<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0"> <channel><title>Onde Investir - RSS</title><description>Blog Julio Hegedus - Onde Investir</description><language>pt-br</language><image><url>http://www.ondeinvestir.com.br/images/top_logo.bmp</url><link>www.ondeinvestir.com.br/BlogJulioHegedus/Default.aspx</link><title>Onde Investir by Lopes Filho</title><height>0</height><width>0</width></image>  <item>    <title><![CDATA[ VOZ DO INVESTIDOR - Você tem dúvidas sobre a capitalização da Petrobras? ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font face="Arial" size="2">Com tantas notícias sobre o processo de capitalização da Petrobras, é natural que os investidores tenham dúvidas sobre alguns pontos e de como se posicionar diante dos fatos. </font><br><br><font face="Arial" size="2">Para facilitar a vida de nossos leitores, o <b>Onde Investir está disposto a esclarecer as incertezas que ainda existem em relação à capitalização.</b></font><br><b><br><font face="Arial" size="3">Então, comente aqui! Qual a sua dúvida? Nós responderemos!</font></b><br></div> ]]> </description>    <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 16:27:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ PLANTÃO - O uso do FTGS na capitalização da Petrobras ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font face="Arial" size="2">No prospecto protocolado na última sexta-feira pela Petrobras na CVM está determinado que as pessoas que investiram na Petrobras através de FMP, com recursos oriundos do FGTS, em 2000, poderão fazê-lo novamente nesta capitalização. <br><br>Dentre as regras expostas no texto, é determinado que o limite para o uso do FGTS por trabalhadores já acionistas é de 30%. <br><br></font></div> ]]> </description>    <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 14:17:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ REPERCUTIU – Lopes Filho comenta capitalização no O Globo ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font face="Arial" size="2">A <b>capitalização da Petrobras</b> ainda está dando o que falar. Nesta segunda, o jornal O Globo publicou uma matéria especial para instruir o investidor na compra dos papéis da empresa. <b>A Lopes Filho não ficou de fora. Um de nossos consultores deu a dica:</b></font><br><br><font face="Arial" size="2">- Como apenas 20% das ações serão liberadas para o varejo, acredito que vai ter rateio da oferta para os não acionistas. Para quem tem dinheiro, o melhor talvez seja comprar ações agora para garantir a prioridade – <b>explicou Carlos Manuel.</b></font><br><br><font face="Arial" size="2">A reportagem completa pode ser lida na edição de hoje do jornal na editoria de <i>Economia, em Você Investe.</i></font><br><br></div> ]]> </description>    <pubDate>Mon, 06 Sep 2010 10:23:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ EDUCACIONAL – Fundo de ações ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">Os investidores interessados em aplicar seus recursos em ações têm opções diversas. Uma delas são os fundos de ações, que representam uma concentração de recursos de diversas pessoas ou entidades destinados a uma aplicação em ações de companhias abertas.<br><br>O recurso obtido é investido e um gestor administra esse portfólio. Para que as escolhas sejam acertadas, o gestor deve ser um profissional treinado e conhecedor do mercado.<br><br>Os fundos de ações devem possuir um mínimo de 67% da carteira em ações negociadas no mercado à vista de bolsa de valores (ou entidade do mercado de balcão organizado).<br><br>Percebe-se assim que os fundos representam uma forma de dividir os custos de investimentos reservados para grandes investidores, uma vez que é possível fazer&nbsp; melhores compras com um volume maior de recursos do que aquele que cada um possui individualmente. Porém, pelo fundo há a cobrança de taxa administração e em alguns casos há também uma taxa de performance.<br><br>Na questão tributária, os fundos de ações são classificados como “longo prazo”, logo sua taxa de tributação segue modelo abaixo:<br><br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;22,5% em aplicações com prazo de até 180 dias<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;20,0% em aplicações com prazo de até 181 dias até 360 dias<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;17,5% em aplicações com prazo de até 361 dias até 720 dias<br>•&nbsp;&nbsp; &nbsp;15,0% em aplicações com prazo acima de 720 dias<br><br>Quando o investidor vende suas cotas - ou seja, sua participação no fundo - o preço da cota não necessariamente é do dia. Por exemplo, pode ser do fechamento do dia seguinte. Isso depende da regra do fundo. Assim, pode haver variação para cima ou para baixo do valor da cota.