+0,97%
Volume negociado:
R$ 7.944.704.746,80

03/02/2012 às 18:25 h
Histórico
2012 | 2013 | 2014
   Dia com post.
03.02.2012 | 16h46m
Indicadores na Europa
De acordo com a Markit Economics/CIPS a atividade no setor de serviços do Reino Unido apresentou avanço, atingindo 56,0 pontos em janeiro, ante 54,0 pontos no mês anterior. Esperava-se que o dado atingisse 53,5 pontos. Vale lembrar que qualquer medida acima de 50,0 indica expansão do setor.


Enquanto isso na França, o índice de gerentes de compras do setor de serviços calculado pelo Markit/CDAF subiu para 52,3 pontos em janeiro, ante 50,3 pontos em dezembro, superando a estimativa preliminar de 51,7 pontos.

03.02.2012 | 09h44m
PRINCIPAIS MANCHETES DO DIA
IMPRESSOS

O Globo
- Enxurrada de dólares
Moeda cai 7,86% no ano com captações externas de empresas e investimento da Bolsa.

Valor Econômico
- Olho clínico nas contas
De cada R$ 100 que os laboratórios vendem em serviços, mais de R$ 30 são pagos com atraso. Dasa é mais conservadora que Fleury em provisões para perdas.

Folha de São Paulo
- Valor do facebook na Bolsa pode chegar a US$ 100 bi
Em esperada entrada no mercado de ações, gigante das redes sociais ainda precisa demosntrar usuário ‘rentável’.


PORTAIS

G1
- Preço do m² sobe 1%, mas segue em desaceleração em janeiro, diz FipeZap
Índice mostra que, desde abril, variação positiva vem diminuindo.

UOL
- Gafisa confirma proposta de bilionário americano.

IG

- Saiba como é feita reforma do metrô de SP
Infográfico mostra transformação de vagões com 30 anos de uso em modelos com cara de novos.



02.02.2012 | 11h53m
Saiba mais sobre o resultado da Totvs
O lucro líquido da Totvs no 4º tri/11 cresceu 42,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, ao totalizar R$ 60,03 milhões. No ano, a empresa acumulou lucro de R$ 169,38 milhões, 23,2% acima do resultado contabilizado em 2010.

Em 2011 a Totvs obteve crescimento de receita de vendas com taxas de licenciamento, de serviços e de manutenção. A manutenção se destacou ao registrar incremento de 15,7% frente ao montante obtido em 2010. Este desempenho decorreu das vendas de licenças realizadas em trimestres anteriores e do reajuste de contratos de manutenção, em sua maioria pelo IGP-M.

As vendas de licenças em 2011 mantiveram-se acima de 23% da receita bruta, patamar considerado bom para a continuidade de potencial ganho para os segmentos de serviços e manutenção nos próximos trimestres. Contudo, quando comparada a 2010, a venda de licenças para novos clientes apresentou queda de 1,9%.

O custo de vendas cresceu, em termos percentuais, acima do crescimento da receita. A queda das margens bruta, EBITDA e da atividade foi fruto de (i) reajuste salarial, (ii) aumento da equipe de vendas, (iii) pagamento de mais comissões, devido à maior participação das franquias no mix de vendas, e (iv) maiores despesas com Pesquisa e Desenvolvimento.

Por fim, o melhor resultado financeiro, fruto da maior receita com aplicações financeiras e menores encargos financeiros decorrentes de redução do endividamento, também contribuiu para o leve crescimento da margem líquida de 12,2% em 2010 para 13,2% em 2011.

A queda de vendas de licenças para novos clientes levou a administração da Companhia a adotar nova estratégia de vendas para vigorar a partir de 2012. A estrutura de distribuição foi dividida em quatro: TOTVS Store, TOTVS Private, Franquias TOTVS e PVT (Ponto de Venda TOTVS).

A TOTVS Store foca a disseminação da plataforma Totvs;

1ºTOTVS Private foca no relacionamento com grandes empresas;

2º  Franquia TOTVS foca na expansão geográfica, de forma a ampliar a penetração da Companhia no mercado de pequenas e médias empresas, e


3ºPVT pretende multiplicar os pontos de vendas da Totvs para capturar o potencial de crescimento das microempresas, provendo soluções com escala e simplicidade.  Para aumentar a proximidade com as micro e pequenas empresas, a Totvs firmou parceria com a Officer Distribuidora. Isto significa que cada uma das 12 mil revendas Officer se tornará um PVTs.

02.02.2012 | 09h50m
PRINCIPAIS MANCHETES DO DIA
IMPRESSOS

O Globo
- Inquéritos no pré-sal
PF, Procuradoria, Ibama e governo de SP abrem investigação sobre vazamento da Petrobras.

Valor Econômico
- Aprecie com moderação
Ibovespa Indicações para a Carteira Valor demonstram otimismo cauteloso de corretoras com as perspectivas para o desempenho da bolsa em fevereiro.

Folha de São Paulo
- Consórcios entregam hoje propostas para leilão de aeroportos
Concorrente só pode ficar com a concessão de um dos três aeroportos privatizados, Cumbica, Campinas e Brasília.


