal em algumas de suas edições:</div><div>20/07/2018</div><div>O Conselho de Administração da Cyrela aprovou uma emissão de debêntures não conversíveis em ações, em série única, no valor de R$ 150 milhões. As debêntures terão vencimento em julho de 2020 e serão remuneradas com juros correspondentes a 102% do CDI. Os recursos líquidos captados pela Companhia serão destinados à composição do capital de giro e refinanciamento do passivo da Cyrela.</div><div>02/07/2018</div><div>SABESP: em razão da atual volatilidade do mercado nacional, a Companhia cancelou a 23ª emissão de até R$ 750 milhões em debêntures simples, não conversíveis em ações, em até três séries, para distribuição pública com esforços restritos.</div><div>27/06/2018</div><div>SUZANO E FIBRIA: em conexão com a transação que visa combinar as operações e bases acionárias da Suzano e da Fibria, a primeira vai emitir R$ 4,6811 bilhões em debêntures. Os recursos líquidos da emissão serão integralmente utilizados para pagamento da parcela em dinheiro da aquisição da totalidade das ações ordinárias da Fibria. As debêntures, não conversíveis em ações, pagarão 112,50% do CDI e terão vencimento em 2026.</div><div>Mas, a propósito, você sabe o que são debêntures? São valores mobiliários, assim como as ações, mas que representam um título de dívida de médio e longo prazo da empresa emissora para com os que as possuem (debenturistas). Cada debênture emitida representa uma fração do total da dívida contraída pela companhia no ato da emissão, podendo ser conversíveis – que permitem aos debenturistas converter seus títulos em ações de emissão da própria empresa - ou simples - não dispõem de mecanismo de conversão. Apesar de poderem ser negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, a forma mais comum é no mercado de balcão organizado - negociação feita com a intermediação de bancos de investimentos, bancos múltiplos com carteira de investimento, sociedades corretoras, sociedades distribuidoras e agentes autônomos credenciados por essas instituições (Instrução CVM n° 202/93).</div><div>As debêntures também podem ser classificadas de acordo com a garantia oferecida, da seguinte forma:</div><div>Garantia real: asseguram os bens integrantes do ativo da companhia emissora, ou de terceiros, na forma de hipoteca, penhor ou anticrese;Com privilégio real ou garantia flutuante: têm como garantia o privilégio geral sobre o ativo da emissora, em caso de falência;Quirografária ou sem preferência: não oferecem privilégio sobre o ativo da emissora, portanto, sem preferência com os demais credores quirografários, em caso de falência da companhia;Subordinada: não há garantia e, na hipótese de liquidação da companhia, as debêntures subordinadas terão preferência de pagamento tão-somente sobre o crédito de seus acionistas.</div><div>Ou ainda quanto à sua forma, sendo:</div><div>Nominativas: emite certificado quanto onde consta o nome do titular das debêntures;Escriturais: também são nominativas, porém, sem emissão de certificado. São mantidas em contas de depósito na instituição financeira designada pela emissora (custodiante).</div><div>Podemos estabelecer algumas diferenças básicas entre ações e debêntures: enquanto esta última é um título que garante ao comprador uma renda fixa, as ações não, sua rentabilidade é variável. E ainda mais, o portador de uma debênture é um credor da empresa que a emitiu, ao contrário do acionista, que é um de seus proprietários.</div><div>Quem pode emitir debênture? Essa captação somente poderá ser feita por Sociedade por Ações, de capital fechado ou aberto. Entretanto, apenas as companhias abertas, com registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), podem realizar emissão pública de debêntures.</div><div>Uma das vantagens para as empresas que emitem debêntures é a possibilidade de determinar o fluxo de amortizações e a forma de remuneração dos títulos, possibilitando que essas condições - parcelas de amortização e as condições de remuneração - se ajustem ao fluxo de caixa da companhia. Além disso, os pagamentos de juros são deduzidos como despesas financeiras, ao contrário dos dividendos, que não são dedutíveis na apuração do resultado anual da empresa.</div><div>E, por que investir em debêntures? Caso o investidor pense em algo com risco relativamente menor e de médio/longo prazo, as debêntures podem ser consideradas uma boa opção, pois, apesar dos rendimentos de ações poderem ser superiores aos dos títulos de renda fixa, no caso das debêntures estas têm normalmente vantagem em comparação a outras aplicações de renda fixa pré ou pós-fixadas. Deve-se lembrar que há o risco do não cumprimento das obrigações por parte da emissora, ou seja, o risco de crédito.</div><div>O mercado de debêntures tende a atrair mais investidores, principalmente com uma estrutura de juros mais baixa, com os indivíduos buscando alternativas para remunerar melhor o capital poupado. Este tipo de investimento, antes voltado para investidores qualificados, começa a ser mais acessível aos investidores individuais, o que é positivo para nosso mercado de capitais, em sua constante evolução, até realmente atingir seu objetivo maior de instrumento de política econômica e desenvolvimento.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   13 a 17 de agosto</title><description><![CDATA[O índice Bovespa buscava respeitar uma zona de suporte ao redor de 78500 pontos, o que parecia ser positivo para o mercado. Contudo, após a última sexta-feira (10/08) certamente vamos ter ainda muita volatilidade em decorrência de dois fatores principais. Do lado externo a tarifação americana sobre produtos importados e as sanções impostas, que ajudaram a derrubar os mercados globais na data, e no segmento local o estresse dos investidores com relação ao processo político, as pesquisas<img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg/v1/fill/w_413%2Ch_275/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/13/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-13-a-17-de-agosto</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/13/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-13-a-17-de-agosto</guid><pubDate>Mon, 13 Aug 2018 12:11:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/><div>O índice Bovespa buscava respeitar uma zona de suporte ao redor de 78500 pontos, o que parecia ser positivo para o mercado. Contudo, após a última sexta-feira (10/08) certamente vamos ter ainda muita volatilidade em decorrência de dois fatores principais. Do lado externo a tarifação americana sobre produtos importados e as sanções impostas, que ajudaram a derrubar os mercados globais na data, e no segmento local o estresse dos investidores com relação ao processo político, as pesquisas relacionadas e quem despontará para figurar no segundo turno do final de outubro.</div><div>Porém, tudo isso parece que terá um desfecho em prazo relativamente curto. Nos EUA, passadas as eleições, Donald Trump pode ficar mais condescendente para negociar acordos com o México e Canadá e principalmente com a China. Como temos dito, com esta a situação é mais complexa, pois envolve além das discussões comerciais, outros fatores como hegemonia tecnológica e denúncias de roubo de propriedade intelectual. Mas disputas comerciais não convêm a ninguém e EUA e China devem chegar num denominador comum. </div><div>O mesmo acontece no Brasil. Aos poucos e com o auxílio das pesquisas, os agentes do mercado vão conseguir formar o quadro do segundo turno e, quem sabe, poder desfrutar dos programas de governo dos dois candidatos mais prováveis e como serão feitas as reformas. A partir daí será possível formatar uma postura de investimentos mais agressiva ou não.</div><div>De nossa parte seguimos afirmando que é exatamente em momentos de estresse que surgem as oportunidades de obtenção de ganhos extraordinários. Mas vamos com calma, os problemas não cessam com a escolha do novo presidente. O ano de 2019 será certamente muito desafiador e exigirá rígido controle dos gastos públicos e controle do endividamento. A aprovação de reformas profundas e a rapidez de votação e implantação vão determinar a percepção dos investidores locais e estrangeiros interessados em Brasil.</div><div>No mais, no curto prazo, vejamos quais serão os efeitos da crise turca por nossas bandas (lembramos do efeito Orloff, quando da crise russa).</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FATO OU FAKE</title><description><![CDATA[A era da informação, quando os avanços tecnológicos permitem a difusão de fatos quase que instantaneamente, também proporciona um efeito contrário. Quando usado para o “mal”, pode ocorrer a disseminação de conteúdos falsos. Assim, a informação torna-se desinformação, que resulta em prejuízos e decisões erradas. Está aí um dos grandes desafios enfrentados por todos. As "fake news" ganharam destaque nas eleições norte-americanas e de outros países, sendo uma grande preocupação no Brasil.Vamos<img src="http://static.wixstatic.com/media/c8614b1fd20943efbaef426f09a7eada.jpg/v1/fill/w_488%2Ch_326/c8614b1fd20943efbaef426f09a7eada.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/08/FATO-OU-FAKE</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/08/FATO-OU-FAKE</guid><pubDate>Wed, 08 Aug 2018 14:22:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c8614b1fd20943efbaef426f09a7eada.jpg"/><div>A era da informação, quando os avanços tecnológicos permitem a difusão de fatos quase que instantaneamente, também proporciona um efeito contrário. Quando usado para o “mal”, pode ocorrer a disseminação de conteúdos falsos. Assim, a informação torna-se desinformação, que resulta em prejuízos e decisões erradas. Está aí um dos grandes desafios enfrentados por todos. As &quot;fake news&quot; ganharam destaque nas eleições norte-americanas e de outros países, sendo uma grande preocupação no Brasil.</div><div>Vamos extrapolar o tema e trazer para o nosso dia-a-dia dos investimentos, afinal, sabemos que, por exemplo, o mercado de ações é recheado de mitos, com histórias de sucesso e fracasso e fórmulas mágicas para se obter ganhos extraordinários. Vejamos então algumas verdades e mentiras “contadas” em nosso mercado.</div><div>Bolsa de Valores é um jogo!</div><div>FAKE</div><div>Existe uma falsa impressão, alimentada principalmente por gente que não tem o menor conhecimento, de que a bolsa de valores é um jogo. Bolsa de Valores não é jogo do bicho, onde a simples interpretação de um sonho transforma-se em um bom palpite. Investimentos devem ser tomados com base em análises (conjunturais, setoriais, de empresas e gráficas). Portanto, investir em ações pode ser um jogo, mas de estratégia, na qual se objetiva obter o melhor resultado. Ou seja, fazer seu capital aumentar.</div><div>Bolsa de valores é lugar de especuladores, que querem roubar seu dinheiro!</div><div>NEM VERDADE, NEM MENTIRA</div><div>Ao buscar nos dicionários o termo especular, do latim specularis, encontramos a seguinte definição “examinar com atenção, observar, pesquisar, estudar com atenção e minúcia sob o ponto de vista teórico ou meter-se em negócios com mira em lucros”. Logo, a verdade é que a bolsa abriga especuladores, distinguindo-os do manipulador, que é aquele que quer apenas provocar distorções artificiais nos preços para auferir ganhos fáceis.</div><div>Não se perde dinheiro no Tesouro Direto!</div><div>FAKE</div><div>Você pode ter rentabilidade negativa ou diferente da inicialmente pactuada no Tesouro Direto. Mostramos isto neste Editorial (VARIAÇÕES NEGATIVAS NO TESOURO DIRETO). Nos títulos pós-fixados sua rentabilidade depende tanto do desempenho do indexador quanto da taxa contratada no momento da compra. De maneira análoga ao comportamento dos juros, as expectativas para inflação e o prazo para vencimento também influenciarão os preços dos títulos. Resumidamente: maior expectativa de inflação, queda no preço; menor projeção, aumento no preço. Devemos ressaltar que, quando carregados até o vencimento, os títulos pagarão a rentabilidade pactuada no momento da compra e você não incorrerá em prejuízos.</div><div>Copa do Mundo e o resultado das eleições no Brasil</div><div>FAKE</div><div>Falamos sobre isso neste Editorial (FUTEBOL, ELEIÇÕES E BOLSA) e mostramos que não há correlação entre o resultado no campo e nas eleições.</div><div>Investir em ações é algo rentável no longo prazo!</div><div>FATO</div><div>Está aí uma das frases mais comuns. Em grande parte das vezes, nos momentos de otimismo ou pessimismo do mercado, não nos atentamos para esta regra básica. É difícil comprar quando tudo parece muito ruim e vender quando imperam as expectativas otimistas. Porém, estes momentos podem contemplar boas chances de ganhos, principalmente para os mais arrojados e preparados. Por exemplo, comprando ações ao longo destes períodos, podem ser montadas carteiras com custo médio baixo. Na alta é a mesma coisa, pois o céu nunca é o limite.</div><div>Não devemos “colocar todos os ovos na mesma cesta”, ou seja, diversifique seus investimentos</div><div>NEM VERDADE, NEM MENTIRA</div><div>Esta pode ser uma alternativa bastante atraente com o intuito de minimizar os riscos, porém, uma diversificação muito grande pode reduzir os ganhos. É importante que haja um equilíbrio, com menor diversificação quando os recursos iniciais forem baixos, aceitando-se um maior nível de risco, aumentando-se a diversificação quando atingir um montante de maior grandeza, assumindo menores riscos.</div><div>É necessário grande volume de recursos para investir em ações!</div><div>FAKE</div><div>Não há forma mais democrática de se permitir que um indivíduo qualquer possa ser sócio de uma grande empresa, mesmo que de uma pequena fatia. Por exemplo, como um assalariado comum poderia ser sócio e receber parte dos lucros de uma das maiores empresas de papel e celulose do mundo ou de uma grande companhia do setor tecnológico? O mercado acionário permite que “pessoas comuns” sejam sócias de grandes corporações, sem necessariamente “entender do assunto”.</div><div>Por fim, devemos destacar que o assunto não se encerra. Vamos seguir com nosso compromisso de desmistificar os investimentos, desfazer mitos e colaborar para o maior conhecimento dos nossos leitores, para que possam tomar as melhores decisões na alocação de seus recursos financeiros. Sempre que necessário fazemos inserções no Blog Onde Investir ou no Informe Diário, trazendo alertas sobre conteúdos duvidosos disseminados que possam atrapalhar os investidores e até mesmo aqueles que queiram passar a investir.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   06 a 10 de agosto</title><description><![CDATA[Dois temas certamente serão repassados para a semana entrante e devem afetar o comportamento dos mercados. No segmento internacional ainda as discussões na área comercial, especialmente entre os EUA e a China. No plano local o término das convenções partidárias e escolhas de candidatos ou apoios, e ainda o registro de candidaturas. Fica pendente o que o STF fará sobre a prisão de Lula e decisão pelo TSE.No plano externo é de se prever maior suavização da situação comercial, pelo menos no que<img src="http://static.wixstatic.com/media/6a09dadbfe8e4b2c844d14f0df73cb86.jpg/v1/fill/w_476%2Ch_317/6a09dadbfe8e4b2c844d14f0df73cb86.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/06/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-06-a-10-de-agosto</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/08/06/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-06-a-10-de-agosto</guid><pubDate>Mon, 06 Aug 2018 12:14:08 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/6a09dadbfe8e4b2c844d14f0df73cb86.jpg"/><div>Dois temas certamente serão repassados para a semana entrante e devem afetar o comportamento dos mercados. No segmento internacional ainda as discussões na área comercial, especialmente entre os EUA e a China. No plano local o término das convenções partidárias e escolhas de candidatos ou apoios, e ainda o registro de candidaturas. Fica pendente o que o STF fará sobre a prisão de Lula e decisão pelo TSE.</div><div>No plano externo é de se prever maior suavização da situação comercial, pelo menos no que tange ao México e, possivelmente, Canadá. Porém, fica difícil prever o que acontecerá entre EUA e China. Uma coisa parece certa: existe um certo jogo de cena dos dois lados. Trump querendo resolver as próximas eleições de novembro e a China tentando não ficar isolada. Ocorre que o problema transcende ao comércio internacional e envolve disputas hegemônicas desde tecnologia à acusação de roubo de propriedade intelectual. Muito mais complexo de ser resolvido.