<br><br></font></div> ]]> </description>    <pubDate>Fri, 03 Sep 2010 15:18:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ PLANTÃO – Capitalização da Petrobras pode gerar maior venda de ações da história ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">Para financiar um plano de investimentos de US$ 224 bilhões, a Petrobras informou hoje que planeja vender 3,86 bilhões de ações, 2,27 bilhões de novas ações ordinárias e 1,59 bilhão de novas ações preferenciais. A empresa disse também que pode vender lotes suplementar e adicional com mais 564 milhões de ON e PN. Nesse caso, o negócio atingiria um valor estimado em R$ 128,3 bilhões.<br><br>Se ocorrer, a oferta será a maior da história, ultrapassando a operação da Nippon Telegraph and Telephone (NTT), que levantou US$ 36,8 bilhões e a recente inicial realizada pelo Agricultural Bank of China, que arrecadou US$ 22,1 bilhões.<br><br></font></div> ]]> </description>    <pubDate>Fri, 03 Sep 2010 12:58:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ VOZ DO INVESTIDOR - Você tem um perfil? ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">Na última edição da revista <i>Invest Mais </i>uma matéria trouxe os perfis dos investidores fazendo uma analogia com animais. Será que você se enquadra em um deles?<br><br>- TOURO: é aquele investidor que compra ações na baixa, apostando em uma alta do mercado, e tem lucro com a alta dos preços.<br><br>- URSO: este é o investidor que aposta na baixa do mercado para lucrar: o vendedor.<br><br>- PORCO: este aguarda o lucro aumentar, mesmo depois de uma reversão de tendência.<br><br>- CARNEIRO: este investidor é mais comedido, procura por dicas. Em determinado momento pode atuar ora como touros, ora como ursos, mas quando o mercado se torna volátil sente medo.<br><br></font></div> ]]> </description>    <pubDate>Fri, 03 Sep 2010 11:03:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ EDUCACIONAL – Diferença entre mercado primário e secundário ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">O processo de capitalização da Petrobras nos remete a uma grande dúvida que muita “gente do ramo” costuma ter. Quando uma empresa se capitaliza via mercado acionário ela o faz por onde, mercado primário ou secundário? O IPO (Oferta Pública Inicial, em inglês) é oferta primária ou secundária?<br><br>Para responder a primeira pergunta, devemos conhecer as definições sobre o que é mercado primário e secundário. O mercado primário compreende o lançamento de novas ações, com aporte de recursos à companhia. Ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão, onde são negociadas ações e outros ativos, onde geralmente são negociados ativos de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação. <br><br>Já para responder a segunda pergunta, precisamos saber o seguinte: todo IPO é uma oferta pública de ações, mas nem toda oferta é um IPO. Isto porque no IPO a empresa pode distribuir tanto ações novas (oferta primária), quanto já existentes (oferta secundária), desde que seja a primeira vez dessas ofertas publicamente.<br><br>Portanto, se a empresa quer se capitalizar, recebendo capital, deve se utilizar do mercado primário, com a oferta de ações novas, não existentes anteriormente, o que pode caracterizar ou não um IPO.<br></font></div><br> ]]> </description>    <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 16:25:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ REPERCUTIU – Ainda pagamos muito imposto... ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">A carga tributária brasileira somou 33,58% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2009. Apesar do país conter altos níveis de tributação, o dado, revelado pela Secretaria da Receita Federal, registrou recuo pela primeira vez em três anos. O motivo da queda pode ser atribuída à crise de 2008, que fez o governo adotar várias medidas de incentivo ao consumo, como, por exemplo, a redução do imposto sobre produtos industrializados, o IPI. <br><br>Porém, com a retomada da normalidade econômica e, por consequência, a retirada dos incentivos fiscais, é provável que o percentual da carga tributária sob o PIB volte a crescer. Isso mostra que ainda pagamos muito imposto no Brasil.