Sobre o Onde Investir



1 - Como ter acesso ao conteúdo do site?
Para ter acesso às informações contidas no Onde Investir by Lopes Filho, você deve ir ao menu Cadastre-se de nosso Portal. Lá, você pode escolher entre fazer o cadastro para ter acesso às áreas gratuita ou restrita, que requerer assinatura.
2 - Há diferença entre o conteúdo do Portal Onde Investir e o disponibilizado nas Corretoras Parceiras?
Nos últimos anos, realizamos várias parcerias para melhor distribuição do conteúdo, podendo ser encontrado nos principais portais financeiros brasileiros. Assim, normalmente, os clientes de nossos Parceiros têm acesso gratuito ao nosso conteúdo através de algum link que estes disponibilizam em seus sites ou homebroker.

Entretanto, não é regra que cada Parceiro tenha todo o conteúdo do Onde Investir a disposição de seus clientes. Portanto, para saber quem disponibiliza todo nosso material ou somente em parte, é necessário a consulta a cada Parceiro. Com a criação do Novo Portal do Onde Investir by Lopes Filho procuramos intensificar uma maior diferenciação dos serviços, buscando dar maior suporte aos nossos assinantes e usuários.
3 - O Onde Investir faz administração de recursos?
Não disponibilizamos dos serviços de administração de recursos, sendo assim, não contemplando a administração de Clubes ou Fundos de Investimentos. Alguns de nossos parceiros possuem estes serviços, em nosso Portal é possível encontrar no menu "Clientes Institucionais" a lista das Corretoras que contam com nosso conteúdo e onde você poderá encontrar os serviços de administração.
4 - Qual corretora devo escolher?
Na hora de escolher através de qual corretora operar, o investidor deve levar em consideração alguns aspectos importantes, tais como: suporte técnico, tecnologia, tradição e consistência, valor da corretagem, proximidade da base operacional e relatórios e análises disponibilizadas aos clientes. Neste último item, de grande relevância, entra o Onde Investir, a melhor ferramenta de análise de mercado para que possa investir com mais segurança na Bolsa.

Clientes Institucionais: lá você encontra uma lista de corretoras Parceiras do Onde Investir by Lopes Filho.
5 - Há diferença entre o serviço prestado pelo Onde Investir e pela Lopes Filho & Associados?
Sim, há diferença entre os serviços prestados, pois os focos de atuação são diferentes. A Lopes Filho & Associados desenvolve um permanente acompanhamento da economia e dos mercados, atendendo a investidores institucionais, com reconhecida competência no aconselhamento de grandes administradores de recursos, incluindo Bancos, Fundos de Pensão, Corretoras de Valores, Investidores Estrangeiros, dentre outros.

Já, o Onde Investir atende o crescente número de investidores individuais com interesse no mercado financeiro, intensificado desde a criação do Homebroker da Bovespa e pela carência de informações para este tipo de investidor.



Sobre o Mercado



1 - Como faço para investir em ações?
Aplicações em ações são realizadas através de Corretoras de Valores ou outros intermediários financeiros. Havendo duas maneiras básicas de se investir: diretamente, abrindo uma conta na corretora e efetuando ordens de compra/venda, e indiretamente, através de clubes ou fundos de investimentos.

Clientes Institucionais: lá você encontra uma lista de corretoras Parceiras do Onde Investir by Lopes Filho.
2 - Há algum valor mínimo para se começar a investir em ações?
Para abrir conta em uma corretora e investir em ações, não há valor mínimo estipulado, variando de acordo com cada instituição. Em algumas, é exigido o valor mínimo de aplicação inicial de R$ 1 mil.

Nas aplicações em ações, também não há um valor mínimo exigido, que irá variar de acordo com o preço da ação e da corretora em que o usuário operar.
3 - O que é um Clube de Investimento?
Um Clube de Investimento é muito parecido com um fundo, diferindo que seus participantes decidem quais ações o Clube deve comprar ou vender, através de votação. O Clube deve ser constituído por um número limitado de pessoas (mínimo de 3 e máximo de 150 participantes), tendo como objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em comum, de uma carteira diversificada de ações. Os recursos que os membros do Clube destinam para investimentos são representados por quotas, de igual valor, registradas em conta depósito na instituição administradora. Cada quota corresponderá a um voto nas deliberações da Assembléia Geral. Vale ressaltar que nenhum quotista do Clube poderá deter quantidade superior a 40% das quotas.

Os valores têm que ser investidos em valores mobiliários, sendo que 51% do total deverão estar em ações, bônus de subscrição e/ou debêntures conversíveis em ações, de emissão de companhias abertas. O restante do patrimônio, correspondendo no máximo a 49%, poderá ser aplicado em quotas de fundos de renda fixa e títulos de renda fixa. As operações no mercado a termo e de opções também são permitidas, sendo que nestes últimos são permitidas apenas vendas cobertas.
4 - Clube, fundo ou investir diretamente em ações?
Nos fundos de investimentos, o responsável por cuidar da carteira de ações do fundo é o gestor, cuja habilidade vai determinar em que papéis os recursos do fundo serão aplicados. Os fundos representam uma forma de dividir os custos de investimentos reservados para grandes investidores, uma vez que os investidores conseguem fazer melhores compras com um volume maior de recursos do que aquele que cada um possui individualmente. Os fundos não têm limite de participantes e podem adotar um posicionamento agressivo, moderado ou conservador, dependendo dos papéis em que o investimento é feito.