PORTAIS

G1
- Gastos com educação sobem mais, e inflação em SP acelera, diz Fipe
IPC ficou em 0,66% em janeiro, após ter subido 0,61% em dezembro.

UOL
- Brasil assiste a crescimento de mercado de luxo.

IG

- Juro menor pode ajudar crescimento do País
Para ex-professor do presidente do BC, Werner Baer Brasil precisa investir mais em infraestrutura.



01.02.2012 | 18h12m
Dois novos ETFs estão disponíveis para aplicação na BM&FBovespa
Dois novos fundos de índices de ações (ETFs) estão disponíveis para aplicações na BM&FBovespa, são eles: o IT Now Idiv Fundo de Índice (com código de negociação DIVO11) e o IT Now Imat Fundo de Índice (negociado com o código MATB11). O primeiro representa o Índice de Dividendos (IDIV), que mede o comportamento das ações das empresas com elevados níveis de remuneração aos investidores, sob a forma de dividendos e juros sobre o capital próprio, enquanto o outro representa o Índice de Materiais Básicos (IMAT), que mede o comportamento das ações das companhias representativas do setor de Materiais Básicos.

Além destes dois novos ativos, a BM&FBovespa negocia atualmente outros 10 ETFs:

- BOVA11: acompanha o Ibovespa;

- BRAX11: acompanhando o IBRx-100;

- PIBB11: segue o desempenho do IBrX-50;

- CSMO11: segue o desempenho do índice composto por companhias ligadas a consumo;

- MOBI11: seguindo o índice imobiliário;

- FIND11: acompanha o desempenho do Índice Financeiro;

- ISUS11: referenciado no Índice de Sustentabilidade Empresarial;

- GOVE11: acompanha o desempenho do Índice de Governança Corporativa, com os ativos da companhias que voluntariamente adotam padrões de governança corporativa diferenciados;

- SMAL11: segue o índice formado pelas empresas listadas de menor capitalização; e

- MILA11: acompanha o desempenho das empresas de maior capitalização listadas na Bolsa.

Vale ressaltar, que quando um investidor compra uma cota de ETF está aplicando, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações composta por ativos de diversas companhias, tendo a rentabilidade do índice em questão sem ter que comprar as ações que o compõe.

01.02.2012 | 15h55m
Saiba mais sobre o resultado do Santander
O Santander registrou lucro líquido de R$ 7,75 bilhões em 2011, contra R$ 7,38 bilhões em 2010, avanço de 5,1% (padrão IFRS). Sob a ótica do 4T11, o lucro líquido foi de R$ 1,79 bilhão, ante R$ 1,80 bilhão no 3T11, residual queda de 0,2%. Tal queda guarda relação direta com o forte aumento de provisionamentos trabalhistas fiscais e cíveis, visto o avanço de R$ 645 milhões no 3T11 para R$ 1,16 bilhão no 4T11.

Voltando ao lucro líquido do ano, frisa-se que a margem de juros líquida (vinculada às operações de crédito) ampliou-se em 13,2%, enquanto as despesas de provisionamentos cresceram num ritmo menor, de 6,8%. Contudo, as despesas gerais e administrativas foram maiores (avanço de 10,2%), por conta do esforço comercial e abertura de agências, onde tende a obter retorno de tais gastos no médio prazo.

A carteira de crédito avançou 20,9%, com destaques em pessoa física (24,4%) e pequenas e médias empresas (25,6%). No intervalo do 4T11 o avanço da carteira de crédito foi de 5,1%. Esses percentuais foram satisfatórios e até mesmo um pouco acima do desempenho do Sistema (19,0%).

Alguns de seus principais indicadores foram os seguintes: Retorno sobre o PL médio, excluindo o ágio, atingiu 16,2% em 2011, ante 16,9% em 2010; índice de inadimplência de 6,7% no 4T11, ante 5,8% no 3T11, logo ascendente; índice de cobertura de 85,5% (padrão IFRS), o que não é tão adequado e num revés conjuntural pode ser necessário ampliar os provisionamentos; e Basileia de 19,9%, com forte capacidade para alavancagem.

De acordo com o analista João Augusto Salles, os pontos desfavoráveis foram os elevados provisionamentos para fins trabalhistas, fiscais e cíveis, o que gera improbabilidade de projeções futuras, afora o limite de PDD, o que pode ensejar ampliações do mesmo numa quadra conjuntural adversa. Os pontos fortes são a capacidade de alavancagem, marca reconhecida e elevado porte, competindo com os principais bancos do País. A última menção fica por conta dos efeitos da matriz no Banco local, dados os acontecimentos da Zona do Euro.

01.02.2012 | 12h19m
PMI do Reino Unido avança 4,8% em janeiro
De acordo com a Markit e Chartered Institute of Purchasing & Supply o índice dos gerentes de compra (PMI, na sigla em inglês) industrial no Reino Unido avançou 4,8% em janeiro, ao atingir 52,1 pontos. Era esperado pelo mercado que o indicador atingisse 49,7 pontos.