<br><br></font></div> ]]> </description>    <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 15:17:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ VOZ DO INVESTIDOR – O fim da espera: preço do barril é definido ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">Definido em US$ 8,51, o preço do barril que será utilizado na cessão onerosa da Petrobras, ficou acima das expectativas da empresa. A notícia foi dada ontem à noite e, apesar de ter encerrado um capítulo importante da negociação com o Governo, gera receios.<br><br>Será que o preço estabelecido pode diminuir a participação dos investidores na Petrobras, e consequentemente, torná-la mais estatal?<br><br><b>O que você pensa? Você se sente prejudicado ou beneficiado com essa decisão?</b></font><br></div> ]]> </description>    <pubDate>Thu, 02 Sep 2010 10:30:00 GMT</pubDate>  </item>  <item>    <title><![CDATA[ MACRO LEITURA - Uma nova sessão do blog ]]></title>    <description> <![CDATA[ <div align="justify"><font color="#808080" face="Arial" size="2">Estamos inaugurando uma sessão no nosso blog! A <b>MACRO LEITURA</b> trará semanalmente artigos sobre macroeconomia escritos por Caio Duarte. Economista da equipe Onde Investir, Caio tem MBA em Mercado Financeiro e mestrado em Economia Empresarial – Finanças.<br><br>Desta vez, o post falará sobre como as expectativas dos agentes de mercado movimentam os negócios. Boa leitura!<br><b><br>CANAIS DE EXPECTATIVA<br><br></b>Dentre diversas formas de atuação do BACEN sobre a economia tem-se visto que o canal de expectativas passa a tomar maior importância, em especial após a crise do subprime, nos EUA.<br><br>Os agentes econômicos, ao formarem suas expectativas, analisam as informações disponíveis e comparam o retorno esperado dos investimentos com os riscos, frente às incertezas futuras. Quanto maior a incerteza, maior a possibilidade de contenção de consumo e investimentos e maior a possibilidade de entesouramento.<br><br>As escolhas dos agentes em períodos de maiores incertezas, como o que estamos vivendo, se dá por ativos mais seguros, tais como moeda e ativos quase moeda (ativos que podem ser facilmente convertidos em moeda, com alta liquidez). A retomada da confiança por parte dos agentes econômicos é fundamental para a economia sair do ciclo recessivo ou de baixo crescimento. A dinâmica econômica transforma-se a partir da mudança das expectativas dos investidores e dos agentes provedores de funding (crédito) com a oferta e tomada de recursos, não necessariamente nesta ordem.<br><br>O papel da Autoridade Monetária neste processo de restauração da confiança é fundamental. A credibilidade do BACEN é de fundamental importância, pois suas ações podem alterar desde a eficiência marginal do capital até as expectativas dos rendimentos futuros, ao reduzir ou ampliar as incertezas quanto ao futuro.<br><br>As definições de objetivos factíveis, condizentes com a conjuntura e viáveis do ponto de vista técnico e político, permitem ao BACEN transferir aos agentes informações que possibilitem a ampliação dos impactos de suas ações. Assim, minimizam a instabilidade sobre as variáveis no longo prazo e um ambiente conturbado de forças de ação e reação estabelecidas entre a Autoridade Monetária e os agentes privados.<br><br>Os recentes anúncios do presidente do FED (Banco Central americano), Ben Bernanke, de que manterá uma política de juros baixo e que outras ferramentas de política monetária podem ser implementadas, visam uma injeção de expectativas mais otimistas sobre os agentes econômicos. Isso representa uma tentativa de alavancar o consumo e os investimentos, afastando o fantasma do baixo crescimento e da deflação de preços.<br><br>Dados recentes sobre a confiança dos americanos demonstram uma melhora das expectativas sobre o futuro, mas, ainda de forma muito tímida, com um grande afluxo de capitais para os títulos do governo dos EUA. Desta forma, a dúvida sobre qual ou quais instrumentos serão necessários para que ocorra a reversão das expectativas, e conseqüentemente das incertezas, ainda são desconhecidos. Porém, a mudança da postura do FED demonstra uma nova forma de atuação para com o mercado e os demais agentes econômicos e a convergência do discurso para a utilização de todas as formas e instrumentos disponíveis à Autoridade Monetária.<br><b><br><br></b><br></font></div> ]]> </description>    <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:35:00 GMT</pubDate>  </item> </channel></rss>