Os Clubes de Investimento possuem algumas vantagens sobre os investimentos individuais, principalmente para quem está iniciando e tem pouco conhecimento, pois com uma pequena quantia pode-se usufruir de rendimentos obtidos em uma carteira diversificada de ações. Outro ponto positivo é que não se exige um grande conhecimento individual do mercado acionário, mas por outro lado faz com que se amplie o conhecimento ao longo do tempo. Este é um fator fundamental para propiciar ao investidor mais segurança com relação ao que está fazendo, principalmente para os investidores de menor porte. Há, também, a questão do menor custo em relação aos fundos de investimento (em um clube, normalmente, não há encargos referentes a auditorias e as correspondências aos cotistas são em número reduzido e têm menor detalhamento).
5 - Quais custos ao investir em ações?
Ao investir em ações você tem os seguintes custos: taxa de corretagem (de acordo com a corretora), emolumentos (devida à Bovespa e CBLC) e o ISS (devido ao município onde o serviço é prestado ao cliente e incidente sobre a corretagem).
6 - Tenho uma poupança e gostaria de aplicar tais recursos. Onde deveria investir e que ações comprar/vender e quando?
O investidor deve ter ciência do seu perfil e de sua propensão ao risco antes de iniciar seus investimentos. É importante saber, com muita clareza, o que se espera. Formar poupança de longo prazo para aposentadoria, procurar obter retornos para consecução de objetivos de médio prazo ou obter rápidos e elevados retornos. Cada uma destas alternativas está conectada a um perfil e envolve diferentes níveis de risco. Vale lembrar que, quanto maior o retorno esperado, maior tende a ser o risco da operação. Desta forma, a decisão entre Bolsa e Renda Fixa depende do seu perfil, do que você espera de seus investimentos e de sua propensão ao risco. A Renda Fixa seria a alternativa mais conservadora. Apesar disto, em Bolsa de Valores também é possível encontrar ações de perfil conservador. Contudo, estas mesmas ações podem apresentar certa volatilidade de curto prazo, o que não ocorreria com os investimentos em Renda Fixa.
7 - Como posso negociar ações via Internet?
Algumas corretoras oferecem aos seus usuários um programa chamado Homebroker, que é um sistema de negociação de ações através da Internet. Desta forma, possibilitando que possa fazer suas operações de sua casa, em qualquer lugar.
8 - O que são small caps e blue chips?
De maneira generalizada, small caps são papéis de empresas de menor valor de mercado e liquidez, mas com potencial de crescimento maior que das blue chips, que são as de companhias de grande porte e que apresentam elevada liquidez e volume de negócios.

As small caps, papéis de segunda ou terceira linha, apresentam menor liquidez, o que gera um desconto maior sobre o preço desses ativos. É importante frisar que a definição de “segunda ou terceira linha” não deve depreciar estas ações, relegando a elas um estigma de papel de menor qualidade. Pelo contrário, estes papéis são de empresas que apresentam um relevante potencial de crescimento, pois muitas das vezes, estão em processo de consolidação e fazendo investimentos com o objetivo de crescer em seus negócios. Assim, o investimento nestas companhias deve ter um caráter visando mais o longo prazo.
9 - O que é after market?
Criado pela Bovespa em 1999, é a sessão noturna de negociações do pregão eletrônico da Bovespa, sendo permitido apenas operações no mercado à vista, porém somente de ações que tenham sido negociadas em horário regular. Seu funcionamento, normalmente, acontece das 17h30 às 17h45, fase de pré-abertura, na qual é permitido o cancelamento das ofertas registradas no período regular, e das 17h45 às 19h, ocorre a fase de negociação. No horário de verão, este período é retardado, com os horários passando a ser, respectivamente, de 18h30 às 18h45 e das 18h45 às 19h30.
10 - O que é IPO?
São as iniciais de Initial Public Offering.
11 - De que trata a Análise Fundamentalista?
A Análise Fundamentalista tem o objetivo de avaliar alternativas de investimento a partir do processamento de informações obtidas junto às empresas, partindo do entendimento da conjuntura macroeconômica e do panorama setorial nos quais a companhia se insere, passando pela análise retrospectiva de suas demonstrações financeiras e estabelecendo previsões para o seu desempenho. A premissa básica da Análise Fundamentalista é de que o valor justo para uma empresa (e, por conseqüência, para suas ações) está relacionado à sua capacidade de gerar lucros no futuro.
12 - O que é Análise Gráfica?
A Análise Gráfica, pressupondo comportamentos cíclicos, se utiliza da oscilação das ações em Bolsa no passado e procura avaliar as possibilidades de flutuações futuras, utilizando-se de ferramentas desenvolvidas ao longo do tempo e baseadas nos movimentos diários de cotações e volumes negociados de cada ação.
13 - Qual metodologia devo seguir: fundamentalista ou gráfica?
Apesar das metodologias serem diferentes, destacando como principal aspecto que a Análise Fundamentalista examina a empresa e a Análise Gráfica a ação, as duas escolas podem coexistir e serem aplicadas em conjunto pelos investidores. Tratam-se de instrumentos de grande valor em um momento de decisão de investimentos. Outro aspecto que também deve ser visto com naturalidade diz respeito a eventuais divergências entre as recomendações baseadas em um ou outro método. O "melhor dos mundos" ocorre quando as opiniões são coincidentes, mas quando ocorre o contrário o investidor deve avaliar seus critérios pessoais de investimentos, como propensão ao risco, prazo esperado de retorno, política de dividendos da empresa, etc., escolhendo a alternativa que seja mais adequada ao seu perfil.

Como dica de utilização das duas escolas de análise em conjunto, uma boa sugestão é fazer a seleção dos ativos através da Análise Fundamentalista e utilizar a Análise Gráfica para decidir o melhor momento de compra ou venda das ações.
 
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Volume negociado:
R$ 7.944.704.746,80

03/02/2012 às 18:25 h