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Volume negociado:
R$ 4.444.935.046,59

03/09/2010 às 15:19 h
Histórico
2010 | 2011 | 2012
   Dia com post.
03.09.2010 | 15h18m
EDUCACIONAL – Fundo de ações
Os investidores interessados em aplicar seus recursos em ações têm opções diversas. Uma delas são os fundos de ações, que representam uma concentração de recursos de diversas pessoas ou entidades destinados a uma aplicação em ações de companhias abertas.

O recurso obtido é investido e um gestor administra esse portfólio. Para que as escolhas sejam acertadas, o gestor deve ser um profissional treinado e conhecedor do mercado.

Os fundos de ações devem possuir um mínimo de 67% da carteira em ações negociadas no mercado à vista de bolsa de valores (ou entidade do mercado de balcão organizado).

Percebe-se assim que os fundos representam uma forma de dividir os custos de investimentos reservados para grandes investidores, uma vez que é possível fazer  melhores compras com um volume maior de recursos do que aquele que cada um possui individualmente. Porém, pelo fundo há a cobrança de taxa administração e em alguns casos há também uma taxa de performance.

Na questão tributária, os fundos de ações são classificados como “longo prazo”, logo sua taxa de tributação segue modelo abaixo:

•    22,5% em aplicações com prazo de até 180 dias
•    20,0% em aplicações com prazo de até 181 dias até 360 dias
•    17,5% em aplicações com prazo de até 361 dias até 720 dias
•    15,0% em aplicações com prazo acima de 720 dias

Quando o investidor vende suas cotas - ou seja, sua participação no fundo - o preço da cota não necessariamente é do dia. Por exemplo, pode ser do fechamento do dia seguinte. Isso depende da regra do fundo. Assim, pode haver variação para cima ou para baixo do valor da cota.


03.09.2010 | 12h58m
PLANTÃO – Capitalização da Petrobras pode gerar maior venda de ações da história
Para financiar um plano de investimentos de US$ 224 bilhões, a Petrobras informou hoje que planeja vender 3,86 bilhões de ações, 2,27 bilhões de novas ações ordinárias e 1,59 bilhão de novas ações preferenciais. A empresa disse também que pode vender lotes suplementar e adicional com mais 564 milhões de ON e PN. Nesse caso, o negócio atingiria um valor estimado em R$ 128,3 bilhões.

Se ocorrer, a oferta será a maior da história, ultrapassando a operação da Nippon Telegraph and Telephone (NTT), que levantou US$ 36,8 bilhões e a recente inicial realizada pelo Agricultural Bank of China, que arrecadou US$ 22,1 bilhões.


03.09.2010 | 11h03m
VOZ DO INVESTIDOR - Você tem um perfil?
Na última edição da revista Invest Mais uma matéria trouxe os perfis dos investidores fazendo uma analogia com animais. Será que você se enquadra em um deles?

- TOURO: é aquele investidor que compra ações na baixa, apostando em uma alta do mercado, e tem lucro com a alta dos preços.

- URSO: este é o investidor que aposta na baixa do mercado para lucrar: o vendedor.

- PORCO: este aguarda o lucro aumentar, mesmo depois de uma reversão de tendência.

- CARNEIRO: este investidor é mais comedido, procura por dicas. Em determinado momento pode atuar ora como touros, ora como ursos, mas quando o mercado se torna volátil sente medo.


02.09.2010 | 16h25m
EDUCACIONAL – Diferença entre mercado primário e secundário
O processo de capitalização da Petrobras nos remete a uma grande dúvida que muita “gente do ramo” costuma ter. Quando uma empresa se capitaliza via mercado acionário ela o faz por onde, mercado primário ou secundário? O IPO (Oferta Pública Inicial, em inglês) é oferta primária ou secundária?

Para responder a primeira pergunta, devemos conhecer as definições sobre o que é mercado primário e secundário. O mercado primário compreende o lançamento de novas ações, com aporte de recursos à companhia. Ocorrendo o lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas no Mercado Secundário, que compreende as bolsas de valores e os mercados de balcão, onde são negociadas ações e outros ativos, onde geralmente são negociados ativos de empresas de menor porte e não sujeitas aos procedimentos especiais de negociação.