</div><div>Ficam ainda por serem resolvidas pendências americanas com relação às denúncias de interferência russa nas eleições americanas. O FBI deu declarações que a situação continua, ou pelo menos as tentativas, apesar de menos intensas. Isso pode gerar desdobramentos diplomáticos importantes. As declarações foram duras dizendo que a Rússia tenta menosprezar a democracia americana. </div><div>No cenário local vamos ter novos resultados de pesquisas eleitorais, dessa feita bem mais esclarecedoras e começando a definir os candidatos e potencial de figurarem no segundo turno.</div><div>Do ponto de vista da análise técnica seguimos acreditando ser possível o Ibovespa manter e ultrapassar o patamar de 81500 pontos e conseguir firmar rumo aos 85000 pontos. Por outro lado, não deveríamos perder o patamar de 78500 pontos sob pena de acelerar precipitações.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   30 DE JULHO A 3 DE AGOSTO</title><description><![CDATA[A semana passada foi pródiga em alterações bruscas de mercado, basicamente em função de dois vetores principais. De um lado as tensões comerciais entre os EUA e vários países, agora mais brandas pelo possível acordo com a União Europeia, mas ainda bastante complicadas no que se refere à China. Esse será ponto importante a ser avaliado ao longo da semana. Como temos dito, as disputas com a China envolvem outros fatores ligados à tecnologia e hegemonia tecnológica, aspectos bem mais difíceis de<img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg/v1/fill/w_413%2Ch_275/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/30/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-30-DE-JULHO-A-3-DE-AGOSTO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/30/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-30-DE-JULHO-A-3-DE-AGOSTO</guid><pubDate>Mon, 30 Jul 2018 12:13:52 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/><div>A semana passada foi pródiga em alterações bruscas de mercado, basicamente em função de dois vetores principais. De um lado as tensões comerciais entre os EUA e vários países, agora mais brandas pelo possível acordo com a União Europeia, mas ainda bastante complicadas no que se refere à China. Esse será ponto importante a ser avaliado ao longo da semana. Como temos dito, as disputas com a China envolvem outros fatores ligados à tecnologia e hegemonia tecnológica, aspectos bem mais difíceis de serem resolvidos, já que os EUA reclamam de roubo de propriedade intelectual.</div><div>Já a safra de balanços referentes ao segundo trimestre do ano tende a declinar, depois de muitas empresas de ponta já terem apresentado seus resultados, mas ainda teremos efeitos também pontuais decorrentes de ajustes de posições de carteiras de gestores de recursos. O cenário em mudança no mundo também acelera esse giro de posições, o que subentende a continuidade da volatilidade.</div><div>Internamente, a avaliação maior fica por conta do processo político e movimentação dos candidatos para as próximas eleições. Ainda há coligações por serem feitas e isso pode mudar a perspectiva de candidatos que poderão frequentar o segundo turno. Por enquanto ainda não dá para fazer previsões com boa margem de acerto, situação que pode começar a clarear a partir do próximo 05/08, data final para as convenções.</div><div>Temos que considerar ainda que em termos de B3 já houve boa recomposição de perdas, depois de o índice ter atingido a mínima na casa dos 69000 pontos em pouquíssimo tempo, e ter voltado ao patamar de 80000 pontos. Claro que estamos longe do recorde alcançado em fevereiro e abril, ao redor de 88000 pontos, mas também temos que considerar que não houve grande mudança de cenário de lá até aqui. Se isso aconteceu, foi para pior.</div><div>Assim, há espaço para manter o processo de recuperação, mas também existe espaço para realizações de lucros, sobretudo considerando a variação da taxa cambial. Indefinições à parte, pela análise técnica, seguimos achando possível superar o patamar de 80800 pontos e descortinar horizonte mais alto, mas não deveríamos perder a faixa de 78500 pontos, sob pena do mercado acelerar quedas. </div><div>Cabe destacar a realização no correr da semana das reuniões do FOMC e do nosso Copom, que podem trazer alguma novidade, mesmo que seja na leitura de seus comunicados.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 23 A 27 DE JULHO</title><description><![CDATA[A entrante semana parece ser crucial para começo de definição dos embates políticos da próxima eleição presidencial. No final da semana, o chamado Centrão fechou apoio à candidatura de Geraldo Alckmin e os investidores gostam da postura reformista e moderada do candidato, que pode ter garantido tempo de TV ao redor de 5 minutos, caso confirmado o apoio do Centrão. Nesse aspecto os partidos deste bloco devem anunciar a decisão durante a semana.O período será de convenções partidárias e Ciro Gomes<img src="http://static.wixstatic.com/media/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg/v1/fill/w_476%2Ch_317/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/23/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-23-A-27-DE-JULHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/23/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-23-A-27-DE-JULHO</guid><pubDate>Mon, 23 Jul 2018 03:44:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg"/><div>A entrante semana parece ser crucial para começo de definição dos embates políticos da próxima eleição presidencial. No final da semana, o chamado Centrão fechou apoio à candidatura de Geraldo Alckmin e os investidores gostam da postura reformista e moderada do candidato, que pode ter garantido tempo de TV ao redor de 5 minutos, caso confirmado o apoio do Centrão. Nesse aspecto os partidos deste bloco devem anunciar a decisão durante a semana.</div><div>O período será de convenções partidárias e Ciro Gomes já tenta nova aproximação com o PT, dizendo que seu governo será para os pobres. Restam ainda Bolsonaro, que hoje tem 8 segundos de TV, e Marina Silva, também com exíguo tempo para se reposicionar. Bolsonaro tem perdido apoios e não consegue escolher seu vice, o que tenderia a emagrecer sua candidatura.</div><div>Esse será um fato a ser considerado pelos investidores e se refere exclusivamente ao ambiente interno. Ocorre que no cenário externo a situação segue muito séria e os investidores terão que equilibrar a melhora política com as disputas comerciais que estão acirrando. Trump X Merkel, Brexit e exposição fiscal de países da União Europeia compõem mosaico importante para definição de postura de investidores com relação ao risco e permanência de ingresso de recursos no segmento local com recomposição de posições.</div><div>Pela análise técnica seria bom que conseguíssemos ultrapassar o patamar de 78.890 pontos com consistência, e ir buscar o novo objetivo perto de 81000 pontos do índice. Como temos afirmado, existe muito espaço para recuperação dos preços dos ativos no mercado local, mas a situação de crise comercial inibe um pouco tudo isso. Porém, é exatamente nesses momentos que surgem boas chances de lucros extraordinários.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   16 A 20 DE JULHO</title><description><![CDATA[O clima geopolítico tenso que iniciou a semana acabou dando lugar a declarações mais brandas do presidente Donald Trump sobre as relações comerciais americanas, dando chance de os mercados de risco se recuperarem um pouco. Tanto isso é verdade que o Nasdaq voltou a bater recorde histórico de pontos e por aqui os investidores voltaram a aportar soma mais expressiva de recursos no segmento Bovespa da B3, em julho positivo em R$ 1,35 bilhãoTambém podemos citar que, pelo menos por enquanto,<img src="http://static.wixstatic.com/media/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg/v1/fill/w_388%2Ch_257/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Equipe de Análise da Lopes Filho &amp;amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/16/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-16-A-20-DE-JULHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/16/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-16-A-20-DE-JULHO</guid><pubDate>Mon, 16 Jul 2018 12:16:14 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg"/><div>O clima geopolítico tenso que iniciou a semana acabou dando lugar a declarações mais brandas do presidente Donald Trump sobre as relações comerciais americanas, dando chance de os mercados de risco se recuperarem um pouco. Tanto isso é verdade que o Nasdaq voltou a bater recorde histórico de pontos e por aqui os investidores voltaram a aportar soma mais expressiva de recursos no segmento Bovespa da B3, em julho positivo em R$ 1,35 bilhão</div><div>Também podemos citar que, pelo menos por enquanto, conseguimos passar o patamar de 75300 pontos, o que abre espaço para buscar outros mais elevados, chegando a algo próximo de 77.700 e, posteriormente, 79.800 pontos. O recesso do Judiciário e agora do Legislativo induz postura de maior tranquilidade.</div><div>Apesar disso, Donald Trump é sempre imprevisível e pode mudar de humor em poucos instantes. Porém as tensões com o comércio internacional não vão sair muito do radar dos investidores e a grande discussão agora passa a ser a nova abertura de diálogo com a China e o tratamento comercial dado aos aliados de sempre da Europa, notadamente no que tange ao setor automotivo e tarifação. Além disso, podemos ter novas negociações sobre o NAFTA, mas as relações devem seguir tensas com o Brexit.</div><div>Aqui, devemos ter cuidados com a política e mudanças de rumo das possíveis coligações partidárias. Nesse aspecto, parece que não teremos trégua nem mesmo com o recesso. Igualmente, parece importante dar seguimento ao destravamento para venda de distribuidoras de energias e também com relação à cessão onerosa.</div><div>De qualquer forma, seguimos acreditando que existe muito espaço para recuperações e absorção de vendas de curto prazo, principalmente se houver algum retorno de recursos por parte dos investidores estrangeiros. Estamos otimistas com a possibilidade de uma terceira semana de mercado acionário em alta por aqui, mas a volatilidade vai continuar alta. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>FUTEBOL, ELEIÇÕES E BOLSA</title><description><![CDATA[Estas três palavras parecem assuntos que renderiam discussões acaloradas. Lembra até aquele dito popular: “futebol, política e religião não se discute”. Mas estas palavras que formam o título deste texto estão muito em voga e não vamos “fugir da raia”. Vejamos como esse arco se forma e se entrelaça.A Copa do Mundo teve sua final no último mês e infelizmente mais uma vez o hexacampeonato não foi possível. Mas o assunto dominou o noticiário, ainda mais no Brasil, conhecido (às vezes<img src="http://static.wixstatic.com/media/f07cfdd084cd413190cafd61f8e51597.jpg/v1/fill/w_463%2Ch_308/f07cfdd084cd413190cafd61f8e51597.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/13/FUTEBOL-ELEI%C3%87%C3%95ES-E-BOLSA</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/13/FUTEBOL-ELEI%C3%87%C3%95ES-E-BOLSA</guid><pubDate>Fri, 13 Jul 2018 18:44:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f07cfdd084cd413190cafd61f8e51597.jpg"/><div>Estas três palavras parecem assuntos que renderiam discussões acaloradas. Lembra até aquele dito popular: “futebol, política e religião não se discute”. Mas estas palavras que formam o título deste texto estão muito em voga e não vamos “fugir da raia”. Vejamos como esse arco se forma e se entrelaça.</div><div>A Copa do Mundo teve sua final no último mês e infelizmente mais uma vez o hexacampeonato não foi possível. Mas o assunto dominou o noticiário, ainda mais no Brasil, conhecido (às vezes pejorativamente) por ser o país que vive mais intensamente este esporte. Várias foram as matérias que relacionam os mais variados temas ao futebol, como, por exemplo, cadernos de gastronomia que falam das comidas típicas dos países que disputaram a Copa, ou empresas que querem ligar sua marca ao evento esportivo. Até mesmo bancos e analistas fizeram “estudos”, com modelos que previam o resultado da Copa, que tiveram uma conclusão recorrente: o Brasil seria campeão.</div><div>Coincidentemente (ou não), nestes mesmos anos da maior celebração do futebol, o Brasil passa por eleições presidenciais, fator que mexe muito com o ânimo dos investidores. Neste ano não tem sido diferente, talvez ainda mais latente, basta ver os reflexos das pesquisas eleitorais sobre as ações das empresas, não somente as controladas pelo governo, mas de todo o mercado acionário local.</div><div>Para alguns, estes assuntos se entrelaçam, com a afirmação de que o resultado no campo influencia nas urnas. Neste ponto chegamos às suas decisões de investimentos, visto que há discussão sobre os rumos da economia devido ao perfil de cada candidato, com os velhos antagonismos (liberal pró-mercado x intervencionista).</div><div>Nosso histórico de democracia e estabilidade econômica nos permite um breve olhar de pouco mais de 20 anos, mas já podemos observar se há alguma relação dos três fatores, incluindo a economia. No quadro abaixo, mostramos o desempenho do Brasil na Copa, o resultado da eleição e uma síntese do momento econômico no período.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_0ee43643cd554aff9f89d9d55696686b~mv2.jpg"/><div>Desta forma, não dá para afirmarmos uma correlação entre o resultado no campo e nas eleições. Nas duas conquistas da seleção neste período, em 1994 o vencedor nas eleições era um candidato governista, mas em 2002 o vencedor era da oposição. Nas derrotas do “escrete” canarinho, observamos os candidatos governistas sempre conquistaram as vitórias nas urnas (reeleições de FHC e Lula e eleição e reeleição de Dilma Rousseff). Torcer pelo fracasso do país numa Copa, com o vislumbre de que isto influenciará o resultado das eleições, parece ser infundado, mas não foram poucas as vozes que “louvaram” a derrota da Seleção com o argumento de que, pelo menos, o brasileiro não ficaria satisfeito com o futebol e isso se transformaria em maior consciência nas urnas.</div><div>No fim, tentar explicar o resultado de uma eleição pelo desempenho do Brasil em uma Copa do Mundo parece ser algo muito simplista. Fosse por isso, uma sonora derrota por 7 a 1 em casa deveria representar uma grande revolta da população e o final de qualquer chance de vitória nas urnas de um candidato governista, certo? Pois não foi isso que ocorreu, como sabemos. Se é para utilizarmos uma hipótese simplificadora, é mais apropriado partirmos de uma frase que ficou conhecida após ser utilizada na campanha presidencial de Bill Clinton (&quot;It's the economy, stupid&quot;). Sim, o desempenho econômico explica melhor a preferência do eleitorado. Afinal, uma economia pujante, com inflação controlada e oferta de empregos, é a melhor forma de convencer o eleitor de que o candidato será um bom governante.</div><div>Mas e na bolsa, será que o resultado da Copa traz reflexo na bolsa? Mais uma prova de que os indivíduos são racionais e não se pode notar qualquer distorção devido a uma eventual euforia ou decepção pós-Copa. Observando o desempenho do Ibovespa no dia seguinte à decisão e na semana seguinte, não se constata qualquer reflexo. Utilizamos também o desempenho do Dow Jones, para comparar se houve descolamento com o comportamento do Ibovespa aos demais mercados acionários. Nas duas vitórias brasileiras, o Ibovespa caiu mais que o Dow Jones no dia seguinte à final, o mesmo ocorrendo durante a semana. Nas derrotas também não dá para se obser var maior queda devido à decepção futebolística.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_9509ad196a144c178ed297e2b95f7f57~mv2.jpg"/><div>Para finalizar, a conquista do hexa ficou para daqui quatro anos, no Catar, quando estaremos mais uma vez na torcida, assim como desejamos que o eleitor saiba escolher, daqui a poucos meses, os candidatos que tenham melhores propostas para o Brasil. Não esperamos um salvador da pátria, pois sabemos que, assim como no futebol, impor toda a esperança em um só “jogador” não costuma trazer o resultado esperado.