01.02.2012 | 09h46m
PRINCIPAIS MANCHETES DO DIA
IMPRESSOS

O Globo
- E o pré-sal vazou
Problema na Bacia de Santos foi o primeiro na nova área de exploração. Ações da Petrobras caem.

Valor Econômico
- Melhor de que a encomenda
Ibovespa surpreende e lidera com folga ranking de aplicações do mês de janeiro.

Folha de São Paulo
- Gol cobra até o triplo de tarifa de parceira
Empresa aérea fixa preços maiores do que a WebJet em voos compartilhados; para especialistas, prática é ilegal.


PORTAIS

G1
- Preço de alimentos sobe menos, e inflação pelo IPC-S desacelera, diz FGV
Na contramão, gastos com educação e recreação subiram mais. IPC-S variou 0,81% em janeiro.

UOL
- Novos contratos de aluguel em SP sobem 18,48% em 2011, diz Secovi.

IG

- Veja como participar do IPO do Facebook
Para comprar papéis da maior rede social da internet, brasileiro tem de ter conta nos Estados Unidos.



31.01.2012 | 18h01m
BRADESCO – resultado 2011
Em 2011 o Bradesco auferiu lucro de R$ 11,028 bilhões, contra R$ 10,022 bilhões em 2010, significando crescimento de 10,0%.  De sorte que vige o presente Relatório de Recomendação e ficam mantidas nossas tendências para 2012, as quais consideram um primeiro semestre até certo ponto difícil, seja por conta do efeito da sazonalidade que o início do ano acarreta (renda dos agentes mais destinada a amortização de dívidas, pagamento de impostos e gastos com educação escolar), seja diante das incertezas decorrente da Zona do Euro, que têm o condão de ampliar a cautela do Banco em termos de estratégia de crescimento (mormente em linhas de financiamentos externo e ampliação de provisionamentos).

Mas julgamos que o cenário possa melhorar a partir do segundo semestre, afora o Banco registrar bons fundamentos no que tange à liquidez, cobertura para crédito, boa qualidade da carteira de crédito e eficiente área de seguros. A propósito, esta área alcançou lucro de R$ 3,200 bilhões em 2011, com avanço de 10,2%, perfazendo 29,0% do lucro total do Banco.

Especificamente no 4T11, o lucro do Banco foi de R$ 2,726 bilhões ante R$ 2,987 bilhões no 4T10, logo com queda de 8,7%. De nossa parte não houve surpresa nessa queda de desempenho, reflexo de um ambiente econômico mais difícil, o que exigiu ampliação dos provisionamentos para o crédito. Afora isso, com a perda do Banco Postal para o BB e o advento da portabilidade dos servidores públicos, o Bradesco investiu maciçamente na rede de atendimento, sobretudo no Estado do Rio de Janeiro. Mas a boa performance da área de seguros, aliada à ampliação da margem financeira líquida (ganho com juros em crédito), bem como as maiores receitas com serviços, mitigaram a queda do lucro.

A carteira de crédito atingiu R$ 345,724 bilhões (incluindo avais e fianças), com crescimento de 17,2% no ano (e 4,0% no intervalo do 4T11). Em pessoa jurídica, os segmentos que se destacaram foram repasses do BNDES, financiamento à exportação, capital de giro e imobiliário. Já em pessoa física sobressaíram-se repasses Finame (aquisição de veículos pesados), consignado e imobiliário.

Acerca de alguns de seus indicadores temos o seguinte: o ROE de 2011 foi de 21,0% ante 22,7% em 2010, donde levemente pressionado. A inadimplência (acima de 90 dias) registrou trajetória ascendente, saindo de 3,6% no 4T10, para 3,8% no 3T11 e atingindo 3,9% no 4T11, porém mais confortável em relação ao observado no Sistema, de 5,5% (4T11). O índice de cobertura (PDD/inadimplência acima de 90 dias) atingiu 184,4%, perfeitamente adequado. Os JCP+dividendos atingiram R$ 3,300 bilhões, com pay out de 31,5%.


31.01.2012 | 16h19m
PPI da Itália avança em dezembro
De acordo com o Instituto Nacional de Estatísticas (Istat) o Índice de Preços as Produtor (PPI) italiano apresentou avanço de 0,1% em dezembro frente ao mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2010 o dado contabilizou avanço de 3,8%. Em novembro o dado havia registrado alta de 0,3%, na comparação com outubro, e 4,4% em relação ao mesmo período de 2010.

1 / 437
 
Índices
Índice Pontos Variação
DOW JONES * 12.862 +1.23%
CAC-40 3.428 +1.51%
NASDAQ 2.906 +1.60%
DAX-30 6.767 +1.66%
NIKKEI 8.832 -0.50%
MXDOW 2.494 +1.12%
FTSE-100 5.901 +1.81%
* Atualizado no final do dia

Indicadores

Principais Fundamentos 2013*
Taxa de Desemprego, IBGE 6.1 %
Comércio Varejista – Faturamento Real, IBGE 7 %
Reservas Brutas (US$) 400 Bi
Saldo Comercial (US$) 33 Bi
* Projeção