Já para responder a segunda pergunta, precisamos saber o seguinte: todo IPO é uma oferta pública de ações, mas nem toda oferta é um IPO. Isto porque no IPO a empresa pode distribuir tanto ações novas (oferta primária), quanto já existentes (oferta secundária), desde que seja a primeira vez dessas ofertas publicamente.

Portanto, se a empresa quer se capitalizar, recebendo capital, deve se utilizar do mercado primário, com a oferta de ações novas, não existentes anteriormente, o que pode caracterizar ou não um IPO.


02.09.2010 | 15h17m
REPERCUTIU – Ainda pagamos muito imposto...
A carga tributária brasileira somou 33,58% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2009. Apesar do país conter altos níveis de tributação, o dado, revelado pela Secretaria da Receita Federal, registrou recuo pela primeira vez em três anos. O motivo da queda pode ser atribuída à crise de 2008, que fez o governo adotar várias medidas de incentivo ao consumo, como, por exemplo, a redução do imposto sobre produtos industrializados, o IPI.

Porém, com a retomada da normalidade econômica e, por consequência, a retirada dos incentivos fiscais, é provável que o percentual da carga tributária sob o PIB volte a crescer. Isso mostra que ainda pagamos muito imposto no Brasil.


02.09.2010 | 10h30m
VOZ DO INVESTIDOR – O fim da espera: preço do barril é definido
Definido em US$ 8,51, o preço do barril que será utilizado na cessão onerosa da Petrobras, ficou acima das expectativas da empresa. A notícia foi dada ontem à noite e, apesar de ter encerrado um capítulo importante da negociação com o Governo, gera receios.

Será que o preço estabelecido pode diminuir a participação dos investidores na Petrobras, e consequentemente, torná-la mais estatal?

O que você pensa? Você se sente prejudicado ou beneficiado com essa decisão?


01.09.2010 | 16h35m
MACRO LEITURA - Uma nova sessão do blog
Estamos inaugurando uma sessão no nosso blog! A MACRO LEITURA trará semanalmente artigos sobre macroeconomia escritos por Caio Duarte. Economista da equipe Onde Investir, Caio tem MBA em Mercado Financeiro e mestrado em Economia Empresarial – Finanças.

Desta vez, o post falará sobre como as expectativas dos agentes de mercado movimentam os negócios. Boa leitura!

CANAIS DE EXPECTATIVA

Dentre diversas formas de atuação do BACEN sobre a economia tem-se visto que o canal de expectativas passa a tomar maior importância, em especial após a crise do subprime, nos EUA.

Os agentes econômicos, ao formarem suas expectativas, analisam as informações disponíveis e comparam o retorno esperado dos investimentos com os riscos, frente às incertezas futuras. Quanto maior a incerteza, maior a possibilidade de contenção de consumo e investimentos e maior a possibilidade de entesouramento.

As escolhas dos agentes em períodos de maiores incertezas, como o que estamos vivendo, se dá por ativos mais seguros, tais como moeda e ativos quase moeda (ativos que podem ser facilmente convertidos em moeda, com alta liquidez). A retomada da confiança por parte dos agentes econômicos é fundamental para a economia sair do ciclo recessivo ou de baixo crescimento. A dinâmica econômica transforma-se a partir da mudança das expectativas dos investidores e dos agentes provedores de funding (crédito) com a oferta e tomada de recursos, não necessariamente nesta ordem.

O papel da Autoridade Monetária neste processo de restauração da confiança é fundamental. A credibilidade do BACEN é de fundamental importância, pois suas ações podem alterar desde a eficiência marginal do capital até as expectativas dos rendimentos futuros, ao reduzir ou ampliar as incertezas quanto ao futuro.

As definições de objetivos factíveis, condizentes com a conjuntura e viáveis do ponto de vista técnico e político, permitem ao BACEN transferir aos agentes informações que possibilitem a ampliação dos impactos de suas ações. Assim, minimizam a instabilidade sobre as variáveis no longo prazo e um ambiente conturbado de forças de ação e reação estabelecidas entre a Autoridade Monetária e os agentes privados.