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   02 A 06 DE JULHO</title><description><![CDATA[Uma coisa parece certa: a volatilidade não deve largar os mercados de risco, tanto no exterior como no segmento doméstico. Do lado externo duas questões surgem como importantes: as tensões sobre o comércio transnacional e as discussões no âmbito europeu de um projeto conjunto de imigração, que pode evoluir para maior entrelaçamento de ideias ou separar ainda mais os países.Para completar, não podemos esquecer Donald Trump, sempre fazendo das suas, seja no que tange às tensões comerciais ou até<img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg/v1/fill/w_401%2Ch_267/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/02/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-02-A-06-DE-JULHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/07/02/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-02-A-06-DE-JULHO</guid><pubDate>Mon, 02 Jul 2018 03:21:05 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/><div>Uma coisa parece certa: a volatilidade não deve largar os mercados de risco, tanto no exterior como no segmento doméstico. Do lado externo duas questões surgem como importantes: as tensões sobre o comércio transnacional e as discussões no âmbito europeu de um projeto conjunto de imigração, que pode evoluir para maior entrelaçamento de ideias ou separar ainda mais os países.</div><div>Para completar, não podemos esquecer Donald Trump, sempre fazendo das suas, seja no que tange às tensões comerciais ou até com os problemas imigratórios envolvendo o México e países próximos, além, é claro, dos viajantes islâmicos proibidos de entrar em solo americano. Trump sempre imprevisível e constantemente motivo de bruscas mudanças de sinais dos mercados, ainda mais que está agora melhor assessorado por seu núcleo duro.</div><div>Aqui nada de mais concreto podemos esperar sobre o comportamento da economia. Dados de conjuntura se deteriorando sem que o governo consiga emplacar ajustes, STF piorando um pouco mais, como fez Lewandowski proibindo a privatização de empresas estatais sem aval do Congresso, e este último preocupado com festas juninas e processo sucessório, não introjetando a gravidade dos problemas nacionais.</div><div>Com o processo político ainda longe de maior clareza sobre os candidatos é de se esperar fake news e situação improváveis, como Aldo Rebelo de vice-presidente na chapa de Alckmin. De qualquer forma, uma coisa parece certa: aqueles que estão na faixa de 1% ou 2% das preferências não têm qualquer chance de despontar e já deveriam estar buscando coalisões.</div><div>Do ponto de vista da análise técnica seria preciso buscar a faixa de 71600 pontos, depois de galgar nesta última sexta-feira os 72600 pontos, buscar objetivo em 75400 pontos. Na hipótese negativa não deveríamos perder a faixa de 69200 pontos, sob pena de entrar em nova precipitação. De qualquer forma, as quedas recentes deixam boa margem para maiores recuperações, mas seria preciso surgirem boas notícias externas e, principalmente, internas. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CENTRAL DA BOLSA</title><description><![CDATA[Em tempos de Copa do Mundo é comum a transmissão das famosas mesas redondas, recheadas de especialistas a discutir jogadas, jogadores, táticas e dramas ao redor dos gramados. Que tal então aproveitarmos o clima futebolístico e discutirmos o que rola no mundo dos investimentos nestes tempos de frio na barriga e apreensão nos mercados?O pontapé inicial foi dado e a tensão se elevou em todo o globo com as duas maiores potências econômicas saindo do campo somente das provocações entre seus líderes,<img src="http://static.wixstatic.com/media/50e880b8b55047279e5b34a6188e6018.jpg/v1/fill/w_401%2Ch_401/50e880b8b55047279e5b34a6188e6018.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/27/CENTRAL-DA-BOLSA</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/27/CENTRAL-DA-BOLSA</guid><pubDate>Wed, 27 Jun 2018 15:06:58 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/50e880b8b55047279e5b34a6188e6018.jpg"/><div>Em tempos de Copa do Mundo é comum a transmissão das famosas mesas redondas, recheadas de especialistas a discutir jogadas, jogadores, táticas e dramas ao redor dos gramados. Que tal então aproveitarmos o clima futebolístico e discutirmos o que rola no mundo dos investimentos nestes tempos de frio na barriga e apreensão nos mercados?</div><div>O pontapé inicial foi dado e a tensão se elevou em todo o globo com as duas maiores potências econômicas saindo do campo somente das provocações entre seus líderes, com Donald Trump partindo para o ataque com a tarifação de importações da China. Os adversários não se intimidaram e contra-atacaram na mesma medida. Com os ânimos cada vez mais aflorados, EUA e China mantiveram as provocações e ameaças de aplicação de novas tarifas sobre importações, o que gera tensão nos mercados com os possíveis reflexos sobre o comércio mundial, atividade econômica e nível de preços.</div><div>A atuação do Fed foi mais um fator a influenciar negativamente os mercados acionários, uma vez que confirmou as expectativas do mercado e elevou os juros em 0,25 p.p., além de indicar o objetivo de mais dois aumentos neste ano. Com o “líder” apertando sua política monetária, outros bancos centrais passaram a ser monitorados, com agentes em busca de indícios sobre quando também passariam a reverter o afrouxamento monetário vigente nas economias mais desenvolvidas. BCE, BoE e BoJ ainda não consideraram o momento como adequado, visto que suas metas de inflação ainda estariam superiores aos patamares vigentes.</div><div>Assim como o Tite mudou os ânimos da Seleção e retirou o escrete canarinho da incomoda situação na tabela das Eliminatórias para a Copa, conseguindo uma classificação tranquila, o Brasil também caminhava com sua recuperação econômica, vencendo a recessão e começava a mostrar melhores sinais em sua atividade, com seus diversos setores recobrando a melhor forma. No início do ano, porém, as perspectivas começavam a mudar, com os especialistas revisando para baixo algumas projeções de crescimento do PIB. A greve dos caminhoneiros, então, expôs uma grave crise no time que já não andava harmonioso e nem vivia uma boa fase que chegou demonstrar.</div><div>Com o País parado, o reflexo sobre a atividade ainda não foi efetivamente medido pela contabilidade oficial, mas ficou nítido o choque sobre as empresas, muitas delas divulgando o impacto sobre suas operações. A inflação, em nível baixíssimo e que registrava por diversas vezes os menores índices em décadas, voltou a reagir, mesmo sem colocar em risco a meta estabelecida para o Bacen. O dólar seguiu em disparada, se aproximando dos R$ 4,00, o que geraria ainda mais impacto sobre o nível de preços.</div><div>Os questionamentos constantes sobre o “capitão” brasileiro, com forte rejeição das ruas e sob marcação cerrada, prejudicou a atuação do Governo, que não foi ágil e nem eficiente na resolução da crise. Em meio aos desencontros entre as lideranças do Planalto e acuado pela situação que se agravava com o início de desabastecimento de alimentos, falta de combustíveis e preocupação com os atendimentos hospitalares, o Governo cedeu à pressão dos grevistas. Entre os vários pontos atendidos, o subsídio ao diesel trouxe incertezas quanto ao cumprimento das metas fiscais, uma vez que o “caixa” já anda vazio e com pouca margem para gastos extras.</div><div>As dúvidas sobre a capacidade do Governo em cumprir as metas fiscais se juntaram à proximidade com as eleições, que também entraram no radar. Em momentos de incerteza e pressão os investidores não parecem ter dúvidas, partem para a retranca, tiram os atacantes e “fecham a casinha”. Assim os investidores passaram a buscar opções mais defensivas para seus portfólios, à medida que as pesquisas para as eleições de outubro não mostram reação dos candidatos pró-mercado e comprometidos com a agenda de reformas.</div><div>Com os agentes do mercado estressados com a combinação de temores internos e externos, Banco Central e Tesouro entraram em campo e agiram como os back centrais em defesa do valor da moeda nacional e dos títulos públicos brasileiros. A tática foi partir para o ataque com o aumento substancial da oferta de swaps cambiais pela autoridade monetária, enquanto o guarda do cofre do governo atuou na compra e venda de títulos públicos. O resultado foi a estabilização nos mercados de dólar e juros futuros, que haviam perdido um pouco da racionalidade e se descolado dos fundamentos.</div><div>O Banco Central também se viu pressionado e teve de alterar a condução da política monetária, encerrando o ciclo de cortes da Selic, estabilizada por duas reuniões em 6,50% a.a., quando anteriormente se vislumbrou uma redução extra de 0,25 p.p.. Após todo o estresse, houve um momento em que a curva de juros futuros chegou a precificar elevação da Selic na reunião de junho. Porém, com o dólar em menor patamar, a inflação ainda sob controle e a fraqueza da atividade econômica, o Copom optou pela manutenção dos juros e indicou que a taxa poderá seguir no patamar atual nas próximas reuniões.</div><div>Todos estes desafios recentes parecem ter prejudicado qualquer “bolão” de apostas para o Ibovespa ao final do ano. Começamos 2018 com o otimismo em alta e as projeções apontavam que o índice atingiria pelo menos os 85 mil pontos em dezembro. Mas a bonança foi além, o Ibovespa ultrapassou esse patamar muito antes e já em março chegou aos 87 mil pontos, quando então as apostas passaram a ver o índice próximo dos 100 mil pontos. Agora, em uma brusca virada, muitos “comentaristas” já projetam uma queda precoce para os 63 mil pontos.</div><div>A Lopes Filho ainda mantém seu preço justo para o Ibovespa acima dos 90 mil pontos, mas devemos lembrar que não há um prazo para o índice atingir tal patamar, assim como há muitas premissas que precisam se realizar. Ou seja, “precisa combinar com os russos”, como disse um famoso jogador de futebol. Seguimos acreditando que somente com algumas notícias positivas os mercados poderiam mostrar maior recuperação. A começar, a Câmara conseguiu votar a cessão onerosa do petróleo, uma discussão da Petrobras e Tesouro, positiva para ambos. Ainda nessa linha é necessário que o projeto de privatização da Eletrobrás e venda de distribuidoras de energia saia do papel. Mas também seria preciso boas notícias na área macroeconômica e política, algo que parece bem mais complicado, isto tudo sem falar do cenário externo, muito mais envolto de incertezas do que no início do ano.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   25 A 29 DE JUNHO</title><description><![CDATA[A semana que está começando deve ficar quase totalmente focada no noticiário internacional, versando sobre práticas comerciais. Será preciso avaliar os desdobramentos da crise entre os EUA e a China, seguida das reações de outros países, como o bloco da União Europeia. Aliás, aparentemente, China e União Europeia vão fazer uso de boa tática ao focar não em produtos a serem sobretaxados, mas em empresas expressivas americanas, com maior poder de pressão sobre Donald Trump.A situação parece mais<img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/25/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-25-A-29-DE-JUNHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/25/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-25-A-29-DE-JUNHO</guid><pubDate>Mon, 25 Jun 2018 12:34:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/><div>A semana que está começando deve ficar quase totalmente focada no noticiário internacional, versando sobre práticas comerciais. Será preciso avaliar os desdobramentos da crise entre os EUA e a China, seguida das reações de outros países, como o bloco da União Europeia. Aliás, aparentemente, China e União Europeia vão fazer uso de boa tática ao focar não em produtos a serem sobretaxados, mas em empresas expressivas americanas, com maior poder de pressão sobre Donald Trump.</div><div>A situação parece mais calma no plano internacional com os principais bancos centrais dando uma trégua nas discussões sobre política monetária, já que realizaram suas reuniões, deixando tempo para os mercados buscarem reequilibrar. Porém, isso, não impede especulações sobre novos passos, especialmente do banco central inglês e do europeu (BCE), além do australiano.</div><div>Por aqui é possível que a Câmara ainda consiga discutir e votar cadastro positivo e PL das distribuidoras de energia, base para começar o processo de capitalização de Eletrobrás. Já o cadastro positivo deve ficar mesmo para julho e a derrota de Petrobras no processo trabalhista julgado pelo TST, não traz repercussões de curto prazo para a companhia, já que teremos recursos sendo apresentados.</div><div>Afora isso, não é de esperar nenhuma ação mais contundente na área econômica e nenhuma decisão na área política. Nesse aspecto ainda teremos muitas especulações, antes de o quadro sucessório começar a ficar melhor definido. Do ponto de vista da análise técnica não poderíamos perder patamar próximo de 68800 pontos, sob pena de acelerar perdas. Para cima teríamos muito espaço para recuperação, até vazar para cima a casa de 74000 pontos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>COPA DO MUNDO</title><description><![CDATA[A bola já está rolando na Rússia e, como todo brasileiro, não poderíamos ignorar o assunto Copa do Mundo. Ok, talvez não haja o clamor de outros tempos, seja reflexo do 7 x 1 ou do desânimo da população com a constante crise política e econômica, mas a competição ainda atrai bastante a atenção. Não podemos, claro, abandonar nosso foco principal que são os investimentos. Pena que não tivemos enviados especiais para cobrir este que é o segundo maior evento esportivo do mundo (confessamos que a<img src="http://static.wixstatic.com/media/a8a25b4c5f6a41d69ed0c1f1f0d5803a.jpg/v1/fill/w_470%2Ch_313/a8a25b4c5f6a41d69ed0c1f1f0d5803a.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/19/Copa-do-Mundo</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/19/Copa-do-Mundo</guid><pubDate>Tue, 19 Jun 2018 18:07:37 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/a8a25b4c5f6a41d69ed0c1f1f0d5803a.jpg"/><div>A bola já está rolando na Rússia e, como todo brasileiro, não poderíamos ignorar o assunto Copa do Mundo. Ok, talvez não haja o clamor de outros tempos, seja reflexo do 7 x 1 ou do desânimo da população com a constante crise política e econômica, mas a competição ainda atrai bastante a atenção. Não podemos, claro, abandonar nosso foco principal que são os investimentos. Pena que não tivemos enviados especiais para cobrir este que é o segundo maior evento esportivo do mundo (confessamos que a Equipe do Onde Investir estava preparada e à disposição para tal “sacrifício”!), mas tentaremos no Editorial desta semana fazer uma mescla entre tais assuntos, arriscando um paralelo entre o mundo dos investimentos e o futebol.</div><div>Crítica tão comum aos clubes, principalmente aos cariocas, planejamento é de extrema importância ao se tomar suas decisões de investimentos. Assim, um time deve se preparar de acordo com o tipo de torneio que irá enfrentar: de tiro curto, tal como a Copa do Mundo, com fase de grupos e logo um mata-mata, ou de longa duração, tal como os campeonatos nacionais por pontos corridos. Investir o seu dinheiro requer o mesmo preparo: saiba como será a “competição” que irá enfrentar, definindo seu objetivo, seja de curto prazo, como a troca do carro, médio prazo, como a compra de um imóvel, ou longo prazo, para a faculdade do filho ou mesmo sua aposentadoria. Apesar de não termos certeza sobre o futuro, é importante estar preparado para o mesmo. Planeje sempre, ajustando suas posições se necessário.</div><div>Ainda no campo do planejamento, a escolha do plantel de qualquer time é muito importante. Um bom elenco deve ter jogadores de todas as posições (de preferência versáteis, que possibilitem variações táticas) e com bom condicionamento físico. Esta analogia também serve para você, investidor, afinal, um dos chavões mais conhecidos no mundo financeiro é que devemos diversificar nossa carteira de investimentos. Faça como o Tite, seja coerente com suas convicções e convoque um grupo que contemple todas as posições, com jogadores que sejam polivalentes, característica muito valorizada pelos treinadores:</div><div>Goleiros: aqueles investimentos que tenham retorno garantido, tipo a poupança;Zagueiros: seriam como as aplicações de renda fixa com baixo nível de risco, tal como títulos do Tesouro Direto;Meias: títulos de renda fixa privados, que dão um retorno maior, que arriscam mais e podem trazer um retorno diferenciado;Atacantes: o mercado acionário oferece as mais variadas opções, desde o ponta-de-lança (aquela ação que dispara “em poucos segundos”), passando pelos atacantes modernos (que ajudam a defesa, tal como as boas pagadoras de dividendos) até mesmo ao goleador camisa 9 (aquela ação que está sempre dando retorno, seja em momentos de bonança ou não).</div><div>O esquema tático vai de acordo com seu perfil. Se é conservador, monte seu portfólio “a la Parreira”, que prezava o jogo “feio”, na defesa, mas era eficiente e no fim foi tetracampeão mundial. Se tem um perfil mais arrojado, pode montar um time com “jogadores” que arriscam mais, no estilo da seleção canarinho do tri da Copa de 1970: títulos de renda fixa privada e ações devem entrar em campo.</div><div>Por falar em técnico, isto nos leva a um tema que os “professores”, como os jogadores chamam seus comandantes, costumam sofrer com a torcida. Trata-se da teimosia. O Dunga já não tinha dado certo no comando da Seleção na Copa de 2010, seria a solução para reerguer a equipe após o fatídico 7 x 1 de 2014!? A teimosia é tratada também no 11º Grande Axioma de Zurique (tirado de livro de título homônimo), que nos ensina que, se não deu certo da primeira vez, esqueça. Jamais tente salvar um mau investimento fazendo &quot;preço médio&quot;. Se sua ação está caindo, não faça “preço médio”, venda e compre mais barato futuramente, caso as expectativas passem a ser positivas. O modelo mais seguro de utilizar o “preço médio” é comprando para cima. Se a ação está subindo e você acredita em um bom potencial de lucro, compre mais. Não esqueça de suas metas.</div><div>Ainda nos Axiomas de Zurique, o 4º nos diz sobre as previsões. Se o “futebol é uma caixinha de surpresas” como dizem os jogadores em uma de suas frases mais batidas, o comportamento humano não é previsível. Desconfie de quem afirmar que conhece uma nesga do que seja o futuro. Investir em ações também não é como marcar suas apostas no Bolão da Copa, seus investimentos devem ser tomados com base em análises (conjunturais, setoriais, de empresas e gráficas).</div><div>Assim como é dito que no Brasil somos 200 milhões de técnicos, cada um com sua escolha e time de preferência, faça você suas escolhas, não tome tudo que é dito por qualquer “analista” em fóruns e debates. É importante ter uma comissão técnica de confiança, que lhe forneça análises feitas por profissionais de ilibada reputação e conhecimento da causa, tal como consultorias independentes. Afinal, como dizem os jogadores, “não há mais bobos no futebol” e você deve tentar evitar cair em manipulações.</div><div>Questões extra-campo muitas das vezes influenciam o resultado do jogo, virando assunto de acalorados debates. Nos investimentos também é assim. “Virar a mesa” não é legal e no Brasil isso felizmente já não ocorre mais. Mudar as regras do jogo nos negócios também não é bem visto e devemos estar sempre atentos. Prova disto foram os estragos causados pelas alterações nas regras do setor elétrico, apenas para citar um exemplo.</div><div>Ainda na questão “extra-campo”, há um fator muitas das vezes considerado forte no futebol: o peso da camisa. Analogamente, um dos ensinamentos de Warren Buffet diz que deve-se investir em empresas estáveis e com desempenho, historicamente, acima da média, não se entusiasmando com estreantes. Você já viu o Zimbábue ganhar uma Copa do Mundo? Não queremos dizer que não vale a pena investir em IPOs, por exemplo, mas que se deve estudar profundamente as empresas antes de se tomar qualquer decisão.</div><div>Dito tudo isso, ficamos então na torcida por nossos jogadores, por um futebol bonito de outros tempos, atraindo ainda mais a torcida e que venha a conquista do hexa, assim como para você investidor que, apesar dos percalços e desafios destes tempos de incertezas, possa conseguir obter melhores retornos sobre seus recursos financeiros.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   18 A 22 DE JUNHO</title><description><![CDATA[Copa do Mundo correndo em horário comercial e mercados funcionando pleno, não devem suavizar tensões nos mercados. O quadro promete ser novamente de estresse, com os agentes testando o Bacen em sua capacidade de reduzir volatilidade no câmbio e provavelmente fazendo operações adicionais aos swaps cambiais que vem acelerando. O quadro político completamente indefinido amplia a percepção negativa dos investidores.Parece claro que a alta dos juros no mercado americano direciona fluxo de emergentes<img src="http://static.wixstatic.com/media/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg/v1/fill/w_438%2Ch_292/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/18/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-18-A-22-DE-JUNHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/18/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-18-A-22-DE-JUNHO</guid><pubDate>Mon, 18 Jun 2018 10:26:35 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg"/><div>Copa do Mundo correndo em horário comercial e mercados funcionando pleno, não devem suavizar tensões nos mercados. O quadro promete ser novamente de estresse, com os agentes testando o Bacen em sua capacidade de reduzir volatilidade no câmbio e provavelmente fazendo operações adicionais aos swaps cambiais que vem acelerando. O quadro político completamente indefinido amplia a percepção negativa dos investidores.</div><div>Parece claro que a alta dos juros no mercado americano direciona fluxo de emergentes para o exterior, mas nossa avaliação de saída de recursos do mercado se prende mais ao risco político e a situação da economia, que sofre alguma degradação recente, a partir do movimento dos caminhoneiros.</div><div>Seguimos acreditando que somente com algumas notícias positivas os mercados poderiam mostrar alguma recuperação. Uma possibilidade seria a Câmara conseguir votar a cessão onerosa do petróleo, uma discussão da Petrobras e Tesouro, positiva para ambos. Ainda nessa linha teríamos a privatização da Eletrobrás e venda de distribuidoras de energia. Mas também seria preciso boas notícias na área macroeconômica e política, mas isso parece bem mais complicado.</div><div>Precisamos ainda avaliar o resultado da próxima reunião do Copom, dias 19 e 20, com perspectiva de alteração da taxa básica de juros, em virtude de todos os fatos havidos após a última reunia, os quais (fatos) seriam de perto acompanhados segundo o Comunicado de então. Particularmente, não acreditamos na hipótese, pois além do altíssimo desemprego existente, larga capacidade ociosa da Indústria, baixa inflação, não seria 0,25% ou 0,5% que estancaria a forte pressão sobre o câmbio.</div><div>No ambiente externo a situação agravou-se com a imposição da taxação norte-americana de 25% sobre US$ 50 bilhões de importações da China que está ameaçando retaliar e acarretando imprevisíveis desdobramentos a todo comércio internacional.</div><div>Graficamente, os suportes vêm se perdendo quase sem resistências, o que pouco vem ajudando nas estimativas. O próximo está situado no intervalo entre 69.100 e 68.800 pontos para o Ibovespa.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –   11 A 15 DE JUNHO</title><description><![CDATA[Os investidores se anteciparam à Copa do Mundo na tomada de decisão de investimentos. O risco eleitoral piorou muito a percepção dos investidores sobre a precificação dos ativos. Conforme citado no item Panorama desse Informe Semanal, a greve dos caminhoneiros e o desabastecimento em todos os níveis aceleraram decisões e os mercados realizaram forte. Como pano de fundo a previsão de que possa haver um segundo turno das eleições entre Bolsonaro e Ciro Gomes, ambos com posturas radicais contra os<img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg/v1/fill/w_369%2Ch_246/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/11/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-11-A-15-DE-JUNHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/11/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-11-A-15-DE-JUNHO</guid><pubDate>Mon, 11 Jun 2018 03:04:06 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/><div>Os investidores se anteciparam à Copa do Mundo na tomada de decisão de investimentos. O risco eleitoral piorou muito a percepção dos investidores sobre a precificação dos ativos. Conforme citado no item Panorama desse Informe Semanal, a greve dos caminhoneiros e o desabastecimento em todos os níveis aceleraram decisões e os mercados realizaram forte. Como pano de fundo a previsão de que possa haver um segundo turno das eleições entre Bolsonaro e Ciro Gomes, ambos com posturas radicais contra os mercados, pouco apoio às reformas tão necessárias e pela tributação de fortunas e antiprivatização.</div><div>Dólar e juros em alta (esse em escalada mais longa) quase chegaram a simular um ataque especulativo, que de resto já tinha acontecido anteriormente na Argentina e Turquia. Juntando isso com indefinições sobre sistemática de preços de combustíveis na Petrobras e exposição de empresas e instituições ao dólar, o segmento Bovespa foi perdendo sistematicamente zonas de suporte. </div><div>O quadro presente é de larga tensão, com o governo batendo cabeça sobre variados itens, notadamente as péssimas negociações da greve de caminhoneiros e com decisões questionáveis. Não há como prever onde tudo isso pode parar, mas uma coisa é certa: os analistas estão mudando suas projeções de indicadores para números bem piores. Parece possível prever que o Bacen pode controlar por algum tempo a escalada do dólar, como fez na sexta-feira (08/jun), mas se as pressões forem mais fortes e mais longas a situação pode se complicar. Citamos apenas os exemplos de mudança no crescimento do PIB, que agora ronda a faixa de 1,5%.</div><div>O cenário externo também não ajuda muito com as disputas comerciais, relações conflituosas sobre Brexit, sanções impostas e expectativa de mudanças nas políticas monetárias de países desenvolvidos afetando fluxo para os emergentes. Na semana ficou clara a migração de recursos de emergentes para títulos de desenvolvidos. Apesar disso, podemos ter boas notícias no final de semana da reunião do G-7 e também do possível encontro entre Trump e Kim Jong-Un da Coreia do Norte.</div><div>Mas não nos iludamos, estamos precisando de boas notícias no ambiente doméstico, sem as quais vamos seguir descolados para pior do resto dos mercados. Do ponto de vista da análise técnica não podemos perder a faixa de 70800 pontos sob pena de o mercado cair ainda mais. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>AÇÕES E JUROS – RELAÇÕES COMPLEXAS?</title><description><![CDATA[Investidores em ações, em geral, se mostram preocupados com o rumo tomado pelos juros no mercado, muitas vezes causando forte oscilação nas Bolsas de Valores. Como se explica esta preocupação, sendo os juros e a valorização (ou desvalorização) das ações coisas aparentemente tão distintas?A taxa de juros pode ser definida como a “taxa porcentual cobrada para empréstimos, crédito ou financiamentos de dinheiro”. Uma das mais conhecidas no País é a taxa Selic, que é a taxa básica de juros da<img src="http://static.wixstatic.com/media/9c4cf3368907463db046286699994311.jpg/v1/fill/w_482%2Ch_362/9c4cf3368907463db046286699994311.jpg"/>]]></description><dc:creator>Equipe Onde Investir</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/04/A%C3%87%C3%95ES-E-JUROS-%E2%80%93-RELA%C3%87%C3%95ES-COMPLEXAS</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/04/A%C3%87%C3%95ES-E-JUROS-%E2%80%93-RELA%C3%87%C3%95ES-COMPLEXAS</guid><pubDate>Mon, 04 Jun 2018 14:30:20 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/9c4cf3368907463db046286699994311.jpg"/><div>Investidores em ações, em geral, se mostram preocupados com o rumo tomado pelos juros no mercado, muitas vezes causando forte oscilação nas Bolsas de Valores. Como se explica esta preocupação, sendo os juros e a valorização (ou desvalorização) das ações coisas aparentemente tão distintas?</div><div>A taxa de juros pode ser definida como a “taxa porcentual cobrada para empréstimos, crédito ou financiamentos de dinheiro”. Uma das mais conhecidas no País é a taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira, fixada periodicamente pelo Copom - Comitê de Política Monetária do Banco Central. Outras taxas existentes e constantemente mencionadas são a TLP (Taxa de Longo Prazo, criada para as operações de longo prazo do BNDES e substituta da TJLP), TR (Taxa Referencial, calculada pelo Banco Central com base nas taxas praticadas pelo mercado bancário), Over Selic (que constitui a média das taxas de operações diárias do mercado com títulos públicos federais), entre outras. Altas taxas de juros podem impedir um indivíduo de comprar um bem financiado, como um imóvel ou um eletrodoméstico, por perceber que acabará pagando um valor muito maior do que o original à vista. Por outro lado, essas mesmas taxas altas podem fazer com que as pessoas se sintam impelidas a poupar mais, recebendo um “bônus” (ou seja, uma maior rentabilidade) pelo adiamento do consumo que pretendiam fazer.</div><div>Na realidade, há uma relação entre os juros praticados e a evolução das ações negociadas na Bolsa de Valores de um país. Vamos entender esta relação e o impacto de uma alteração nos juros sobre o investimento em ações.</div><div>Inicialmente, vamos supor que o Governo decida por uma redução nas taxas de juros do país. Neste caso, os investimentos em renda fixa se tornam menos atraentes do que aqueles em renda variável e a demanda por esta será maior, ocasionando alta nos preços das ações. Inversamente, se houver aumento na taxa de juros, a tendência será dos investidores buscarem aplicações relacionadas à renda fixa, diminuindo o interesse pelo mercado de ações e assim reduzindo o preço destas, em consequência da menor demanda. </div><div>Um aspecto interessante a ser notado se refere aos custos financeiros das empresas em decorrência das taxas de juros vigentes. Quando as taxas são baixas, há menos custos financeiros para as empresas e maior consumo de indivíduos e organizações, que, por enxergarem uma diminuição em suas despesas a prazo, tendem a elevar a quantidade de compras, visto que a quantia a dever se torna menor. Portanto, com maior quantidade de compras por parte da população, os lucros obtidos pelas empresas se elevam, o que faz com que suas ações mostrem alta nas respectivas cotações.</div><div>Notemos, ainda, que a ação de uma empresa fornece ao indivíduo que nela investiu um “conjunto de fluxos futuros a receber”, sob a forma de dividendos distribuídos pela companhia aos acionistas. Seu valor presente, representado no preço da ação, depende da taxa à qual esses fluxos são descontados e a taxa de rentabilidade mínima para atrair o interesse do investidor será calculada a partir dos juros livres de risco, mais um prêmio de risco. Assim, se houver queda nos juros livres de risco, essa taxa à qual haverá o desconto dos fluxos da ação irá também ser reduzida, o que fará com que o valor presente dos fluxos previstos suba, elevando a cotação da ação.</div><div>Dessa forma, o analista não se preocupa apenas em avaliar as empresas e os setores em que pretende investir. Ele também foca em parâmetros como a inflação (uma inflação mais alta gera alta nos juros), taxa de câmbio (se cair, pode elevar as taxas de juros), entre outros. Não é uma tarefa simples estimar a evolução das taxas de juros da economia nem seu impacto no mercado acionário. Alguns dos principais itens a se observar são a oferta de poupança interna, a demanda por investimentos das empresas e a taxa prevista de inflação. A inflação, especificamente, gera deterioração do valor da moeda, o que leva a uma menor disposição à aplicação no mercado de capitais. Ela ainda faz com que as autoridades monetárias do país reduzam a oferta monetária existente, o que acarreta elevação no preço do dinheiro, ou seja, na taxa de juros.</div><div>É importante ressaltar que a taxa de juros é apenas uma das variáveis envolvidas na análise macroeconômica, relevante para quem pretende investir na Bolsa de Valores. Há diversas variáveis relacionadas entre si e seu efeito sobre a bolsa não pode ser considerado de forma isolada.