Os recentes anúncios do presidente do FED (Banco Central americano), Ben Bernanke, de que manterá uma política de juros baixo e que outras ferramentas de política monetária podem ser implementadas, visam uma injeção de expectativas mais otimistas sobre os agentes econômicos. Isso representa uma tentativa de alavancar o consumo e os investimentos, afastando o fantasma do baixo crescimento e da deflação de preços.

Dados recentes sobre a confiança dos americanos demonstram uma melhora das expectativas sobre o futuro, mas, ainda de forma muito tímida, com um grande afluxo de capitais para os títulos do governo dos EUA. Desta forma, a dúvida sobre qual ou quais instrumentos serão necessários para que ocorra a reversão das expectativas, e conseqüentemente das incertezas, ainda são desconhecidos. Porém, a mudança da postura do FED demonstra uma nova forma de atuação para com o mercado e os demais agentes econômicos e a convergência do discurso para a utilização de todas as formas e instrumentos disponíveis à Autoridade Monetária.




01.09.2010 | 12h39m
PLANTÃO – Sempre a China
A China, como sempre, traz bons ventos aos mercados. Se as preocupações sobre a situação econômica mundial se elevam, os investidores sempre podem contar com algum indicador chinês para encontrar uma “desculpa” e irem às compras após fortes perdas.

Os índices de gerentes de compras (PMI) da China, medidos tanto governo quanto pelo HSBC, mostraram recuperação no mês passado, após três declínios consecutivos.

Se o mês encerrado ontem fez jus a fama de “mês do desgosto”, com o Ibovespa e Dow Jones acumulando perdas de 3,5% e 4,9%, respectivamente, setembro tem início promissor. Os índices acionários operam em forte alta nesta manhã, agora também impulsionados por dados de atividade nos EUA.

O índice de atividade nos Estados Unidos, divulgados pelo Institute for Supply Management (ISM), registrou 56,3 pontos em agosto, bem acima das expectativas do mercado (52,9). Nem mesmo os fracos dados do mercado de trabalho no setor privado (com destruição de 10 mil vagas em julho) e dos gastos na construção (recuo de 1% em julho) foram capazes de ofuscar o otimismo predominante neste primeiro pregão de setembro.


01.09.2010 | 11h41m
VOZ DO INVESTIDOR – A crise ainda te prejudica?
Entre os quatros países que compõem os BRICs, a indústria brasileira foi a segunda mais afetada pela crise econômica mundial. O dado foi divulgado ontem pela Confederação Nacional da Industria (CNI). Desde 2008 os mercados vêm sofrendo com os reflexos da crise, que aparecem com mais rigor nos EUA e Europa. O Onde Investir que saber:

A crise ainda prejudica seus investimentos ou a instabilidade já foi controlada?

Você vê risco de novas crises?


31.08.2010 | 16h37m
PLANTÃO – MAIOR CAUTELA APÓS ATA DO FOMC

A boa recuperação vista nos mercados na manhã (e parte da tarde) deu lugar a maior cautela após a divulgação da ata do Fomc no meio da tarde.


Nos EUA, o índice de preços de imóveis S&P/Case-Shiller e o Índice de Confiança do Consumidor influenciaram positivamente os mercados mundiais, ofuscando os dados o Índice de Atividade Industrial (PMI), que veio pior do que o esperado pelo mercado.


Na ata da última reunião da autoridade monetária norte-americana, foi revelado que seus membros reduziram suas expectativas para a alta da atividade econômica neste segundo semestre, mas mantiveram suas projeções de “moderado fortalecimento da expansão em 2011”. Ainda foi dito que, se necessário, as medidas de estímulo adotadas poderão ir além do plano de recompra de títulos.


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Índices
Índice Pontos Variação
DOW JONES * 10.511 -1.08%
CAC-40 3.672 +1.12%
NASDAQ 2.230 +1.34%
DAX-30 6.135 +0.83%
NIKKEI 9.114 +0.56%
MXDOW 2.159 +0.71%
FTSE-100 5.428 +1.06%
* Atualizado no final do dia

Indicadores

Principais Fundamentos 2010*
PIB 6.8 %
Taxa de Desemprego, IBGE 6.4 %
Comércio Varejista – Faturamento Real, IBGE 10 %
Reservas Brutas (US$) 260 Bi
Saldo Comercial (US$) 12 Bi
* Projeção