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  04 A 08 DE JUNHO</title><description><![CDATA[Aparentemente a greve dos caminhoneiros e seus malefícios vão ser contornados apesar das perdas, para a economia no que tange à desaceleração do PIB de 2018 e inflação. Na verdade, os indicadores de conjuntura já vinham sinalizando desaceleração da atividade e o PIB de 2018 deve crescer mesmo ao redor de 2,0%, a despeito do ministro Guardia ter indicado sua previsão de 2,5%.Mas o que não vai passar tão rápido pela cabeça dos investidores é a fragilidade do governo, incompetência para negociar e<img src="http://static.wixstatic.com/media/657d93c686e44e2d9b543a6e1e42cbca.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/657d93c686e44e2d9b543a6e1e42cbca.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/04/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-04-A-08-DE-JUNHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/06/04/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-04-A-08-DE-JUNHO</guid><pubDate>Mon, 04 Jun 2018 11:28:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/657d93c686e44e2d9b543a6e1e42cbca.jpg"/><div>Aparentemente a greve dos caminhoneiros e seus malefícios vão ser contornados apesar das perdas, para a economia no que tange à desaceleração do PIB de 2018 e inflação. Na verdade, os indicadores de conjuntura já vinham sinalizando desaceleração da atividade e o PIB de 2018 deve crescer mesmo ao redor de 2,0%, a despeito do ministro Guardia ter indicado sua previsão de 2,5%.</div><div>Mas o que não vai passar tão rápido pela cabeça dos investidores é a fragilidade do governo, incompetência para negociar e agir nos rigores da lei, apesar do presidente Temer ter dito que não era inação e sim diálogo. Também vai ficar patente que outros segmentos organizados podem aproveitar esse vácuo de poder para chantagear o governo, como buscaram os petroleiros. Ficou patente também nossa extrema dependência do modal rodoviário e a possibilidade de complicações para fechar nossas contas públicas nesse ano e principalmente no próximo.</div><div>Esse quase caos ocorrido serviu para ver como despreparada é nossa classe política, nada preocupada com o País e seu povo que o elegeu. Foi um festival de besteiras de políticos e candidatos à presidência completamente despreparados para o exercício dos cargos pleiteados.</div><div>Isso claramente soa muito mal no exterior junto aos investidores, numa época em que a política monetária parece querer enrijecer nos países desenvolvidos e quando mais precisamos de investimentos. O Brasil perdeu em atratividade quando comparado com outros emergentes. Mas ainda assim vamos seguir no radar.</div><div>A crise envolvendo Petrobras e também seu presidente, Pedro Parente reduziu a atratividade de empresas estatais e certamente terá interferência no preço de alienação de ações ou controle acionário. Temos que considerar que Petrobras e Eletrobrás, dentre outras, pretendem vender empresas controladas ao longo dos próximos anos. Também turvou o segmento de óleo e gás, que de resto já vinha mostrando sinais mais positivos.</div><div>Especificamente no mercado secundário de ações vai ser preciso avaliar a postura dos investidores em relação à Petrobras e à substituição de Pedro Parente no comando. Além de possíveis desdobramentos dessa crise, inclusive embaralhando mais os possíveis resultados das eleições. Na Bovespa certamente há muito espaço para recuperações depois de termos perdido cerca de 11000 pontos do índice. Mas até para cair mais precisa formar base. Na recuperação, o melhor seria se conseguíssemos retomar aquela zona de congestão perdida, por volta de 83600 pontos, mas isso agora ficou bem longe.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  28 DE MAIO A 01 DE JUNHO</title><description><![CDATA[Muita coisa para ser avaliada tanto no mercado local como no internacional que influirão diretamente na precificação dos ativos. Com isso, sinalizamos que seguiremos mostrando grande volatilidade nos mercados de risco, concomitante à abertura de taxas nos títulos de vencimentos mais longo.No cenário externo pode ser que tenhamos maior acomodação nas relações comerciais com a China, já que nova comitiva americana desembarca no país para seguir negociando. A China se mostra receptiva a reduzir o<img src="http://static.wixstatic.com/media/4fa8944a9c0a41639d11d3fad2643e4e.jpg/v1/fill/w_413%2Ch_275/4fa8944a9c0a41639d11d3fad2643e4e.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/28/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-28-DE-MAIO-A-01-DE-JUNHO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/28/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-28-DE-MAIO-A-01-DE-JUNHO</guid><pubDate>Mon, 28 May 2018 11:27:38 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/4fa8944a9c0a41639d11d3fad2643e4e.jpg"/><div>Muita coisa para ser avaliada tanto no mercado local como no internacional que influirão diretamente na precificação dos ativos. Com isso, sinalizamos que seguiremos mostrando grande volatilidade nos mercados de risco, concomitante à abertura de taxas nos títulos de vencimentos mais longo.</div><div>No cenário externo pode ser que tenhamos maior acomodação nas relações comerciais com a China, já que nova comitiva americana desembarca no país para seguir negociando. A China se mostra receptiva a reduzir o superávit que mantém contra os EUA em sua balança comercial, mas na União Europeia a situação parece mais difícil, com os EUA ameaçando sobretaxar veículos. Do lado geopolítico tivemos perda com o adiamento do encontro de cúpula entre Trump e Kim Jong-Un, mas a Coreia do Norte, apesar do discurso mais duro, mantém postura de conversar sobre desnuclearização. </div><div>Maior problema reside na Itália, terceira maior economia da região e a escolha do ministro da economia que ainda pode ter postura eurocética, com isso fragilizando a união de países. Porém, vamos repetir nossa expectativa de que a situação pode acalmar, restando, no entanto, as expectativas de países desenvolvidos começarem a discutir e adotar medidas para normalização da política monetária, que afeta diretamente os países emergentes, especialmente aqueles desajustados como o Brasil.</div><div>Falando em Brasil, com o movimento grevista de caminhoneiros, nossa leitura principal é de inação do governo em fim de mandato e palanque para políticos aparecerem e defenderem reeleição. Posturas açodadas marcaram os posicionamentos e isso não é bom para o País que ainda tem que atravessar quase um semestre disso.</div><div>Vamos ter que avaliar o desenvolvimento das negociações e medidas, assim como os desdobramentos em relação à Petrobras, que por mais que o presidente negue segue pressionada. Também teremos que ver como se dará o ressarcimento do “congelamento” de preços do diesel a ser feito por um governo que está na penúria e como os investidores reagirão a isso, intuindo mudança de postura na formatação de preços de combustíveis.</div><div>Certamente há espaço para que o mercado possa reagir, e principalmente Petrobras, mas as discussões ainda estão abertas, o que significa difícil avaliação no curto prazo.</div><div>Lembramos que nesta 2ª feira os mercados dos EUA estarão fechados pela comemoração do Memorial Day e na 5ª feira teremos o feriado no Brasil de Corpus Christi, deixando uma “sexta-feira enforcada”. Será uma semana difícil e imprevisível.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>CONHEÇA OS TIPOS DE ORDENS</title><description><![CDATA[Casada, limitada, administrada ou stop. No Editorial desta semana trataremos sobre os tipos de ordens de ordens de compra e venda aceitos na B3.Conhecer os tipos de ordens que podem ser enviadas para a bolsa é um importante passo para administrar seus investimentos. Para quem não pode acompanhar durante todo o dia, ordens stop podem ser muito úteis, visto que você pode enviá-la e “deixar rolar”, caso a cotação chegue ao valor estabelecido a ordem será executada automaticamente. Importante citar<img src="http://static.wixstatic.com/media/88e47c3e63684d1c91a4de7a8f82e9c8.jpg/v1/fill/w_513%2Ch_342/88e47c3e63684d1c91a4de7a8f82e9c8.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/23/CONHE%C3%87A-OS-TIPOS-DE-ORDENS</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/23/CONHE%C3%87A-OS-TIPOS-DE-ORDENS</guid><pubDate>Wed, 23 May 2018 13:39:53 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/88e47c3e63684d1c91a4de7a8f82e9c8.jpg"/><div>Casada, limitada, administrada ou stop. No Editorial desta semana trataremos sobre os tipos de ordens de ordens de compra e venda aceitos na B3.</div><div>Conhecer os tipos de ordens que podem ser enviadas para a bolsa é um importante passo para administrar seus investimentos. Para quem não pode acompanhar durante todo o dia, ordens stop podem ser muito úteis, visto que você pode enviá-la e “deixar rolar”, caso a cotação chegue ao valor estabelecido a ordem será executada automaticamente. Importante citar que, no módulo Análise Gráfica do Onde Investir, há uma sessão denominada “Sugestões do Dia”. Neste item são sugeridas eventuais dicas de operações, indicando pontos de compra/venda, estabelecidos o objetivo e o STOP. É sempre importante o respeito das instruções quando o investidor for acompanhar as operações sugeridas, principalmente com relação ao stop, pois muitas das vezes o indivíduo tende a ter a esperança de que “a ação irá se recuperar”.</div><div>Dito isso, vamos descrever os tipos de ordens de compra ou venda aceitos na B3, de acordo com as regras gerais de negociação:</div><div>ordem a mercado – quando só há a especificação da quantidade e das características de um valor mobiliário. Deve ser efetuada desde o momento de seu recebimento no pregão.ordem limitada – aquela que deve ser executada por um preço igual ou melhor do que o especificado pelo comitente.ordem administrada – o investidor especifica somente a quantidade e as características dos valores mobiliários ou direitos que deseja comprar ou vender. A execução da ordem ficará a critério da corretora.ordem discricionária - pessoa física ou jurídica que administra carteira de títulos e valores mobiliários ou um representante de mais de um cliente estabelece as condições de execução da ordem. Após executada, o ordenante indicará: o nome do investidor (ou investidores), a quantidade de títulos e/ou valores mobiliários a ser atribuída a cada um deles e o preço.ordem de financiamento - constituída por uma ordem de compra (ou venda) de um valor mobiliário em um tipo de mercado e uma outra concomitante de venda (ou compra) de igual valor mobiliário no mesmo ou em outro mercado, com prazos de vencimento distintos.ordem stop - é aquela que especifica o nível de preço a partir do qual a Ordem de Compra ou Venda deve ser executada. Uma Ordem stop de Compra deve ser executada a partir do momento em que, no caso de alta de preço, ocorra um negócio a preço igual ou superior ao preço especificado. Uma Ordem stop de Venda deve ser executada a partir do momento em que, no caso de baixa de preço, ocorra um negócio a preço igual ou inferior ao preço especificado.ordem casada – sua execução está vinculada à execução de outra ordem do cliente, podendo ser com ou sem limite de preço.</div><div>As ordens enviadas ainda possuem uma característica importante, quanto à validade das ofertas, que podem ser:</div><div>Válida para hoje: só é válida para o pregão em que foi encaminhada. Válida até a data: a oferta terá validade até a data especificada (máximo de 30 dias).Válido até cancelar: a oferta terá validade até que o investidor a cancele (máximo de 30 dias).Executa ou cancela: a oferta só tem validade no momento em que é encaminhada, o sistema executará a quantidade possível e cancelará o saldo remanescente automaticamente.</div><div>Conhecidas as possibilidades de ordens, deve-se ressaltar que cada corretora define quais destes mecanismos irá disponibilizar para seus clientes. Procure saber em sua corretora quais tipos de ordens seus sistemas de negociação aceitam.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  21 A 25 DE MAIO</title><description><![CDATA[A semana se revela novamente complicada em função da escalada do dólar no mercado internacional e da percepção de que o risco de desequilíbrios em países emergentes ficou maior. No final da semana o FMI se reuniu para discutir o problema da Argentina, a crise mais próxima dentre os emergentes, junto com Turquia. Caso haja alguma resolução bem mais favorável pode descomprimir as pressões existentes.Igualmente, há o problema das relações comerciais entre os EUA e a China que podem ser resolvidas,<img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg/v1/fill/w_319%2Ch_213/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/21/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-21-A-25-DE-MAIO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/21/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-21-A-25-DE-MAIO</guid><pubDate>Mon, 21 May 2018 03:51:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/><div>A semana se revela novamente complicada em função da escalada do dólar no mercado internacional e da percepção de que o risco de desequilíbrios em países emergentes ficou maior. No final da semana o FMI se reuniu para discutir o problema da Argentina, a crise mais próxima dentre os emergentes, junto com Turquia. Caso haja alguma resolução bem mais favorável pode descomprimir as pressões existentes.</div><div>Igualmente, há o problema das relações comerciais entre os EUA e a China que podem ser resolvidas, com a China até aqui se mostrando propensa para negociar e aliviar o superávit enorme que mantém contra os EUA. Correndo por fora, os problemas comerciais também com a União Europeia, esses mais duros de serem resolvidos, apesar de serem aliados históricos. Já a outra frente de batalha com as negociações do NAFTA (EUA, Canadá e México) ainda estão longe de um desfecho.</div><div>De qualquer forma são especulações que vamos ter que acompanhar durante o período, pois delas dependem a perspectiva dos mercados de risco no curto prazo e o comportamento do equilíbrio entre o dólar e outras moedas importantes. Também teremos que seguir avaliando o México (outro emergente importante) em situação semelhante à nossa, já que o candidato populista deve ganhar as eleições, numa economia que também apresenta desequilíbrios. Isso pode mexer com o risco Brasil, que pelo CDS (credit default swap) já voltou para acima de 200 pontos (ao redor de 203 pontos).</div><div>Aqui o plano político segue indefinido e assim deve prosseguir. Como temos dito, já estamos próximos da Copa do Mundo e até lá nada de muito importante deve acontecer. O mesmo podemos inferir para votações de medidas e ajustes na economia. Por conseguinte, nenhum alento maior teremos em termos de retomada da economia ou melhora nas expectativas. O segmento externo vai seguir parametrando o desempenho de nosso mercado acionário e influindo na taxa cambial.</div><div>Importante ressaltar que tanto no gráfico diário do Ibovespa (82100) (perfurado, mas não confirmado), quanto no semanal (81.200), observamos canais respeitados.</div><div>Repetimos, que é nas crises que surgem oportunidades excepcionais. Aguardemos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  14 A 18 DE MAIO</title><description><![CDATA[O próximo período ainda deve ser tenso no que tange ao cenário global e risco geopolítico. Ainda é cedo para dimensionar o impacto da decisão de Trump de denunciar o acordo nuclear com o Irã. Desestabilização no Oriente Médio parece ser algo a ser considerado, com as relações com seus parceiros históricos do ocidente desgastadas e sequelas que irão aflorar. Isso de certa forma também vai afetar as relações comerciais entre países e complicar o desempenho das commodities no mercado internacional,<img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg/v1/fill/w_444%2Ch_296/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/13/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-14-A-18-DE-MAIO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/13/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-14-A-18-DE-MAIO</guid><pubDate>Sun, 13 May 2018 20:23:54 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ef9ce3e48be340a4b91f0c3e1644aa5b.jpg"/><div>O próximo período ainda deve ser tenso no que tange ao cenário global e risco geopolítico. Ainda é cedo para dimensionar o impacto da decisão de Trump de denunciar o acordo nuclear com o Irã. Desestabilização no Oriente Médio parece ser algo a ser considerado, com as relações com seus parceiros históricos do ocidente desgastadas e sequelas que irão aflorar. Isso de certa forma também vai afetar as relações comerciais entre países e complicar o desempenho das commodities no mercado internacional, especialmente desequilíbrios no petróleo.</div><div>Não podemos esquecer também a situação ainda mal resolvida da sobretaxa americana os produtos importados de aço e alumínio, com ênfase para as negociações que se desenvolvem com a China. Há ainda os efeitos do Brexit, do desgoverno na Itália e da desaceleração geral na Zona do Euro demostrada pelos indicadores de conjuntura mais recentes.</div><div>O fortalecimento do dólar em relação a outras moedas importantes desestabiliza o fluxo financeiro e comercial internacional e agrega grande preocupação para os países emergentes, notadamente aqueles ainda desequilibrados. A Argentina é bom exemplo disso, apesar de não preocupar muito em termos de arrastar o Brasil.</div><div>Falando em Brasil, reiteramos que o processo político ainda sofrerá muitas transformações antes de maiores definições, mas isso não impede que os investidores fiquem nervosos com o noticiário. De outra feita, seguimos reforçando que nada de mais significativo na área econômica será votado ou decidido pelo Executivo. O ano parece ter terminado nesse sentido, apesar de notícias dando conta que o governo está operacional.</div><div>A semana embute o vencimento descasado de opções na B3 e será preciso observar o volume de rolagens de posições e ajuste em Petrobras e Vale, depois da forte alta. Também teremos a decisão do Copom sobre política monetária, provavelmente reduzindo a Selic para 6,25%, mas o mais importante será a sinalização para a reunião de junho, já que as taxas mais longas começaram a elevar.</div><div>Na análise técnica seguimos amarrados em zona de congestão/distribuição e enquanto não sairmos dessa área especificada nos Comentários não teremos maiores definições. Será preciso ultrapassar a faixa acima de 86200 pontos do índice, com consistência, para galgar outros objetivos rumo ao recorde histórico obtido no final de fevereiro ao redor de 88300 pontos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>VARIAÇÕES NEGATIVAS NO TESOURO DIRETO</title><description><![CDATA[A tabela abaixo foi retirada do Relatório Tesouro Direto de Maio:Você observa algo “estranho”, principalmente para um investimento tido como seguro e o “mais rentável”? Ah, sim... as variações negativas, ou mesmo as pequenas valorizações, certo!?Parafraseando o ilustre Galvão Bueno, pode isso Arnaldo!?Sim, pode. E a regra também é clara.Diz a “regra” que: quando a taxa cai, o PU sobe; por outro lado, se a taxa sobe, o PU cai.Ok, serei mais claro.PU é o Preço Unitário de um título. É como se<img src="http://static.wixstatic.com/media/582ed97cb9b9442b86b99e1acd742ff1.jpg/v1/fill/w_444%2Ch_297/582ed97cb9b9442b86b99e1acd742ff1.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura Pacheco</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/10/VARIA%C3%87%C3%95ES-NEGATIVAS-NO-TESOURO-DIRETO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/10/VARIA%C3%87%C3%95ES-NEGATIVAS-NO-TESOURO-DIRETO</guid><pubDate>Thu, 10 May 2018 14:37:13 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/582ed97cb9b9442b86b99e1acd742ff1.jpg"/><div>A tabela abaixo foi retirada do Relatório Tesouro Direto de Maio:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_f8354e36388840c9b464707ae7f41e63~mv2.png"/><div>Você observa algo “estranho”, principalmente para um investimento tido como seguro e o “mais rentável”? Ah, sim... as variações negativas, ou mesmo as pequenas valorizações, certo!?</div><div>Parafraseando o ilustre Galvão Bueno, pode isso Arnaldo!?</div><div>Sim, pode. E a regra também é clara.</div><div>Diz a “regra” que: quando a taxa cai, o PU sobe; por outro lado, se a taxa sobe, o PU cai.</div><div>Ok, serei mais claro.</div><div>PU é o Preço Unitário de um título. É como se fosse o valor daquele título em determinado momento.</div><div>Por exemplo, vamos pegar o caso da LTN. Como se sabe, este é um título prefixado que tem valor nominal de R$ 1.000,00, que serão pagos ao investidor no dia do seu vencimento.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_a204ecd03cca49819c3b0cb5bbe5b37d~mv2.png"/><div>O PU da LTN será calculado pela seguinte fórmula:</div><div>PU = (1000)/((1+t)^(du/252))</div><div>Onde t é a taxa de juros, expressa em termos anuais, e du é o número de dias úteis até o vencimento do título.</div><div>Assim, se você compra hoje uma LTN, faltando um ano para seu vencimento, com uma taxa de juros a 15% a.a., qual o valor do título hoje para que, ao receber R$ 1.000,00 daqui a um ano, você tenha a rentabilidade prometida no momento da compra (15% a.a.)?</div><div>Hoje a LTN teria o seguinte valor:</div><div>PU = (1000)/((1+0,15)^(252/252)) = R$ 869,57</div><div>Pois é este valor, R$ 869,57, que garante que você terá rentabilidade de 15% a.a., recebendo R$ 1 mil no vencimento. Duvida? Quanto é 15% de R$ 869,57? Sim, R$ 130,43.</div><div>Logo, R$ 130,43 + R$ 869,57 = R$ 1.000,00</div><div>Agora, pense no seguinte. Dois meses depois você precisou vender sua LTN, faltando dez meses para seu vencimento. Mas, neste momento, ocorreu uma brusca mudança na trajetória dos juros e a taxa é de 20% a.a..</div><div>Agora, qual o valor do seu título?</div><div>PU = (1000)/((1+0,20)^(210/252)) = R$ 839,38</div><div>Sim, a sua LTN agora vale menos do que no momento em que comprou. Se precisar se desfazer do investimento, aquela rentabilidade de 15% garantida caso carregasse durante um ano o título torna-se um prejuízo de 3,47%.</div><div>Esse novo valor, de R$ 839,38, é o necessário para remunerar o novo detentor da LTN, que receberá R$ 1 mil daqui a 10 meses, à taxa equivalente de 20% ao ano.</div><div>Este foi um exemplo mais fácil para compreendermos que os juros impactam no preço dos títulos. Há outros fatores que impactam diretamente, como o prazo para vencimento e expectativas para inflação, no caso dos títulos indexados aos índices de preços.</div><div>Nestes títulos pós-fixados, sua rentabilidade depende tanto do desempenho do indexador quanto da taxa contratada no momento da compra. Aqui, de maneira análoga ao comportamento dos juros, as expectativas para inflação também influenciarão os preços dos títulos. Maior expectativa de inflação, queda no preço. Menor projeção, aumento no preço.</div><div>Estas dinâmicas podem ser vistas nas variações da taxa de venda dos títulos e a rentabilidade deles no mês. Vejamos os comportamentos de alguns títulos no mês:</div><div>Tesouro Prefixado (LTN 01/01/2025): finalizou mar/18 com taxa de compra de 9,46% e sua taxa de venda chegou a 9,93% em 25/04/2018, mas encerrou o mês em 9,67%. Hipoteticamente, alguém que comprou este título em 29/03/2018 e precisasse vender um mês depois estaria com uma desvalorização de 0,52%.Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal 15/05/2045): finalizou mar/18 com taxa de compra de 5,23% e sua taxa venda foi subindo até atingir 5,41% em 30/04/2018. Hipoteticamente, alguém que comprou este título em 29/03/2018 e precisasse vender o título em 30/04/2018 estaria com uma desvalorização de 3,93%. Devemos observar que, como este título tem um vencimento maior do que a da LTN 01/01/2025, por exemplo, uma variação pequena que seja da taxa de juros causa um efeito maior sobre o valor do PU do título.</div><div>Uma vez mais é importante ressaltar que, quando carregados até o vencimento, os títulos pagarão a rentabilidade pactuada no momento da compra. Por exemplo, o Tesouro IPCA+ 2035, que apresentou rentabilidade negativa de 2,28% no mês de abril, pagará, em seu vencimento, em torno de 5,23% a.a. acrescido da variação do IPCA no período para aqueles que o adquiriram em 29/03/2018. Ou seja, com planejamento financeiro e paciência, além de compreender as nuances deste tipo de aplicação, você evitará cair em certas “ilusões monetárias”, caso pense que está perdendo dinheiro. Poderá perder, ou ganhar menos, caso realize a venda de um título comprado com uma taxa menor.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 07 A 11 DE MAIO</title><description><![CDATA[Dizer que a próxima semana pode ser mais calma para os mercados de risco e de maior equilíbrio soa quase como um eufemismo. Ficamos na dependência do noticiário sobre as negociações entre chineses e a missão americana, além das reações que podem vir da União Europeia.Também ficamos na dependência da atuação do beligerante presidente americano, que tem sistematicamente aberto zonas de conflito, com o mais grave sendo mesmo o do Irã, mas agora criticando a militarização do Mar da China pelos<img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg/v1/fill/w_419%2Ch_280/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/06/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-07-A-11-DE-MAIO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/05/06/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-07-A-11-DE-MAIO</guid><pubDate>Mon, 07 May 2018 01:18:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0e80c7ede69f4ff199b56a4b4391f77b.jpg"/><div>Dizer que a próxima semana pode ser mais calma para os mercados de risco e de maior equilíbrio soa quase como um eufemismo. Ficamos na dependência do noticiário sobre as negociações entre chineses e a missão americana, além das reações que podem vir da União Europeia.</div><div>Também ficamos na dependência da atuação do beligerante presidente americano, que tem sistematicamente aberto zonas de conflito, com o mais grave sendo mesmo o do Irã, mas agora criticando a militarização do Mar da China pelos chineses e ameaçando que pode haver consequências. Isso sem falar das discussões sobre normalização das políticas monetárias por parte de bancos centrais de países desenvolvidos, que começa a figurar dentre as preocupações dos investidores.</div><div>Basta ver o que está acontecendo com a emergente e desequilibrada Argentina, perdendo reservas e jogando a taxa de juros aos píncaros de 40%, e ainda assim com a maior valorização do dólar frente ao peso argentino. O Brasil parece mais imune com suas reservas de US$ 382 bilhões, mas segue o mesmo script de déficit fiscal quase indomável e gastos em ano de campanha presidencial.</div><div>O quadro de fraqueza recente na Europa parece ser temporário, mas é fato que a recuperação econômica da região desacelerou, e ainda temos problemas de fraqueza de Theresa May e Brexit. Os últimos dados de conjuntura da Alemanha e Zona do Euro mostram isso. Com isso queremos externar nossa posição que a volatilidade e indefinição de tendência dos mercados devem prosseguir.</div><div>Aqui estamos diante de processo político complicado, como temos relatado e não é de se esperar que o Congresso vote matérias importantes nos próximos meses, seja por conta da Copa do Mundo que se avizinha, ou do burburinho eleitoral e todas as indefinições associadas ao processo.</div><div>Na semana que passou perdemos zona de suporte importante e agora não podemos perder a faixa de 82800 pontos, sob pena do mercado acelerar perdas. Melhora só se conseguir voltar com consistência para cima de 83700 pontos, caindo novamente naquela área de acumulação, mas ainda sem definição de tendência.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>UM POUCO DA TEORIA DO CAOS</title><description><![CDATA[A teoria que dá o título deste editorial se popularizou ao exemplificar que a batida de asas de uma borboleta, em um extremo do planeta, influenciaria o curso natural das coisas e poderia provocar um vendaval em outra parte do mundo.Utilizamos essa simples exemplificação para tratarmos de um tema que tem concentrado as atenções dos investidores mundo afora. Afinal, o que o aumento dos rendimentos de títulos públicos norte-americanos pode provocar nos preços das ações no Brasil? Ou mesmo no dólar<img src="http://static.wixstatic.com/media/8805e7956ced463ab74e73768d1af37b.jpg/v1/fill/w_545%2Ch_339/8805e7956ced463ab74e73768d1af37b.jpg"/>]]></description><dc:creator>Alexsandro Nishimura</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/30/UM-POUCO-DA-TEORIA-DO-CAOS</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/30/UM-POUCO-DA-TEORIA-DO-CAOS</guid><pubDate>Mon, 30 Apr 2018 18:42:15 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/8805e7956ced463ab74e73768d1af37b.jpg"/><div>A teoria que dá o título deste editorial se popularizou ao exemplificar que a batida de asas de uma borboleta, em um extremo do planeta, influenciaria o curso natural das coisas e poderia provocar um vendaval em outra parte do mundo.</div><div>Utilizamos essa simples exemplificação para tratarmos de um tema que tem concentrado as atenções dos investidores mundo afora. Afinal, o que o aumento dos rendimentos de títulos públicos norte-americanos pode provocar nos preços das ações no Brasil? Ou mesmo no dólar e outros ativos dos vários mercados?</div><div>Os treasuries são títulos públicos emitidos pelo governo norte-americano e possuem denominações de acordo seus vencimentos, sendo divididos entre T-bills (títulos com prazo menor que um ano), T-notes (prazos de um, três, cinco, sete e 10 anos) e T-bonds (vencimento superior a 10 anos). O foco das atenções dos investidores, recentemente, está na escalada do rendimento dos títulos de 10 anos, que atingiram a marca de 3% nesta última semana. Este nível era definido como uma barreira que poderia provocar maior migração de recursos para estes títulos, considerados os mais seguros do mundo, em detrimento de outros de maior risco.</div><div>É importante lembrar que a realocação de recursos ocorre em todo o mundo. Recentemente, segundo dados do Instituto Internacional de Finanças, US$ 5,6 bilhões em ações e dívidas foram retirados de países emergentes nas últimas semanas, quando os rendimentos da T-notes de 10 anos se aproximavam dos 3%. Este rearranjo traz consequências para o valor das moedas de vários países, em especial dos emergentes, nos quais o Brasil se encontra. Desta forma, o real passou por uma sequência de desvalorizações que levou a moeda norte-americana a ser negociada acima de R$ 3,50. O real tem um dos piores desempenhos entre as principais moedas, em parte explicada por esta migração de recursos, mas também devemos lembrar que o cenário incerto para as eleições deste ano, assim como dúvidas sobre o crescimento do PIB e o andamento das reformas, são outros fatores que ajudam a justificar a perda de valor do real.</div><div>O maior rendimento das T-notes pode provocar a saída de aplicações de maior risco, como as ações, e a busca por papéis do governo norte-americano. Isto explica a queda dos índices das bolsas de Nova York, onde o Dow Jones e S&amp;P 500 vinham há anos registrando seguidas altas e neste momento têm rentabilidades próximas de zero ou negativas no acumulado de 2018, mesmo depois dos recordes consecutivos do início do ano. No gráfico abaixo podemos observar o comportamento do Dow Jones e dos yield das T-notes de 10 anos em 2018:</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_35326d15ccc44fd2a368bff4dc6c51b8~mv2.png"/><div>A alta dos rendimentos dos treasuries também traz efeitos imediatos sobre a “economia real”, uma vez que isto aumentaria os custos dos empréstimos, provocando queda dos gastos dos consumidores, além de elevar custos de captação das empresas para realizarem investimentos. Esta queda do consumo então se refletiria nos resultados das empresas, que poderiam apresentar lucros menores. Assim, novamente chegaríamos às ações destas empresas, que têm suas cotações determinadas, entre outros fatores, pela expectativa dos lucros a serem auferidos.</div><div>Voltando aos treasuries, o que provocou a escalada dos rendimentos foi a percepção de que a economia norte-americana começava a “rodar” no ritmo desejado e que pressões inflacionárias poderiam ocorrer a partir de então. Neste último mês, a alta do petróleo reforçou os temores de reflexos sobre os preços da economia como um todo, o que aumentou as perspectivas de que o Fed poderia elevar os juros por quatro vezes neste ano, acima das três inicialmente previstas.</div><div>Como visto, a alta dos rendimentos dos títulos públicos nos EUA tem potencial para provocar um vendaval em qualquer parte do mundo. Alguns gestores, entretanto, enxergam o rompimento do nível de 3% dos yields dos treasuries de 10 anos como uma barreira psicológica, mas que não deverá provocar, no curto prazo, maiores mudanças nos fluxos de investimentos. Isto porque, apesar de alguns sinais de força da atividade econômica norte-americana, esta ainda é frágil, não sendo esperada uma rápida aceleração dos preços a ponto da inflação estourar a meta do Fed.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  30 DE ABRIL A 04 DE MAIO</title><description><![CDATA[O período não exclui a possibilidade de continuarmos a ter volatilidade nos mercados de risco e constantes mudanças de sinais. Porém, reafirmamos nossa crença que o pano de fundo da recuperação econômica global continuará a ser mais forte que as injunções de curto prazo. Com isso queremos dizer que a tendência primária continua sendo de alta.Partindo desse pressuposto, considerando que o processo eleitoral só começará a ser definido depois da Copa do Mundo e que qualquer candidato que ganhe as<img src="http://static.wixstatic.com/media/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg/v1/fill/w_438%2Ch_292/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/29/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-30-DE-ABRIL-A-04-DE-MAIO</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/29/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-30-DE-ABRIL-A-04-DE-MAIO</guid><pubDate>Mon, 30 Apr 2018 00:30:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/da9d83ef63014589acac69d0c0f44f45.jpg"/><div>O período não exclui a possibilidade de continuarmos a ter volatilidade nos mercados de risco e constantes mudanças de sinais. Porém, reafirmamos nossa crença que o pano de fundo da recuperação econômica global continuará a ser mais forte que as injunções de curto prazo. Com isso queremos dizer que a tendência primária continua sendo de alta.</div><div>Partindo desse pressuposto, considerando que o processo eleitoral só começará a ser definido depois da Copa do Mundo e que qualquer candidato que ganhe as próximas eleições não pode sair muito do script de reformas, reputamos o momento como propício para aquisições de ativos via fusões e aquisições e compras em mercados primário e secundário de ações.</div><div>O cenário externo segue sendo positivo, mesmo considerando reduções e programas de flexibilizações monetárias que possam ocorrer, principalmente em países desenvolvidos, e que já estão no radar dos investidores faz muito tempo. Na semana teremos três dados especialmente importantes. O primeiro deriva do encontro entre o presidente da Coreia do Sul e o ditador Kim-Jong-Un. Também teremos encontro da comitiva americana liderada por Steve Mnuchin e os chineses, quando pode surgir alguma conclusão para as tarifas nas importações dos dois países.</div><div>Por último teremos reunião do Fed na próxima quarta-feira, seguida da decisão do Copom em 16/05. Também aí os mercados já parecem ajustados e nada indica que a decisão seja diferente. O Fed não deve elevar juros agora e o Copom deve reduzir em 0,25%. Um fator diferencial tem sido a divulgação de resultados referentes ao primeiro trimestre do ano. Como antecipamos, as empresas estão apresentando melhores resultados e isso agrega conotação positiva aos preços dos ativos. Isso vale também para as empresas brasileiras já ajustadas à situação e inserida no contexto de perda de tração por conta do processo eleitoral.</div><div>Avaliando pela análise técnica, precisamos manter o rompimento para cima do patamar de 86150 pontos, para perseguir outra zona de resistência em 87300 pontos aproximadamente, para em seguida almejar voltar ao recorde histórico de pontos acima de 88320 pontos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  23 A 27 DE ABRIL</title><description><![CDATA[Durante a semana que passou chegamos a ficar bastante animados com a perspectiva do mercado. Depois de ter rompido duas zonas de suporte do índice para baixo em 83900 pontos e 82900 pontos, o índice engatou alta e nesse processo acabou rompendo zona de resistência em 85500 pontos, o que retirava o índice de zona de congestão/indefinição que durava desde o final do mês de janeiro, ressalvados alguns pontos de quedas e altas mais acentuadas.Na semana que passou vários foram os formadores de<img src="http://static.wixstatic.com/media/9060071fa0ea43ba92de11348b5a9c4f.jpg/v1/fill/w_369%2Ch_246/9060071fa0ea43ba92de11348b5a9c4f.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/20/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-23-A-27-DE-ABRIL</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/20/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-23-A-27-DE-ABRIL</guid><pubDate>Fri, 20 Apr 2018 19:42:34 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/9060071fa0ea43ba92de11348b5a9c4f.jpg"/><div>Durante a semana que passou chegamos a ficar bastante animados com a perspectiva do mercado. Depois de ter rompido duas zonas de suporte do índice para baixo em 83900 pontos e 82900 pontos, o índice engatou alta e nesse processo acabou rompendo zona de resistência em 85500 pontos, o que retirava o índice de zona de congestão/indefinição que durava desde o final do mês de janeiro, ressalvados alguns pontos de quedas e altas mais acentuadas.</div><div>Na semana que passou vários foram os formadores de opinião no mundo que versaram sobre protecionismo comercial afetando e agregando riscos adicionais ao processo de recuperação da economia global. Isso sem considerar a possibilidade de estreitamento da liquidez internacional, já que economias mais desenvolvidas começam a se movimentar no sentido da elevação de juros e redução do tamanho do balanço de seus bancos centrais.</div><div>Além de diferentes posicionamentos de dirigentes do Fed e do BCE (BC europeu), citamos a reunião do FMI ocorrida em Washington e, mais especificamente, declarações de Christine Lagarde. Esta voltou a discorrer sobre a necessidade de reformas estruturais serem absolutamente necessárias, inclusive sobre corrupção e governança e que era preciso melhorar a resiliência do setor financeiro, acrescentando que a normalização monetária poderia provocar “ajuste súbito” e citando também a volatilidade dos mercados.</div><div>Posto isto, Lagarde acrescentava números do endividamento global estimado em US$ 164 trilhões, sendo que 2/3 representado por corporações. Os investidores e analistas passaram a colocar isso no radar e os mercados desaceleraram (eufemismo para nova queda de curto prazo).</div><div>Na entrante semana vamos precisar avaliar os desdobramentos disso e também do protecionismo comercial. Basta rever a decisão tomada pela União Europeia de impor barreiras as carnes de aves exportadas do Brasil e a China mantendo medidas antidumping no mercado de celulose contra o Brasil, EUA e Canadá. A performance do segmento de commodities e dos mercados acionários está ligada a isso e outros fatores que temos abordado com grande insistência.</div><div>No segmento local, além de tudo isso ainda teremos que avaliar o processo político-eleitoral e a ausência de medidas votadas pelo Congresso Nacional, atrasando o processo de recuperação da economia e desaceleração de conquistas. Especificamente no mercado acionário local, enquanto não rompermos com consistência suporte próximo de 86000 pontos ou para baixo na casa dos 83000 pontos, seguiremos com mais do mesmo, em zona de indefinição. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS – 16 A 20 DE ABRIL</title><description><![CDATA[A semana deve ser ainda de intensa volatilidade por conta de risco geopolítico, atritos comerciais, retaliações, etc. Do lado interno as conturbações derivam da percepção que a economia começa a mostrar alguns sintomas de arrefecimento. O lado bom disso é que poderemos ter ainda duas reduções da taxa Selic (maio e junho).No meio da confusão de Síria, Rússia e Irã, nas fronteiras dura das Irlandas e sobre o Brexit, tendo ainda o quase incendiário Trump liderando a maior economia e Macron<img src="http://static.wixstatic.com/media/b225ac4d521e4bcdba2901c49f1b5527.jpg/v1/fill/w_419%2Ch_279/b225ac4d521e4bcdba2901c49f1b5527.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/16/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-16-A-20-DE-ABRIL</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/16/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-16-A-20-DE-ABRIL</guid><pubDate>Mon, 16 Apr 2018 10:49:03 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/b225ac4d521e4bcdba2901c49f1b5527.jpg"/><div>A semana deve ser ainda de intensa volatilidade por conta de risco geopolítico, atritos comerciais, retaliações, etc. Do lado interno as conturbações derivam da percepção que a economia começa a mostrar alguns sintomas de arrefecimento. O lado bom disso é que poderemos ter ainda duas reduções da taxa Selic (maio e junho).</div><div>No meio da confusão de Síria, Rússia e Irã, nas fronteiras dura das Irlandas e sobre o Brexit, tendo ainda o quase incendiário Trump liderando a maior economia e Macron acelerando represálias na Europa não é de se esperar mercados de risco mais tranquilos nos próximos dias.</div><div>Por aqui, estritamente no mercado, teremos vencimento de derivativos, o que sempre agrega grande volatilidade e disputas entre comprados e vendidos, especialmente quando o mercado está por muito tempo dentro de uma zona de congestão. Do ponto de vista político vamos abrir a semana com a primeira pesquisa pós prisão do ex-presidente Lula que pode conter algumas surpresas e até (quem sabe) espantar o risco de radicais ganharam maior expressão.</div><div>Como temos lembrado, o índice mostra zona de congestão entre 83900 pontos e 85500 por muito tempo. Associado a isso temos o fato que os resultados de empresas americanas devem apresentar melhorias referentes ao primeiro trimestre do ano, o que dá força para manutenção de “bull market”.</div><div>Aqui, a tendência é de acompanharmos, mas a prudência segue sendo lembrada. Sugerimos uso de derivativos para proteger posições, ao mesmo tempo que recomendamos aquisições progressivas de empresas com bom conteúdo fundamentalista, com horizontes temporais dilatados para retorno. Acreditamos que diante das taxas apuradas na renda fixa, investidores institucionais e pessoas físicas terão que arriscar maior parcela de risco para obter melhores retornos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  09 A 13 DE ABRIL</title><description><![CDATA[A palavra de ordem segue sendo volatilidade nos mercados de risco no mundo e também no Brasil. No exterior cada dia amanhecemos com a perspectiva mais próxima de uma guerra comercial, protecionismo, xenofobia e nacionalismo; o que certamente não convém a nenhuma economia. Porém, seguimos otimistas que nada disso irá acontecer e China e EUA irão sentar à mesa e discutir um modo de convivência mais harmônico.Apesar disso, não podemos descartar alguns atritos e isso pode de alguma formar interferir<img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg/v1/fill/w_432%2Ch_288/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/09/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-09-A-13-DE-ABRIL</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/09/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-09-A-13-DE-ABRIL</guid><pubDate>Mon, 09 Apr 2018 10:42:07 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/><div>A palavra de ordem segue sendo volatilidade nos mercados de risco no mundo e também no Brasil. No exterior cada dia amanhecemos com a perspectiva mais próxima de uma guerra comercial, protecionismo, xenofobia e nacionalismo; o que certamente não convém a nenhuma economia. Porém, seguimos otimistas que nada disso irá acontecer e China e EUA irão sentar à mesa e discutir um modo de convivência mais harmônico.</div><div>Apesar disso, não podemos descartar alguns atritos e isso pode de alguma formar interferir no crescimento global e preços de preços em algumas matérias-primas e produtos intermediários, alterando, por conseguinte, a perspectiva de inflação baixa e bem contida. Aparentemente, não teremos nenhuma resposta muito rápida para essas questões.</div><div>No ambiente interno ainda deveremos ter muitos desdobramentos da decisão da Justiça de encarcerar o ex-presidente Lula, já que o PT quer transformar tudo isso em perseguição política, ao invés de um caso complexo de corrupção endêmica do governo Lula. Isso também interfere no processo eleitoral, faltando ainda seis meses para as eleições. Mesmo assim, a fragilidade atual do PT e de Lula abrem espaço para que o debate não seja tão polarizado, dando margem para o surgimento de candidato mais ao centro e com propostas reformistas para o Brasil, situação que seria bem recebida por camada expressiva da população e elite pensante do país. Mas certamente teremos muitos ruídos até que o quadro eleitoral esteja melhor definido. </div><div>Do ponto de vista da análise técnica seguimos ainda travados entre 83900 pontos e 85500 pontos. Somente um movimento vazando esses limites com consistência poderá trazer maior relevância em direção da alta acima de 86100 pontos, ou queda possível para 82900 pontos e 82000 pontos.</div><div>Função disso, seguimos recomendando prudência na assunção de riscos de curto prazo e utilizando proteções com derivativos. Identificamos, contudo, boas oportunidades de estruturar posições de mais longo prazo para retorno em empresas com bom conteúdo fundamentalista. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PRIMEIRO TRIMESTRE</title><description><![CDATA[Após um ano positivo em 2017, quando o Ibovespa teve alta de 26,9%, o primeiro trimestre de 2018 se encerra favoravelmente para o mercado acionário, apesar do fraco desempenho em março. O principal índice da B3 apresentou alta de 11,7% nos três primeiros meses do ano, graças à expressiva valorização de janeiro. Podemos dizer que foi um trimestre bastante movimentado tanto no cenário político quanto no econômico, interna ou externamente, o que ocasionou volatilidade no mercado de ações.A forte<img src="http://static.wixstatic.com/media/f5526380b69b4de58dcf8fc112145de9.jpg/v1/fill/w_551%2Ch_366/f5526380b69b4de58dcf8fc112145de9.jpg"/>]]></description><dc:creator>Raphael Pereira</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/02/PRIMEIRO-TRIMESTRE</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/02/PRIMEIRO-TRIMESTRE</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2018 13:22:57 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f5526380b69b4de58dcf8fc112145de9.jpg"/><div>Após um ano positivo em 2017, quando o Ibovespa teve alta de 26,9%, o primeiro trimestre de 2018 se encerra favoravelmente para o mercado acionário, apesar do fraco desempenho em março. O principal índice da B3 apresentou alta de 11,7% nos três primeiros meses do ano, graças à expressiva valorização de janeiro. Podemos dizer que foi um trimestre bastante movimentado tanto no cenário político quanto no econômico, interna ou externamente, o que ocasionou volatilidade no mercado de ações.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_d993beee61b6412f854de74a96f75f14~mv2.png"/></div><div>A forte entrada do investidor estrangeiro na B3 foi um dos principais fatores para o excelente desempenho no primeiro mês do ano. O fluxo estrangeiro em janeiro foi positivo em R$ 9,5 bilhões, montante equivalente a quase ¾ do saldo de todo o ano passado, que foi de R$ 13,4 bilhões. Porém o que se viu nos meses subsequentes foi a dissipação dessa força compradora. Em fevereiro a saída do capital estrangeiro foi de R$ 4,2 bilhões, mesmo assim a bolsa resistiu, fechando em alta de 0,5% no mês e acumulando um ganho de 9,1% no primeiro bimestre. Em março essa saída foi ainda mais forte, chegando a R$ 5,5 bilhões e tornando o fluxo negativo de capital estrangeiro no ano em R$ 149,0 milhões (dados até 27 de março).</div><div>No cenário externo, o aquecimento da economia norte-americana criou uma expectativa nos investidores de elevação nos juros ainda maior por parte do Federal Reserve, contribuindo para uma baixa nos índices globais, com investidores preferindo títulos do Tesouro dos EUA a se aventurar no mercado de ações. O protecionismo do presidente norte-americano também foi outro fato que movimentou os mercados globais nesse primeiro trimestre. A decisão de Donald Trump em taxar as importações de aço em 25% e o alumínio em 10% fez desabar as ações de diversos setores e índices pelo mundo em meados de março. A tensão com uma eventual guerra comercial ainda foi aumentada pela saída do principal assessor econômico da Casa Branca, Gary Cohn, que era contrário à taxação proposta por Trump. A tensão aos poucos foi se dissipando com a flexibilidade de negociação do imposto de importação com os principais parceiros comerciais, além de um início de tratativas entre EUA e China, que sofreu com a imposição de tarifas de importação que podem chegar a US$ 60 bilhões. Em resposta, Pequim ameaçou lançar barreiras sobre importações vindas dos EUA no valor de até US$ 3 bilhões. Para encerrar um trimestre repleto de sismos, houve o estouro do escândalo envolvendo o Facebook e a utilização indevida de informações de usuários, fato que trouxe queda para as ações do setor de tecnologia e ajudou a ampliar as perdas no final de março. Esse cenário com muitas incertezas e disputas comerciais levou os principais índices mundiais a perdas nesse primeiro trimestre.</div><div><img src="http://static.wixstatic.com/media/81a199_6c43e5ebaaa24f479a9d0dfd5b1bd87b~mv2.png"/></div><div>No cenário interno, o primeiro trimestre foi marcado por movimentações políticas, divulgações de dados corporativos e indicadores econômicos positivos. A inflação seguiu sob controle, com o IPCA-15 registrando alta de 0,10% em março, a menor taxa para este mês desde 2000, e acumulou inflação de 0,87% no trimestre. Os índices de confiança do comércio (ICOM), da indústria (ICI) e do consumidor (ICC) seguiram em alta em março, com o ICOM e ICI batendo recordes históricos, evidenciando o bom momento econômico vivido pelo país. Pelo lado político, a corrida presidencial ainda sem candidatos bem definidos já movimentou o cenário nacional. A condenação em segunda instância do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a indefinição quanto à prisão também contribuiu para este confuso cenário político.</div><div>Pelo lado corporativo, a combinação de negócios entre a Suzano e a Fibria causou grande movimentação no mercado, com as ações destas empresas apresentando giros financeiros expressivos após o anúncio. Pelo lado negativo, as ações da BRF despencaram, após a companhia ser envolvida em uma nova fase da operação “Carne Fraca” da Polícia Federal e a proibição temporária de exportação de frango para Europa.</div><div>Por fim, os próximos meses tendem a ser bastante movimentados, com definições concretas de candidatos a presidente do Brasil, em um pleito que traz o risco de candidatos extremistas ganharem força. Uma decisão por parte do STF no julgamento do ex-presidente Lula também é esperada e pode ajudar a definir uma tendência da bolsa brasileira. No cenário externo, as expectativas ficam por conta das negociações dos EUA sobre a taxação do aço e alumínio, com um entendimento positivo dos norte-americanos com seus principais parceiros podendo afastar os temores de uma guerra comercial. Na Europa também é esperado novidades no Brexit, depois que o Reino Unido e a União Europeia concordaram em &quot;grande parte&quot; nos termos do acordo de transição que culminará com a saída dos britânicos do bloco, marcada para março de 2019.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  02  A 06 DE ABRIL</title><description><![CDATA[Nossa avaliação é que na próxima semana ainda teremos muita volatilidade e desequilíbrios nos mercados de risco, aqui e no exterior, provocados por volatilidade do dólar frente outras moedas de países desenvolvidos e também emergentes.No cerne da questão podemos indicar discussões no entorno da tarifação dos EUA sobre aço e alumínio, que certamente ainda vai demorar para termos maiores definições, e também com o comportamento dos juros no mercado americano e alguma corrida para proteção de<img src="http://static.wixstatic.com/media/8febd485097a429cabe629f0771f1fb6.jpg/v1/fill/w_413%2Ch_276/8febd485097a429cabe629f0771f1fb6.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/01/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-02-A-06-DE-ABRIL</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/04/01/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-02-A-06-DE-ABRIL</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2018 01:08:36 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/8febd485097a429cabe629f0771f1fb6.jpg"/><div>Nossa avaliação é que na próxima semana ainda teremos muita volatilidade e desequilíbrios nos mercados de risco, aqui e no exterior, provocados por volatilidade do dólar frente outras moedas de países desenvolvidos e também emergentes.</div><div>No cerne da questão podemos indicar discussões no entorno da tarifação dos EUA sobre aço e alumínio, que certamente ainda vai demorar para termos maiores definições, e também com o comportamento dos juros no mercado americano e alguma corrida para proteção de operações. Os dados que estão saindo sobre a economia americana indicam cada vez mais a possibilidade de quatro altas de juros ao longo de 2018 e outras três em 2019, o que vai mexer com o fluxo de recursos no mundo.</div><div>Com o núcleo da inflação pelo PCE (gastos com consumo) girando ao redor de 2,0% (pouco abaixo disso) haverá quem defenda juros em alta não tão gradual como intuída pelos investidores. Fazendo coro teremos outros bancos centrais também estudando a volta progressiva à normalidade de suas políticas monetárias, o que agrega volatilidade.</div><div>Isso sem contar com o sempre imprevisível Donald Trump, que parece não gostar muito de situações tranquilas. Basta ver o que fez na semana passada com a China no que tange à propriedade intelectual e ainda a carga sobre Jeff Bezos da Amazon. Vamos somar o comportamento das ações de tecnologia e energia e o quadro fica mais complicado.</div><div>Aqui vamos ter muitos ruídos na área política, com os pré-candidatos em movimento, incluindo aí Temer e Meirelles. Mais adiante teremos o julgamento do habeas corpus de Lula (associado aos ruídos de atentado a sua caravana), com desfecho também imprevisível. Na área econômica nada de muito relevante deve ser discutido ou votado, mas a fala de Meirelles parece emblemática: “sem reformas a recessão deve voltar”.</div><div>No que tange à análise técnica, se o Ibovespa perder o patamar de 83900 pontos, podemos ter precipitação até a faixa de 81900 pontos, o que não seria bom. Afinal, já viramos março com forte retirada de investidores estrangeiros. Nova aceleração só ficará mais clara se conseguirmos romper e nos manter acima do patamar de 85500 pontos. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  26 A 29 DE MARÇO</title><description><![CDATA[A entrante semana já começa complicada pelo clima atribuído à postergação do julgamento de Lula ter ficado para o próximo dia 04/04 (em princípio) e, também, por conta do TRF-4 ter marcado para 26 de março o julgamento dos embargos interpostos pela defesa do ex-presidente. Os investidores vão olhar todas as teses sobre esses dois eventos.Como se não bastasse isso, no plano internacional os investidores terão que avaliar as consequências da tarifação americana sobre aço e alumínio e possíveis<img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg/v1/fill/w_388%2Ch_258/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/03/26/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-26-A-29-DE-MAR%C3%87O</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/03/26/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-26-A-29-DE-MAR%C3%87O</guid><pubDate>Mon, 26 Mar 2018 04:33:24 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/3c6ada28ceb647b9942b2a23290d3184.jpg"/><div>A entrante semana já começa complicada pelo clima atribuído à postergação do julgamento de Lula ter ficado para o próximo dia 04/04 (em princípio) e, também, por conta do TRF-4 ter marcado para 26 de março o julgamento dos embargos interpostos pela defesa do ex-presidente. Os investidores vão olhar todas as teses sobre esses dois eventos.</div><div>Como se não bastasse isso, no plano internacional os investidores terão que avaliar as consequências da tarifação americana sobre aço e alumínio e possíveis retaliações e isenções produzidas por Donald Trump. Está cada vez mais próxima a possibilidade de uma guerra comercial, cujo efeito no final poderia ser de reduzir o crescimento econômico e ampliar pressões inflacionárias.</div><div>Isso tudo junto com o imponderável que a figura de Trump representa é o que está determinando toda a volatilidade dos mercados de risco espalhados pelo mundo. Essa é uma situação que deve permanecer e com destaque para o segmento local. Aqui, ainda vamos assistir além de Lula, o show de horrores produzidos pelo processo eleitoral iniciado e substituições no governo de membros que concorrerão a cargos eletivos, inclusive o próprio ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente Temer.</div><div>Apesar disso, vemos o momento como importante para aqueles que gostam de lidar com risco. É exatamente em épocas como essas que surgem as chances de ganhos extraordinários para aqueles que avaliam friamente a situação. No momento, e até que provem o contrário, os efeitos da tarifação americana não são tão inibidores da recuperação econômica global e da melhor precificação dos ativos. Portanto, parecem mantidas as condições para boa evolução do mercado acionário, produtividade e lucratividade das empresas em 2018.</div><div>Avaliando o mercado brasileiro do ponto de vista estrito da análise técnica, a perda do patamar de 83700 pontos se consolidada poderia sinalizar maior precipitação, até próximo da região de 82000 pontos. Já na visão otimista teríamos que suplantar o patamar de 85600 pontos para galgar objetivos ainda maiores. Vamos ter mercado para quem tem nervos fortes e consegue formar visão de mais longo prazo.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>PERSPECTIVAS –  19 A 23 DE MARÇO</title><description><![CDATA[Continuamos a traçar cenário de volatilidade para os mercados de risco no plano internacional, claramente afetando também o plano local. Investidores temerosos com a possibilidade de ocorrência de duas guerras, saber: Guerra Fria e guerra comercial.Nesse momento é difícil projetar o que pode acontecer a partir das decisões tomadas pelo Reino Unido contra a Rússia, apoiadas por aliados históricos, como França, Alemanha e EUA. Para completar, os EUA também lançaram mais sanções contra a Rússia, a<img src="http://static.wixstatic.com/media/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg/v1/fill/w_388%2Ch_257/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Lopes Filho &amp;amp; Associados</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/03/18/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-19-A-23-DE-MAR%C3%87O</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/03/18/PERSPECTIVAS-%E2%80%93-19-A-23-DE-MAR%C3%87O</guid><pubDate>Sun, 18 Mar 2018 23:35:32 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/ecc3a28be59b4bf5ae5b5838a05f0af2.jpg"/><div>Continuamos a traçar cenário de volatilidade para os mercados de risco no plano internacional, claramente afetando também o plano local. Investidores temerosos com a possibilidade de ocorrência de duas guerras, saber: Guerra Fria e guerra comercial.</div><div>Nesse momento é difícil projetar o que pode acontecer a partir das decisões tomadas pelo Reino Unido contra a Rússia, apoiadas por aliados históricos, como França, Alemanha e EUA. Para completar, os EUA também lançaram mais sanções contra a Rússia, a partir de ataques cibernéticos na aviação, energia nuclear e água. A outra possível guerra comercial também tem desfecho imponderável. A implementação de tarifas elevadas para o aço e alumínio pelos EUA pode gerar retaliações, denúncias na OMC e travar o comércio transnacional e, no final da linha, afetar o crescimento econômico global.</div><div>No campo das possibilidades ainda teríamos a possibilidade de aperto monetário por bancos centrais da Europa e EUA, afetando fluxo de recursos para emergentes. Nesse aspecto devemos alertar que teremos reuniões na semana do Fed e também do Copom. Aqui, possibilidade de redução da Selic em 0,25% e deixando espaço para novas quedas. Nos EUA, a expectativa de que possam elevar a taxa básica em 0,25%.</div><div>Portanto, o cenário estabelecido é de grande nervosismo e ajustes de posições, seguindo as expectativas de desenvolvimento dessas situações pelos gestores de recursos. O fato é que isso pode significar redução da exposição ao risco, até que o quadro esteja melhor definido.</div><div>Do ponto de vista da análise técnica, o Ibovespa mostra certa acumulação na faixa entre 87200 pontos e 85000 pontos, mas mais para o final da semana mostrou nova fraqueza. Agora, o importante parece ser não perder a faixa de 83700, quando poderia mostrar maior precipitação. Fica melhor se conseguir passar o patamar de 86000 pontos.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>DEIXA A VIDA ME LEVAR</title><description><![CDATA[Está aí uma frase declamada pelos quatros cantos deste País que não cabe ao mundo das finanças pessoais. No Editorial desta semana falaremos sobre a importância do “planejamento financeiro” para obtenção dos objetivos de médio/longo prazo e garantia de uma aposentadoria livre de problemas financeiros.Em um momento em que se tornam cada vez mais acaloradas as discussões sobre a necessidade da “reforma da Previdência”, nada mais oportuno do que dissertarmos sobre os meios de garantir um fluxo de<img src="http://static.wixstatic.com/media/f616843def534ab2a06e2a7edf6a4d43.jpg/v1/fill/w_488%2Ch_325/f616843def534ab2a06e2a7edf6a4d43.jpg"/>]]></description><dc:creator>Adilson Silva</dc:creator><link>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/03/15/DEIXA-A-VIDA-ME-LEVAR</link><guid>http://www.ondeinvestir.com.br/single-post/2018/03/15/DEIXA-A-VIDA-ME-LEVAR</guid><pubDate>Thu, 15 Mar 2018 19:40:47 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/f616843def534ab2a06e2a7edf6a4d43.jpg"/><div>Está aí uma frase declamada pelos quatros cantos deste País que não cabe ao mundo das finanças pessoais. No Editorial desta semana falaremos sobre a importância do “planejamento financeiro” para obtenção dos objetivos de médio/longo prazo e garantia de uma aposentadoria livre de problemas financeiros.</div><div>Em um momento em que se tornam cada vez mais acaloradas as discussões sobre a necessidade da “reforma da Previdência”, nada mais oportuno do que dissertarmos sobre os meios de garantir um fluxo de recursos após a vida economicamente ativa sem a dependência do governo.</div><div>É importante lembrar que o governo desistiu de colocar a pauta sobre o assunto em votação, prevista para o mês de fevereiro, em virtude da forte crise de segurança pública enfrentada pelo Rio de Janeiro e que culminou na intervenção federal na segurança do Estado. </div><div>É bom lembrar que para o segurado receber o teto do benefício repassado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), R$ 5.645,81, é necessário que contribua com 11% do valor do teto durante pelo menos 80% da sua vida ativa. Para muitos, garantir essa quantia até seus últimos dias seria excelente, no entanto, para outros, este valor não supriria sequer despesas fixas, quiçá dispêndios com saúde, viagens, roupas, carros, jantares e etc. Além das dúvidas sobre se teria os votos necessários à aprovação.</div><div>Infelizmente não existe fórmula mágica para a conquista desta renda complementar, que não seja através de um rígido e disciplinado planejamento das suas finanças. É importante salientar que, quanto antes ocorrer uma adequação de comportamento, menor será o peso sobre seu atual orçamento. Então o que está esperando? </div><div>Embora bastante difundida, o mantra dos especialistas em finanças pessoais se faz necessário neste momento: “despesas não podem superar as receitas”. É tão óbvio, mas não tão simples de ser cumprido por grande parte da sociedade. No entanto, a forte crise que o país atravessou nos últimos anos exigiu um maior controle sobre os dispêndios. Certamente aumentou-se o controle com gastos com energia, foi elevada a utilização de transportes públicos, jantares fora no final de semana foram reduzidos, etc.</div><div>A ordem é planejar, economizar, poupar e investir. Não foi dita nenhuma novidade? Você pode estar se perguntando se perdeu tempo lendo um texto em que encontrou um conteúdo que acharia em qualquer busca rápida pela internet. Porém, o intuito deste Editorial é lembrar que o “Onde Investir” é um produto desenvolvido pela Lopes Filho &amp; Associados com o intuito de auxiliar a pessoa física na tomada de decisão de seus investimentos.</div><div>No portal você encontra relatórios sobre Tesouro Direto, FII, carteira de ações para diferentes perfis, relatório de empresas, relatórios gráficos diários, além de poder assinar e receber o Informe Matinal, que possui informações e orientações especializadas, antes da abertura do pregão.</div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>